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Rick Pitino defende volta da elegibilidade de colegiais no draft

Para técnico de Louisville, NBA deveria discutir diminuição da idade mínima para inscrição no recrutamento

Rick Pitino 2

A NBA deverá discutir o aumento da idade mínima para inscrições no draft ao longo da próxima offseason. No entanto, para um dos principais técnicos do basquete universitário, o debate está na contramão do que deveria ser repensado. Treinador de Louisville e recém- eleito para o Hall da Fama, Rick Pitino acredita que chegou o momento dos prospectos colegiais voltarem a ter a opção de entrar diretamente na NBA.

“Eu estou muito a favor de colegiais se inscreverem no draft. Já tive seis jovens no passado comprometidos em jogar aqui e que, no fim das contas, decidiram ‘saltar’ direto para a NBA. Eles não queriam passar pela universidade, então não deveriam. Para ser sincero, não sei o que seis ou sete meses de aulas – metade delas online – podem fazer pela formação de um jovem”, declarou o respeitado técnico.

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O primeiro colegial a entrar no recrutamento da NBA sem passar pelo basquete universitário foi o lendário Moses Malone (1974), mas a prática só passou a ser mais usual a partir da década de 1990. Na época, a regra proporcionou o “salto direto” para craques como Tracy McGrady, Kevin Garnett e Kobe Bryant. O aumento da idade mínima de inscrição no draft, em 2005, acabou com a era dos chamados “high schoolers”.

“Universidade não é para todos e há vários exemplos que confirmam isso. Então, se um garoto não quiser vir para cá, deixe que tente a sorte entre os profissionais – na NBA ou D-League. E, se o garoto quiser estar no ambiente universitário, deixe que venha também. Nós ainda vamos ter grandes times na NCAA”, resumiu o treinador de 62 anos, acreditando que maior liberdade aos atletas é o caminho para acertar o sistema.

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Pitino não poderia terminar sem dar uma alfinetada em John Calipari, técnico de Kentucky. Para o veterano, o rival é o único quem está realmente ganhando com as regras atuais – e, por isso, não surpreende que ele seja o principal defensor na NCAA do aumento da idade mínima. “Provavelmente, eu tenho uma posição diferente do treinador de Kentucky, né? Afinal, ele está tendo muito sucesso com a regra atual”, cutucou.

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