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“Só queria estar em um time onde me queiram”, desabafa Isaiah Thomas

Armador enxerga cenário ideal e encaixe perfeito para alcançar “ressurgimento” na carreira em Denver

Isaiah Thomas é uma prova de que o mundo dá voltas. Em menos de dois anos, o astro deixou de ser um postulante a contrato máximo com o Boston Celtics para reforçar o Denver Nuggets pelo salário mínimo para veteranos. Esse curto período envolveu passagens por outras duas equipes e uma grave lesão no quadril. Agora, o “baixinho” tentará provar que a recuperação pode ser tão rápida quanto a queda.

“Desde que eu entrei na NBA, tudo o que desejava era uma única oportunidade. É o que disse a mim mesmo. Só queria estar em um time onde me queiram. Dê-me isso e cuidarei do resto. É o que sempre fiz. E, quando encontra-se um lugar que queira você tanto quanto você deseja essa oportunidade, eu acho que as coisas funcionam quase sempre”, disse o armador, em entrevista recente ao site oficial do Nuggets.

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E Denver queria a contratação de Thomas – em especial, o treinador Mike Malone. Os dois trabalharam juntos no Sacramento Kings, quando o atleta teve a primeira grande temporada da carreira na NBA, e continuam grandes amigos. O técnico foi o principal recrutador do jogador de 29 anos, figura ativa nas negociações e o reforço não esconde que sua participação foi crucial para que o acordo fosse fechado.

“Minha relação próxima com Malone foi, provavelmente, o fator principal para esse acerto. Eu sei que ele me deixaria ser o atleta que sou, atuar com base em meus pontos fortes e integrar um grupo de jovens com potencial para ser especial. Acho que é um encaixe perfeito para meu estilo: ataque rápido, espaço e um dos pivôs passadores mais capazes da liga. Estou animado”, avaliou o duas vezes all star.

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Mas o que seria o ressurgimento de Thomas na NBA? A primeira reação de qualquer comentarista seria dizer que jogue bem pela franquia do Colorado, mas o astro tem uma visão diferente. Sua prioridade, hoje, é mostrar a todos que lesões e cirurgias no quadril ficaram no passado. Ele não vê sua capacidade de jogar e ser relevante no basquete tão questionados quanto seu corpo e condicionamento físico.

“Para começar, quero mostrar ao mundo que estou saudável. O que já fiz nessa liga fala por si só e não preciso provar do que sou capaz: sou alguém que faz tudo para vencer, traz empolgação e com quem sempre se pode contar. Estando em grandes condições, eu vou mostrar novamente tudo o que ofereço a um time como parte de um bom ambiente”, concluiu o armador, que receberá apenas pouco mais de US$2 milhões na próxima temporada.

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