Detroit Pistons
Campanha: 41-41, oitavo na conferência Leste; eliminado pelo Milwaukee Bucks na primeira rodada dos playoffs
Técnico: Dwane Casey
Executivo: Ed Stefanski
J | MP | FG% | 3P% | FT% | TRB | AST | STL | BLK | PTS/J | |
▼ | ||||||||||
Blake Griffin | 75 | 35.0 | .462 | .362 | .753 | 7.5 | 5.4 | 0.7 | 0.4 | 24.5 |
Andre Drummond | 79 | 33.5 | .533 | .132 | .590 | 15.6 | 1.4 | 1.7 | 1.7 | 17.3 |
Reggie Jackson | 82 | 27.9 | .421 | .369 | .864 | 2.6 | 4.2 | 0.7 | 0.1 | 15.4 |
Reggie Bullock | 44 | 30.8 | .413 | .388 | .875 | 2.8 | 2.5 | 0.5 | 0.1 | 12.1 |
Wayne Ellington | 28 | 27.3 | .421 | .373 | .758 | 2.1 | 1.5 | 1.1 | 0.1 | 12.0 |
Luke Kennard | 63 | 22.8 | .438 | .394 | .836 | 2.9 | 1.8 | 0.4 | 0.2 | 9.7 |
Ish Smith | 56 | 22.3 | .419 | .326 | .758 | 2.6 | 3.6 | 0.5 | 0.2 | 8.9 |
Langston Galloway | 80 | 21.8 | .388 | .355 | .844 | 2.1 | 1.1 | 0.5 | 0.1 | 8.4 |
Stanley Johnson | 48 | 20.0 | .381 | .282 | .804 | 3.6 | 1.3 | 1.0 | 0.3 | 7.5 |
Henry Ellenson | 2 | 12.5 | .400 | .500 | 1.000 | 4.5 | 0.5 | 0.0 | 0.0 | 6.0 |
Thon Maker | 29 | 19.4 | .373 | .307 | .766 | 3.7 | 0.9 | 0.4 | 1.1 | 5.5 |
Bruce Brown | 74 | 19.6 | .398 | .258 | .750 | 2.5 | 1.2 | 0.5 | 0.5 | 4.3 |
Glenn Robinson | 47 | 13.0 | .420 | .290 | .800 | 1.5 | 0.4 | 0.3 | 0.2 | 4.2 |
Zaza Pachulia | 68 | 12.9 | .440 | .000 | .782 | 3.9 | 1.3 | 0.5 | 0.3 | 3.9 |
Jon Leuer | 41 | 9.8 | .584 | .091 | .742 | 2.4 | 0.3 | 0.3 | 0.1 | 3.8 |
José Calderón | 49 | 12.9 | .375 | .246 | .818 | 1.2 | 2.3 | 0.3 | 0.1 | 2.3 |
Khyri Thomas | 26 | 7.5 | .319 | .286 | .636 | 0.8 | 0.3 | 0.3 | 0.2 | 2.3 |
Sviatoslav Mykhailiuk | 3 | 6.7 | .250 | .500 | 0.7 | 1.3 | 0.3 | 0.0 | 2.0 | |
Kalin Lucas | 1 | 6.0 | .000 | .000 | 1.000 | 3.0 | 1.0 | 0.0 | 0.0 | 2.0 |
Zach Lofton | 1 | 4.0 | .000 | .000 | 0.0 | 0.0 | 1.0 | 0.0 | 0.0 |
Dwane Casey, vencedor do prêmio de Melhor Técnico de 2017-18 pelo Toronto Raptors, assumiu o Detroit Pistons logo após ser demitido pelo time canadense. Em seu primeiro ano, conseguiu levar o Pistons aos playoffs após dois anos fora dos mata-matas. Mas ele não fez isso sozinho.
Blake Griffin teve uma grande temporada. Não por menos, ele foi selecionado para o Jogo das Estrelas pela primeira vez desde 2014-15. O ala-pivô obteve 24.5 pontos e acertou 189 arremessos de três em 2018-19, melhores marcas individuais.
Ao seu lado, no garrafão, o Pistons contou com Andre Drummond, um dos melhores reboteiros da NBA. Drummond liderou a liga no quesito pela terceira vez nos últimos quatro anos e produziu ainda 17.3 pontos, melhor marca da carreira.
Luke Kennard foi outro após a saída de Reggie Bullock para o Los Angeles Lakers. O ala-armador pulou de 8.2 pontos antes da troca (36.2% de aproveitamento em três pontos) para 11.3 pontos depois (41.8% de acertos de três), tornando-se uma das principais armas ofensivas nos playoffs.
Na falta de algo melhor, o Pistons teve Reggie Jackson na armação pela quinta temporada consecutiva. Não que o italiano de nascimento seja ruim, mas pouco contribui para diversos aspectos, apesar de ter acertado 36.9% de três, melhor marca da carreira.
Não dava para esperar mais do Pistons. O elenco era limitado e, um oitavo lugar no Leste foi o melhor onde o time poderia chegar. Ser eliminado em quatro jogos para o Milwaukee Bucks não chega a ser um absurdo.
2019-20
Para a próxima temporada, o Detroit Pistons reforçou seu banco, tentando dar mais maturidade ao elenco. Chegaram Derrick Rose, Markieff Morris e Tony Snell, mantendo toda a base que foi aos playoffs em 2018-19. A tendência é que venha mais forte e consiga subir alguns degraus.
Blake Griffin precisa manter-se saudável. Apesar de ter perdido apenas sete jogos na temporada passada, ele não consegue atuar nas 82 partidas desde o seu primeiro ano na liga. Nos três anos anteriores, o ala-pivô não superou 61 embates.
Rose chega ao Pistons após finalmente ter feito um bom ano. Jogando pelo Minnesota Timberwolves, o MVP de 2011 teria produzido 23.7 pontos e 5.7 assistências se atingisse 36 minutos, melhor marca individual desde o ano em que foi coroado como o melhor da liga.
O Pistons vai continuar dependendo muito de Andre Drummond, mas as chegadas de jogadores experientes devem fazer com que o time tenha menos problemas para pontuar em momentos decisivos. Geralmente, o time sofria muito para atacar nos últimos minutos dos jogos. A tendência é que supere as 41 vitórias e se classifique novamente.
Quem saiu
Jose Calderon (agente livre)
Wayne Ellington (New York Knicks)
Ish Smith (Washington Wizards)
Zaza Pachulia (agente livre)
Quem chegou
Derrick Rose (Minnesota Timberwolves)
Markieff Morris (Oklahoma City Thunder)
Tony Snell (Milwaukee Bucks)
Sekou Doumbouya (calouro)
Christian Wood (New Orleans Pelicans)
Tim Frazier (Milwaukee Bucks)
Donta Hall (calouro)
Todd Withers (calouro)
Provável time base
PG – Reggie Jackson
SG – Luke Kennard
SF – Tony Snell
PF – Blake Griffin
C – Andre Drummond
Principais reservas: Markieff Morris (PF, C), Derrick Rose (PG, SG), Langston Galloway (PG, SG), Thon Maker (C)
Classificação: o Detroit Pistons melhorou um elenco que chegou aos playoffs. Não que a conferência seja terra de ninguém, mas essa evolução deve ser vista em quadra, também. O time provavelmente vai se classificar, a não ser que seus principais jogadores se machuquem.