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Revisão da temporada – Brooklyn Nets

Temporada começou péssima e exigiu um 2014 de recuperação para o time chegar aos playoffs

Brooklyn Nets (44-38)

MVP do time em 2013-14: Joe Johnson – 15.8 pontos, 3.4 rebotes, 2.7 assistências, 0.59 roubada, 0.13 bloqueio

Pontos positivos:

– A virada do ano também foi um ponto de mudança para o Brooklyn Nets. Em 2014, a equipe superou o péssimo início de campeonato, teve um recorde de 34 vitórias e 17 derrotas, e conseguiu escalar posições na tabela de classificação para chegar aos playoffs.
– Joe Johnson foi o único jogador do Nets no All-Star Game da última temporada e comandou o time nos momentos decisivos da temporada. Nos playoffs o jogo dele cresceu, com médias de 21.2 pontos e 58% de acerto nos arremessos de quadra, além de grandes atuações como no jogo 5 da série contra o Raptors, quando ele marcou 32 pontos e ajudou Brooklyn a reverter uma desvantagem de 26 pontos.
– A última temporada foi apenas a segunda do Nets jogando no Barclays Center. Mesmo ainda tentando constituir uma base de fãs na nova sede, o time teve a terceira melhor campanha da NBA jogando em casa com 28 vitórias e 13 derrotas.
– Paul Pierce não jogou o seu melhor basquete e nem dava pra esperar isso dele. Sua média de pontos (13.5) foi a menor da carreira, mas ele também teve menos tempo de quadra em Brooklyn e foi decisivo nos playoffs. No jogo 1 contra o Raptors acertou o arremesso que definiu a partida e no jogo 7 deu o toco que definiu a classificação do Nets nos segundos finais.
– Saindo de Duke, o calouro Mason Plumlee surpreendeu, mostrando boa capacidade de finalzação perto da cesta. Ele foi o pivô titular em 22 jogos, dos quais o Nets venceu 16.
– Shaun Livingston saiu da reserva para se firmar no time titular justamente no início de 2014 e foi um dos responsáveis por ajudar na recuperação da equipe.

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Pontos negativos:

– A média de pontos por jogo do Nets (98.5) foi apenas a 21ª entre todos os times da liga.
– Para um time que tinha a ambição de chegar longe nos playoffs, o início de temporada do Brooklyn Nets foi trágico. A equipe venceu apenas dez dos seus 31 jogos disputados em 2013.
– Contusões prejudicaram muito o início do tabalho de Jason Kidd. Brook Lopez (14), Paul Pierce (5) e Deron Williams (11) perderam, somados, 30 jogos nos dois primeiros meses da temporada. Contra o Los Angeles Clippers, no dia 16 de novembro, por exemplo, apenas Joe Johnson entrou em quadra entre os all-stars da equipe.
– O caso de Brook Lopez foi o mais grave. Ele quebrou o pé no dia 20 de dezembro e não só fez falta nos playoffs, como também levanta dúvidas sobre sua condição física visando o início da próxima temporada.
– As contusões no tornozelo podem ajudar a explicar também o desempenho abaixo da expectativa de Deron Williams. Sua média de pontos (14.3) e assistências (6.1) foram as piores desde sua temporada como calouro. Ele também mostrou menos agressividade no garrafão ao tentar só 28,49% de seus arremessos de perto da cesta – até oito pés de distância -, menor marca desde sua chegada na NBA (em 2007-08, esse número foi de 43,33%).
– Kevin Garnett foi um dos piores jogadores do Nets em muitos momentos da temporada, incluindo nos playoffs. Suas médias de pontos por jogo (6.5) e aproveitamento dos arremessos de quadra (44.1%) na temporada foram as mais baixas da sua carreira, e a de rebotes (6.6) só superou o ano de Garnett como calouro.

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Análise:

Jason Kidd foi muito criticado em seu primeiro ano como treinador, especialmente até o final de 2013, quando o time acumulava uma campanha decepcionante. Então veio o dia 2 de janeiro. O Nets venceu o Oklahoma City Thunder com uma cesta no fim de Joe Johnson e iniciou sua recuperação na temporada. Mas se a equipe no papel tinha cinco nomes de peso em Deron Williams, Kevin Garnett, Paul Pierce, Brook Lopez e Joe Johnson, apenas este último conseguiu atuar como protagonista ao longo dos playoffs, e isso não foi suficiente para levar a série contra o Miami Heat além de cinco jogos.

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Futuro:

O fato do Nets ter cedido suas escolhas de primeira rodada dos drafts de 2014, 2016 e 2018, dificultam as chances de trazer jogadores novos de impacto em um futuro próximo. Quando a franquia contratou os dois veteranos do Boston Celtics para atuar ao lado de Deron Williams e Joe Johndon, que também estão na casa dos 30 anos, ela sabia que seus all-stars teriam uma “janela” curta para ganhar um título. Um ano se passou, Paul Pierce e Shaun Livingston foram embora, e o dinheiro de Mikhail Prokhorov não fez muito para melhorar o elenco. Ficou difícil acreditar que Lionel Hollins possa levar a equipe a uma campanha muito melhor que o sexto lugar do Leste na temporada passada.

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