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Prospecto do Draft 2019 – Brandon Clarke

Ex-ala-pivô de Gonzaga é projetado como escolha de loteria no recrutamento deste ano

Brandon Clarke

Idade: 22 anos
País: Canadá
Universidade: Gonzaga
Experiência: junior
Posições: ala-pivô/pivô
Altura: 6’8″ (2.03m)

Médias na última temporada: 16.9 pontos, 8.6 rebotes, 1.9 assistência, 1.2 roubo de bola, 3.1 tocos, 1.5 desperdício de bola, 68.7% de aproveitamento nos arremessos de quadra, 26.7% de aproveitamento nas bolas de três pontos, 69.4% de aproveitamento nos lances livres, 28.1 minutos por jogo

Pontos fortes

big man dinâmico, atlético, que corre bem a quadra, com movimentos fluidos, tem agilidade lateral, impulsão e envergadura invejáveis, e mostra rapidez no primeiro passo
– melhor defensor de garrafão do College; ótimo timing para bloquear arremessos, excelente na ajuda defensiva, nas situações de pick-and-roll e nas trocas de marcação graças aos seus atributos físico-atléticos, instintos, coordenação corporal e ao elevado QI de basquete
– finalizador em franca evolução; ambidestro, Clarke não foge do jogo físico, é um alvo fácil de pontes aéreas, tem um excelente trabalho de pés, um bom jogo de costas e de frente para a cesta (destaque para os spin moves e ganchos) e mostra naturalidade finalizando no pick-and-roll
– boa movimentação sem a bola; chama a atenção por ser um ótimo cutter (jogador que se movimenta subitamente buscando uma melhor posição para finalizar) e por atacar closeouts com eficiência
– tem potencial como arremessador de média distância; mostra eficiência nos floaters, fadeaways e no pull-up jumper (arremesso após drible, puxando a bola de baixo para cima)
– ótimo nas tomadas de decisões em quadra; não é egoísta, não força arremessos, procura sempre achar um companheiro melhor colocado quando pressionado pela marcação adversária, é um bom passador no high post e tem visão de quadra e leitura de jogo avançadas para um jogador da posição
– grande reboteiro na tábua ofensiva graças aos seus instintos, ao atleticismo de elite, à agressividade e à sua verticalidade
– incansável em quadra, atua sempre com muita disciplina, dedicação e em prol do time
– mostrou uma evolução absurda nos três anos de College; quando saiu do high school, recebeu apenas uma oferta de uma universidade da primeira divisão, jogou dois anos na desconhecida San Jose State e se transferiu para o forte time de Gonzaga, onde foi um dos melhores jogadores da NCAA na última temporada (líder em eficiência ofensiva e terceiro em eficiência defensiva)
– protótipo de pivô que é muito útil na era do small ball na NBA, o que me leva a crer que é uma escolha segura neste recrutamento

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Pontos fracos

– não se sente confortável arremessando do perímetro; e olha que a mecânica de arremesso melhorou bastante em relação à época em que atuava por San Jose State
– apesar de ter mostrado evolução, ainda reluta em arremessar da média distância, prefere concentrar seu jogo ofensivo na área próxima à cesta
– poderá ter problemas na NBA quando encarar pivôs tradicionais (mais altos e mais fortes) no low post; Clarke é baixo para a posição, não tem braços longos (envergadura de apenas 2.03m) e, apesar de gostar do jogo físico, precisa adicionar massa muscular para encarar o basquete profissional
– reboteiro apenas ok na tábua defensiva; não executa com eficiência o box out (confia excessivamente nos atributos físico-atléticos)
– dificuldades em criar o próprio arremesso; não possui um arsenal de dribles, controle de bola mediano
– oferece pouco upside, já que é um dos jogadores mais “velhos” da classe deste ano

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Comparações: mix de Kenyon Martin (ex-New Jersey Nets), Paul Millsap (Denver Nuggets) e Jordan Bell (Golden State Warriors)

Projeção: entre as escolhas 6 e 14

Confira alguns lances de Brandon Clarke

Legenda: junior (terceiro ano universitário)

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