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Previsão da temporada 2020-21 – Toronto Raptors

Após boa defesa de título, equipe canadense tenta superar mudanças no garrafão para seguir no topo da competitiva conferência Leste

vanvleet morant melhores semana
AFP

Previsão da temporada 2020/21 – Toronto Raptors 

  

 

Vai e vem do mercado… 

QUEM CHEGA 

QUEM SAI 

Aron Baynes (pivô, Suns) Marc Gasol (pivô, Lakers) 
De’Andre Bembry (ala-armador, Hawks)         Dewan Hernandez (pivô, sem time) 
Henry Ellenson (ala-pivô, Knicks) Rondae Hollis-Jefferson (ala, Twolves)           
Malachi Flynn (armador, draft) Serge Ibaka (ala-pivô, Clippers) 
Jalen Harris (ala-armador, novato) Malcolm Miller (ala, sem time) 
Alize Johnson (ala, Pacers) Shamorie Ponds (armador, sem time) 
Alex Len (pivô, Hawks)  
Yuta Watanabe (ala-armador, G-League)  

  

Elenco 

NÚMERO 

JOGADOR POSIÇÃO 

IDADE 

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Kyle Lowry Armador 34 
23 Fred VanVleet Armador 26 
Malachi Flynn Armador 22 
24 Norman Powell Ala-armador 27 
21 Matt Thomas Ala-armador 26 
Terrence Davis Ala-armador 23 
22 Patrick McCaw Ala-armador 25 
95 De’Andre Bembry Ala-armador 26 
11 Oshae Brissett Ala-armador 22 
Paul Watson Ala-armador 25 
Jalen Harris Ala-armador 22 
O.G. Anunoby Ala 23 
Stanley Johnson Ala 24 
12 Alize Johnson Ala 24 
18 Yuta Watanabe Ala 26 
43 Pascal Siakam Ala-pivô 26 
25 Chris Boucher Ala-pivô 27 
44 Henry Ellenson Ala-pivô 23 
46 Aron Baynes Pivô 34 
27 Alex Len Pivô 27 

  

Prevendo o time 

Titulares: Kyle Lowry, Fred VanVleet, O.G. Anunoby, Pascal Siakam e Aron Baynes
Principais reservas: Norman Powell, Terrence Davis, Chris Boucher e Matt Thomas
Técnico: Nick Nurse

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O “cara” da franquia
   

Pascal Siakam emergiu como a referência do Raptors após a saída de Kawhi Leonard, confirmando sua evolução meteórica em quatro anos na NBA. A capacidade de marcar múltiplas posições e atacar a partir do drible com 2.10m de estatura fizeram com que, além de um mismatch ambulante, ele fosse eleito para o segundo time ideal da última temporada. Toronto foi bem competitivo durante as péssimas atuações do ala-pivô na “bolha”, mas o time precisa dele em alto nível se quiser voltar a ser um “azarão” pelo título. 

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Fique de olho! 

Embora nunca tenha sido visto como o líder do RaptorsKyle Lowry é a alma e coração dessa franquia nos últimos anos. As estatísticas e o elenco apontam que ninguém é tão “termômetro” do sucesso dos canadenses quanto o astro. A forma como ele mudou seu jogo nos dois lados da quadra, atuando mais sem a posse da bola e defendendo com menos mobilidade, foi um esforço de adaptação brilhante. Com 34 anos, porém, parece seguro dizer que uma queda natural se aproxima. O que esse declínio pode representar para Toronto? 

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O ponto de interrogação 

Raptors perdeu os seus dois principais jogadores de garrafão nessa offseason, com as saídas dos veteranos Serge Ibaka e Marc Gasol como agentes livres. A reposição veio em ações rápidas no mercado, com o sempre subestimado Aron Baynes virando o pivô titular e o jovem Chris Boucher – que já estava lá, mas, agora, com contrato estendido – ganhará maior espaço na rotação para ser o substituto de Ibaka. Como essa dupla vai repor dois experientes campeões da NBA é a maior dúvida da temporada de Toronto.  

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O que esperar do Raptors na temporada? 

Nos últimos anos, mesmo antes da conquista do título da NBA, o Raptors especializou-se em contrariar as expectativas gerais e fazer campanhas melhores do que o esperado. A equipe canadense não costuma fazer contratações de impacto, mas possui uma ideia de jogo sólida e sempre contava com o poder da continuidade, do entrosamento. As saídas de Leonard, Gasol e Ibaka desde o ano passado, porém, começam a ruir essa vantagem habitual dos canadenses. O alento é que Fred VanVleet fica. 

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Aliás, o mercado de Toronto foi muito bom: após perder Gasol e Ibaka já com boa parte dos agentes livres já contratados, o time encontrou boas alternativas em Aron Baynes e Alex Len no apagar das luzes. Hoje, De’Andre Bembry é uma aposta com mais potencial do que Rondae Hollis-Jefferson. As extensões de VanVleet e Boucher eram obrigatórias. O problema é que, como já dito, essas contratações – boas ou ruins – são sinais de um elenco que vai se distanciando daquele campeão da NBA em 2019.

 

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Se o plantel muda, a tendência é que a forma de jogar do Raptors seja mantida e siga à imagem do atual melhor técnico da liga, Nick Nurse. É um sistema ofensivo oportunista no ataque, que cria desequilíbrios a partir de ações inicialmente individuais acreditando na inteligência e boa tomada de decisão de seus jogadores para abrir linhas de passe e infiltrações. A defesa é baseada em forte comunicação e entrosamento para, abdicando até da agressividade na bola, rotacionar e evitar espaços para arremessadores.

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Essa descrição pode não ser interessante, mas, na maior parte da temporada, a equipe esteve entre os dez ataques e defesas mais eficientes da liga. Mais uma vez, porém, o sucesso passava pelo entrosamento dos jogadores e uma compreensão muito sólida do que fazer em quadra. Quanto mais esse grupo mudar, maior tende a ser a chance da fórmula não funcionar tão bem assim. Jogar longe do Canadá, cumprindo a temporada em Tampa Bay, é outro fator que não ajuda. 

Raptors tem virtudes claras para todos: a dupla Lowry/VanVleet vai seguir colocando pressão nos adversários nos dois lados da quadra, Siakam é um dos mismatches mais particulares da liga e até acho que o banco de Toronto é mais forte do que se imagina, com os “achados” de Masai Ujiri. Mas, por mais que os canadenses tenham o costume de surpreender, é difícil não olhar para um topo do Leste marcado por jovens astros e não ver esse time como quem tem mais cara de “fim de festa”. 

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Projeção Jumper Brasil 

Divisão Atlântico: 4o lugar
Conferência Leste: 6o lugar 

  

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