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Previsão: Oklahoma City Thunder (4º) x (5º) Utah Jazz

Equipe de Russell Westbrook bate de frente com uma das melhores defesas da liga no início dos playoffs

Oklahoma City Thunder (4º) x (5º) Utah Jazz

Confrontos na temporada: Oklahoma City Thunder 3 x 1 Utah Jazz

21 OUT – Thunder 87 x 96 Jazz

05 DEZ – Jazz 94 x 100 Thunder

20 DEZ – Jazz 79 x 107 Thunder

23 DEZ – Thunder 103 x 89 Jazz

  

Programação da série

15-04: Thunder x Jazz – 19h30 (em Oklahoma City)

18-04: Thunder x Jazz – 21h00 (em Oklahoma City)

21-04: Jazz x Thunder – 22h00 (em Utah)

23-04: Jazz x Thunder – 22h30 (em Utah)

25-04: Thunder x Jazz – horário a confirmar (em Oklahoma City)*

27-04: Jazz x Thunder – horário a confirmar (em Utah)*

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29-04: Thunder x Jazz – horário a confirmar (em Oklahoma City)*

* Se necessário
Horários de Brasília

Cleveland Cavaliers (48-34)

Time-base: Russell Westbrook, Corey Brewer, Paul George, Carmelo Anthony, Steven Adams

Reservas com mais tempo de quadra: Jerami Grant, Raymond Felton, Alex Abrines, Patrick Patterson, Terrance Ferguson

Técnico: Billy Donovan

 

Utah Jazz (48-34)

Time-base: Ricky Rubio, Donovan Mitchell, Joe Ingles, Derrick Favors, Rudy Gobert

Reservas com mais tempo de quadra: Jae Crowder, Dante Exum, Alec Burks, Jonas Jerebko, Royce O’Neale

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Técnico: Quin Snyder

Análise do confronto

Thunder e Jazz é mais um confronto de diferenças na primeira rodada dos playoffs: um time mais talentoso, explosivo e com vantagem de mando de quadra (embora as duas equipes tenham vencido 48 partidas) encara o que vive melhor momento, mais coletivo e consideravelmente melhor treinado. Trata-se, provavelmente, da série mais difícil de “palpitar” entre as oito que abrem os playoffs deste ano.

Para piorar a situação, os quatro jogos da temporada regular não servem para dar uma imagem clara do embate que desenha-se nos playoffs. Todos foram realizados ainda em 2017, quando o Thunder ainda possuía Andre Roberson entre os titulares e o Jazz não contou com Rudy Gobert em duas oportunidades – e, na verdade, teve participação muito limitada em uma terceira. São equipes, hoje, bem diferentes.

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O time de Oklahoma City controlou o oponente forçando erros de ataque sobre um ataque pouco organizado e dominando a tábua, naquelas partidas. Era o tempo em que, com Roberson, a equipe tinha uma das melhores defesas da NBA. A ausência de Gobert certamente possui sua influência na questão dos rebotes. Tudo isso não parece ser mais aplicável ao desenho atual dos adversários.

https://www.youtube.com/watch?v=P84bOgndpWo

O Jazz não é o time mais indicado para tirar proveito da defesa do Thunder, em um primeiro olhar. Mitchell deve ser mercado a série toda por Paul George, já que os outros atletas de perímetro de Utah não colocam extrema pressão sobre a defesa adversária no jogo individual. É provável que o quarto colocado do Oeste também possa dar espaço para que Ricky Rubio arremesse na tentativa de cobrir linhas de passe e “travar” a bola nas mãos do espanhol e Joe Ingles.

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Além disso, Favors não é o atleta para explorar as deficiência de Carmelo Anthony na defesa, a não ser que seja colocado em pick and rolls – o que deverá significar Rudy Gobert congestionando o garrafão ou fora dele, onde não será uma ameaça ou mobilizará Steven Adams. A verdade é que, em condições normais, esse Jazz não tira o Thunder de sua zona de conforto no lado defensivo da quadra.

Tudo passa a depender, então, da capacidade da ofensiva comandada por Russell Westbrook colocar pressão sobre a melhor defesa da NBA. E isso também não é, exatamente, uma garantia. É provável que o Jazz “ofereça” os chutes de media e longa distância para o astro, mantendo-o fora do garrafão e sem tirar Gobert da área pintada – próximo de Steven Adams. É assim que Utah costuma executar contra adversários dessas características.

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A existência de Corey Brewer ou um reserva na vaga de Andre Roberson – que não é uma ameaça ofensiva consistente – ainda dá a oportunidade do Jazz “esconder” um possível elo mais fraco defensivo do quinteto ou até dobrar marcações sobre outros jogadores do oponente. O Thunder tentará correr para reduzir o impacto, mas encontrará do outro lado o melhor time da liga em desacelerar o ritmo, “travar” ações e forçar o jogo de meia quadra – o que costuma levar Westbrook a tomar decisões erradas.

No fim das contas, a situação parece girar em torno do que você mais acredita: na capacidade do Thunder quebrar a defesa do Jazz ou na capacidade do Jazz “travar” o ataque do Thunder. A margem de erro é menor para Utah, que não tem mando de quadra, mas também é uma equipe mais confiável no momento. Sinceramente, poucas séries sugerem tanto que você jogue uma moeda para cima e decida para um dos lados na sorte.

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Palpite

Oklahoma City Thunder 4 x 3 Utah Jazz

 

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