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Prospecto do Draft 2016 – Ben Bentil

Ex-ala-pivô de Providence deve ser escolhido ao final da primeira ou no início da segunda rodada

Ben Bentil

Idade: 21 anos
País: Estados Unidos
Universidade: Providence
Experiência: Sophomore
Posição: ala-pivô/pivô
Altura: 6’8.25’’ (2.03m)

Médias na temporada 2015-16: 21.1 pontos, 7.7 rebotes, 1.1 assistência, 0.9 roubada de bola, 1.0 toco, 1.9 desperdícios de bola, 46.2% de aproveitamento nos arremessos de quadra, 32.9% de conversão em bolas de três pontos, 78.2% de aproveitamento nos lances livres, 34.2 minutos

Pontos fortes: Bentil é uma máquina de pontuar, tanto no garrafão quanto no perímetro, e foi um dos destaques do basquete universitário na última temporada. Grande finalizador ao redor da cesta com ambas as mãos e dotado de força física e envergadura privilegiadas, ele utiliza bem seu corpo no jogo de contato no garrafão. Ele também possui movimentos fluidos e um trabalho de pés elogiável. Suas mãos grandes o ajudam bastante no controle de bola (muito bom para um jogador da posição) e, claro, na hora de receber a bola no low post e finalizar através de um gancho sobre o ombro esquerdo ou de um arremesso no fundo de quadra. Bentil prefere encarar de frente seu marcador do que o jogo de costas para a cesta. Além disso, ele tem uma boa mecânica de arremesso e capacidade de chutar razoavelmente bem de média e longa distância. Na NBA, ele poderá ser utilizado como um stretch four (ala-pivô que espaça a quadra) ou como um pivô em formações mais baixas. Bentil se destacou nos treinamentos do Draft Combine, realizado na última semana, e sua projeção tende a subir até a realização do recrutamento. Pela sua versatilidade ofensiva, ele tem tudo para se dar bem na NBA.

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Pontos fracos: não tem altura privilegiada para um jogador de garrafão e nem atributos atléticos que saltam aos olhos. Em Providence, Bentil foi utilizado basicamente como pivô. Se no ataque ele demonstra excelência, na defesa ele deixa a desejar. Como defensor, Bentil tem dificuldades em marcar jogadores mais altos, que gostam de jogar de costas para a cesta. Precisa ser mais agressivo nesse lado da quadra, já que tem força física, agilidade e envergadura para ao menos ser um marcador razoável. Além disso, o ala-pivô tem dificuldades em criar o próprio arremesso. Não tem um grande QI de basquete e sua visão de quadra é limitada. Às vezes, Bentil confia em excesso nos arremessos do perímetro e acaba se precipitando na escolha dos chutes.

Comparação: Paul Millsap (Atlanta Hawks) sem defesa

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Projeção: entre as escolhas 27 e 40

Confira alguns lances de Ben Bentil

Legenda
– Sophomore (segundo ano universitário)

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