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Após Riquelme e Romário no futebol, chegou a hora de Kobe na NBA

Para a próxima temporada, o Clippers terá Kobe Brown, enquanto o Hawks vai de Kobe Bufkin

Riquelme Romário Kobe NBA
Logan Riely / AFP

Dizem que no mundo, nada se cria, tudo se copia. Aliás, a frase seria de Antoine-Laurent de Lavoisier, que ganhou adaptações para qualquer coisa. Em tempos de Enzos e Valentinas, os nomes não chegam a ser tão criativos. A não ser que você seja o Enzo Zero, normalmente, novos pais e mães se inspiram em alguém já famoso. Assim, a Copa São Paulo de Futebol Jr de 2023, contou com 12 jogadores com o nome de Riquelme, como já teve Romário e, agora, a NBA entrou na era Kobe.

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E é natural, pois Kobe Bryant foi genial e inspirador em quadra, mas o Draft de 2023 foi só o início. O Atlanta Hawks, por exemplo, selecionou Kobe Bufkin. Enquanto isso, o Los Angeles Clippers foi de Kobe Brown. Ambos saíram na primeira rodada do recrutamento.

Mas você sabia que, na última temporada do basquete universitário, outros 16 Kobes atuaram por lá? Tem dois Kobe Johnson e, claro, um Kobe Elvis. No entanto, a NBA já teve uma variação, que até jogou em 2022/23 no Charlotte Hornets, Kobi Simmons. Agora, o detalhe: o nome completo dele é Kobi Jordan Simmons.

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Sim, é muita inspiração.

Só que o nome do próprio Kobe Bean Bryant não saiu do nada. Foi uma mistura de um corte de carne de uma vaca japonesa (Wagyu) com jujuba (jellybean). Mas Kobe vem, ainda, de uma cidade do Japão. Só que, aqui, vai uma outra curiosidade: a cidade de Kobe é parceira de Philadelphia, onde Bryant nasceu, desde 1986.

Ou seja, tem coincidência aos montes. Provavelmente, os pais dele não sabiam de tudo isso na época em que ele nasceu (1978).

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Falando em coinciência, Kobe Brown vai jogar no Clippers, obviamente, de Los Angeles. E Brown teve boas performances na Summer League. Nas quatro primeiras partidas que fez em Las Vegas, o ala-armador obteve médias de 17.5 pontos, 8.8 rebotes, 2.3 roubos de bola, além de 40.7% no aproveitamento do perímetro. Mas no domingo, em seu jogo de despedida do torneio, ele se machucou após seis minutos e não retornou. Seu grande problema é que a equipe conta com diversos jogadores para a mesma posição. Então, é possível que ele tenha tempo de quadra bem limitado.

E o mesmo acontece com Bufkin, do Hawks. Décima quinta escolha do Draft, ele fez 14.0 pontos e 3.6 assistências no evento. Em Atlanta, que já tem Trae Young e Dejounte Murray como titulares, além de Patty Mills e Bogdan Bogdanovic, ele terá dificuldades para conseguir muitos minutos. Ao menos, por enquanto.

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A morte de Kobe Bryant abalou a NBA, mas já li em alguns lugares que fãs do ídolo do Lakers querem acompanhar Bufkin e Brown mais de perto. Já falaram que vão torcer por eles, inclusive.

Riquelme e Romário foram ídolos no futebol. Enquanto o primeiro é um argentino e sempre esteve nos planos de times brasileiros, o outro é só o principal responsável pelo título na Copa do Mundo de 1994. O que teve de criança com o mesmo nome depois disso…

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O fato é que, em breve, devemos ver mais jogadores na NBA com o nome Kobe, assim como vimos Romário e Riquelme recentemente. Agora, sobre Enzo, a parte boa é que o próprio “Zero” faz piada com o assunto.

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