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Prospecto do Draft 2018 – Moritz Wagner

Ex-ala-pivô de Michigan deverá ser selecionado na segunda rodada do recrutamento deste ano

Moritz Wagner

Idade: 21 anos
País: Alemanha
Universidade: Michigan
Experiência: junior
Posição: ala-pivô / pivô
Altura: 6’11.5’’ (2.12m)

Médias na última temporada: 14.6 pontos, 7.1 rebotes, 0.8 assistência, 1.0 roubo de bola, 0.5 toco, 1.4 erros de ataque, 52.8% de aproveitamento nos arremessos de quadra, 39.4% de conversão nos tiros de longa distância, 69.4% de acerto nos lances livres em 27.6 minutos em quadra

Pontos fortes

– Wagner atuou majoritariamente como ala-pivô em Michigan, mas, pelas medições do Combine, possui dimensões aceitáveis para ser um pivô no próximo nível: 2.12m de altura e 2.13m de envergadura.

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– Movimenta-se com incrível leveza e fluidez para um jogador de garrafão. Corre a quadra com vontade, mesmo que “gastando muito gás” eventualmente, e mostra capacidade de acompanhar contra-ataques.

– Trata-se de um finalizador capaz – e de crescente eficiência – próximo da cesta, exibindo calma operando de costas para a cesta e ótimo trabalho de pernas em espaço curto para superar defensores.

– Seu controle de bola é muito avançado para um pivô. Wagner, assim, possui a versatilidade para atacar closeouts e tentar infiltrações partindo do perímetro, explorando os marcadores mais lentos.

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– Bom arremessador de média e longa distância, com a capacidade de chutar em movimento que poucos atletas de garrafão costumam ter. Converteu mais de 39% de acerto para três pontos nas últimas duas temporadas.

– Embora números brutos não evidenciem, Wagner mostrou uma melhora sensível acompanhada por um maior empenho em um dos pontos mais criticados do seu jogo: os rebotes defensivos.

– Dono de interessante potencial como passador, apesar da média de assistências não impressionar. Sua visão de quadra e habilidade de passe em movimento não são comuns em pivôs de 2.12m de altura.

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– Wagner comete pouquíssimos erros de ataque para um atleta com seu volume e recursos ofensivos, produto direto de uma tomada de decisões segura e inteligente na maior parte do tempo.

– Tem uma sólida compreensão da dinâmica do jogo no lado defensivo da quadra: usa suas mãos rápidas para dificultar passes, apresenta boa noção de ajuda e sabe proteger o aro, dentro de suas limitações.

– É visto no basquete universitário como um atleta inteligente e de instintos muito apurados, com entendimento pleno de suas limitações em quadra e que melhora continuamente, ano após ano.  

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Pontos fracos

– Não se trata de um atleta de elite, explosivo ou veloz, e precisará de um trabalho físico específico para atuar como pivô na NBA. Um dos cinco jogadores de garrafão com menos de 98 quilos pesados no Combine.

– Costuma ter seu tempo de quadra limitado por uma série de motivos diferentes – especialmente, o excesso de faltas e a fadiga. Wagner pode melhorar bastante em termos de condicionamento físico.

– Já apresentou sérias dificuldades no confronto com outros prospectos e atletas de elite dentro dos garrafões universitário: sofre para manter espaço perto da cesta e finalizar contra adversários mais longos.

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– Apesar do bom arremesso de média e longa distância, sua mecânica de tiro é bem lenta e o aproveitamento abaixo dos 70% nos lances livres colocam dúvidas sobre sua eficiência no próximo nível.

– A proporção de 0.571 assistências para cada desperdício de bola é muito ruim, o que torna-se especialmente preocupante porque esse número costuma ser sólido indicativo da inteligência do jogador em quadra.

– Wagner é um reboteiro ofensivo dos mais inexpressivos. Suas limitações físicas e atléticas realmente comprometem um possível potencial atacando a tábua adversária e conseguindo segundas chances.

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– No início de carreira, ele certamente será visto como um jogador a ser explorado por outros times: atletas profissionais mais fortes, pesados e com braços mais longos tendem a dominá-lo no post.

– É complicado não projetar Wagner como um pivô que vai ter muitas dificuldades para defender em espaço, sendo forçado a trocas no perímetro e obrigado a acompanhar armadores mais rápidos.   

– Suas limitações físico-atléticas, de condicionamento e defensivas tendem a fazer suas perspectivas de função em um time profissional diminuírem. Difícil imaginá-lo, hoje, como um futuro titular na NBA.

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Comparações: Kelly Olynyk (Miami Heat) e Mike Muscala (Atlanta Hawks) mais versátil

Projeção: das escolhas 25 a 50 geral

Confira alguns lances de Moritz Wagner

https://www.youtube.com/watch?v=NqmvztRxGqE

https://www.youtube.com/watch?v=NqmvztRxGqE&t=7s

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