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Previsões 2020-21 – Falta magia para o esforçado Magic

Time da Flórida tenta manter-se no cenário de playoffs do Leste com elenco mediano desfalcado de seu principal jovem talento, Jonathan Isaac

boletim rumores nba times
Fernando Medina/AFP

Previsão da temporada 2020/21 – Ser esforçado supera magia para o Magic? 

  

   

Vai e vem do mercado… 

QUEM CHEGA 

QUEM SAI 

Cole Anthony (armador, draft)  D.J. Augustin (armador, Bucks) 
Dwyane Bacon (ala-armador, Hornets)            Melvin Frazier (ala, Thunder) 
Jordan Bone (armador, Pistons)  Wesley Iwundu (ala, Mavericks) 
Devin Cannady (armador, calouro)  Amile Jefferson (ala-pivô, Celtics)                
Robert Franks (ala, Hornets)  B.J. Johnson (ala, Heat) 
Karim Mane (ala-armador, calouro)  Vic Law (ala-pivô, Austrália) 
Chuma Okeke (ala-pivô, draft)  Josh Magette (armador, Turquia) 
Jon Teske (pivô, calouro)   

  

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Elenco 

NÚMERO 

JOGADOR  POSIÇÃO 

IDADE 

20  Markelle Fultz  Armador  22 
50  Cole Anthony  Armador  20 
Michael Carter-Williams       Armador  29 
23  Jordan Boone  Armador  23 
30  Devin Cannady  Armador  24 
10  Evan Fournier  Ala-armador       28 
31  Terrence Ross  Ala-armador  29 
Dwyane Bacon  Ala-armador  25 
Karim Mane  Ala-armador  20 
11  James Ennis III  Ala  30 
12  Gary Clark  Ala  26 
22  Robert Franks  Ala  23 
00  Aaron Gordon  Ala-pivô  25 
Jonathan Isaac  Ala-pivô  23 
Al-Farouq Aminu  Ala-pivô  30 
Chuma Okeke  Ala-pivô  22 
Nikola Vucevic  Pivô  30 
Mo Bamba  Pivô  22 
24  Khem Birch  Pivô  28 
15  Jon Teske  Pivô  23 

  

Prevendo o time 

Titulares: Markelle Fultz, Evan Fournier, James Ennis III, Aaron Gordon e Nikola Vucevic
Principais reservas: Terrence Ross, Michael Carter-Williams, Cole Anthony, Dwyane Bacon, Gary Clark e Khem Birch 
Técnico: Steve Clifford 

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O “cara” da franquia 

Único all-star do Magic desde a saída de Dwight Howard, Nikola Vucevic é um toque de inspiração em um elenco formado por muitos “operários” e um dos poucos atletas pelos quais o ataque sofrível de Orlando consegue desafogo. O montenegrino pode espaçar a quadra, finalizar em torno do aro com refino e até atuar como point center em instantes isolados. Atuações como a vitória na primeira partida dos playoffs na “bolha”, diante do Bucks, provam como esse pivô pode impactar o jogo como poucos na NBA. 

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Fique de olho! 

Livre das polêmicas e discussões sobre seu arremessoMarkelle Fultz está cada vez mais confortável no papel de armador de Orlando – a ponto da equipe ter abdicado da renovação com D.J. Augustin. É um jogador muito difícil de ser contido em transição e quando tenta infiltrar em garrafões, enquanto seu tiro de longa distância parece estar voltando à normalidade a cada treino. Ainda com apenas 22 anos, ele insinua ser uma aposta das mais interessantes para atleta que vai “explodir” na próxima temporada.  

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O ponto de interrogação 

É impressionante como, chegando à terceira temporada na liga e com mais de 100 jogos disputados, sabemos pouco sobre Mo Bamba. Ser um dos reservas do mais importante jogador da equipe não ajuda, obviamente, mas o pivô falhou em deixar uma marca nas chances que teve. Ele corre a quadra com a agilidade que projetamos, mas seu impacto em potencial como defensor e espaçador da quadra surge aqui e ali. Quando será que a sexta escolha do draft de 2018 mostrará o que pode? E será que isso vai acontecer em Orlando? 

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O que esperar do Magic na temporada? 

Essa temporada desenha-se estranha para o Magic, um time viciado no pequeno prazer de ser sétimo ou oitavo do Leste ano após ano. As equipes da conferência melhoraram, mas Orlando soou extremamente tranquilo observando a ação do mercado enquanto o seu elenco sofria baixas. Para começar, Steve Clifford não terá dois titulares da última temporada: o armador D.J. Augustin saiu para o Milwaukee Bucks, enquanto o jovem Jonathan Isaac vai passar a campanha recuperando de lesão e cirurgia no joelho. 

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A ação da franquia na agência livre limitou-se a fechar a contratação de Dwayne Bacon com uns dez minutos de mercado reaberto. É um movimento que resume um caráter “operário” do elenco, que valoriza transpiração sobre inspiração. Os reforços, de fato, serão os calouros que chegam: o ala-pivô Chuma Okeke, um potencial 3-and-D que foi escolhido na primeira rodada do draft de 2019, e o armador Cole Anthony, pontuador técnico e talentoso selecionado na 15a posição do recrutamento desse ano. 

Dá para se animar com esses jovens? É claro que sim. Mas, via de regra, os calouros não te levam aos playoffs. Gary Clark, James Ennis e Michael Carter-Williams não te levam também, mas eles são veteranos e tendem a sair em vantagem nessa corrida. Esse é o jogo. 

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Não dá para esperar surpresas também no estilo de jogo de Orlando: esse é um time que defende de forma extremamente disciplinada e, desde que Clifford assumiu como técnico, está entre as dez mais eficientes marcações da NBA. É um sistema baseado em evitar pontos fáceis (contra-ataques, lances livres) e arremessos de longa distância, o que esse elenco já provou saber fazer. O melhor defensor do elenco não estará por lá, Isaac, mas ele já foi desfalque antes e essa defesa respondeu bem. 

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O problema é que, com o Magic, você precisa ganhar os jogos na defesa. A ofensiva é extremamente limitada, básica e comprometida pela falta de chutadores eficientes – o que, se os novatos não chegarem com aquela mira calibrada, tende a ser (ainda mais) agravado pela saída de D.J. Augustin. A receita do bolo é simples e fácil, mas não tem muito sabor: os armadores e Evan Fournier tentam infiltrar para forçar uma reação da defesa, Aaron Gordon busca criar algum mismatch ou é bola na mão do Vucevic. 

Orlando está apostando que isso é o bastante para chegar aos playoffs, como aconteceu em anos anteriores. A aposta é substituir o melhor defensor e o melhor arremessador do elenco por bons novatos e a evolução interna dos atletas – em especial, Fultz. Não deixa de ser um risco. A verdade é que, mesmo que sobre vontade e transpiração, falta magia e criatividade para esse Magic. E, na NBA, esforço e disciplina raramente triunfam sobre o talento.  

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Projeção Jumper Brasil 

Divisão Sudeste: 4o lugar
Conferência Leste: 11o lugar 

  

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