Notícias Rumores Opinião Classificação Onde Assistir
Conferência Leste
Atlanta Hawks Boston Celtics Brooklyn Nets Charlotte Hornets Chicago Bulls Cleveland Cavaliers Detroit Pistons Indiana Pacers Miami Heat Milwaukee Bucks New York Knicks Orlando Magic Philadelphia 76ers Toronto Raptors Washington Wizards
Conferência Oeste
Dallas Mavericks Denver Nuggets Golden State Warriors Houston Rockets LA Clippers LA Lakers Memphis Grizzlies Minnesota T-Wolves New Orleans Pelicans OKC Thunder Phoenix Suns Portland Trail Blazers Sacramento Kings San Antonio Spurs Utah Jazz

Prêmios da temporada – Executivo do ano

Jumper Brasil discute quem foram os melhores dirigentes da temporada Os playoffs estão chegando e é hora da NBA anunciar os vencedores dos prêmios individuais e times ideais da temporada. Os ganhadores costumam ser revelados durante a primeira rodada do mata-mata e, por isso, o Jumper Brasil aproveita a última semana de jogos regulares para […]

Jumper Brasil discute quem foram os melhores dirigentes da temporada

Os playoffs estão chegando e é hora da NBA anunciar os vencedores dos prêmios individuais e times ideais da temporada. Os ganhadores costumam ser revelados durante a primeira rodada do mata-mata e, por isso, o Jumper Brasil aproveita a última semana de jogos regulares para reunir sua equipe e discutir quem deveriam ser os atletas agraciados com as honrarias.

Durante esta semana, cinco integrantes de nossa equipe de colaboradores vão, diariamente, socializar suas impressões sobre a temporada e os principais destaques do ano. Todos os prêmios vão ser discutidos. Sinta-se a vontade para concordar ou discordar de nossas visões, deixe suas opiniões nos comentários.

Continua após a publicidade

Hoje é dia de discutirmos o prêmio de melhor executivo da temporada:

OBS: As respostas foram dadas antes de Larry Riley ser “rebaixado” de GM para diretor de recrutamento do Golden State Warriors.


1 – Quem receberia o seu voto para o prêmio de executivo do ano?

Ricardo Stabolito Jr.: É um crime que Sam Presti, do Oklahoma City Thunder, ainda não tenha vencido este prêmio ainda. Ainda mais com gente como John Hammond (Milwaukee Bucks) já possuindo um. Mas a temporada foi de Larry Bird. Seu plano de cinco anos para reconstruir o elenco do Indiana Pacers foi finalizado antes do esperado, mesmo contando apenas com uma escolha TOP 10 de draft no período. Teve paciência para investir e soube fazer trocas pontuais. Ele deverá sair da organização em algumas temporadas, mas deixa como legado um time jovem e competitivo.

Continua após a publicidade

Vinicius Donato: Sam Presti. A cada ano, o time montado por ele fica melhor. E nada de darem o prêmio ao cara.

Gustavo Lima: Larry Bird, do Pacers. Ele usou bem o dinheiro disponível na folha salarial para trazer reforços pontuais. Assinou com David West, para preencher a lacuna na carente posição de ala-pivô; trocou uma escolha de draft pelo armador George Hill – jogador que se mostrou útil ao time; e, na trade deadline, contratou Leandrinho, que era a peça que faltava à rotação por uma escolha de segunda rodada de draft (ou seja, nada). Tudo isso sem estourar o teto salarial. O resultado? O Pacers fechou a temporada regular com a terceira melhor campanha da conferência Leste.

Continua após a publicidade

Zeca Oliveira: Seguindo o critério usado nas premiações dos anos anteriores, meu voto vai para Neil Olshey, do Los Angeles Clippers. A troca que levou Chris Paul para a franquia foi a negociação de maior impacto na temporada e fez com que os angelinos se tornassem muito mais competitivos, para não dizer um dos favoritos ao título.

Lucas Colisse: Larry Bird, sem dúvidas. Ao lado do restante do Pacers, ele conseguiu montar uma equipe competitiva e sem vaidade. Não tem um all star, que precise ter a bola nas mãos ou vá reclamar se o time não jogar em função dele. Além disso, a franquia está terminando a temporada regular à frente de times como o Boston Celtics, por exemplo.

Continua após a publicidade


2 – E quem é o pior GM empregado na NBA? 

Ricardo Stabolito Jr.: Larry Riley, do Golden State Warriors. Sempre na loteria. Sempre fazendo trocas horrorosas. Sempre com a folha salarial comprometida. Difícil entender qual a lógica por trás de suas (péssimas) decisões.

Vinicius Donato: Rod Higgins não é o gerente geral do Bobcats, mas ocupou o cargo até o ano passado e o acho pior do que qualquer um dos GMs empregados atualmente.

Gustavo Lima: Larry Riley. Fez duas trocas horríveis para o Golden State Warriors. Liberou seu melhor jogador (Monta Ellis) por um pivô caro que vive mais no departamento médico do que em quadra (Andrew Bogut). Trouxe o decadente Richard Jefferson e seu contrato de mais dez milhões de dólares por temporada até 2014. E, por último, seu maior erro: manteve no elenco Andris Biedrins, pior custo-benefício da NBA. Como anistiou Charlie Bell no início da temporada, a franquia terá que “engolir” o letão com contrato de US$27 milhões até 2014. Em suma, Riley comprometeu a folha salarial do time por mais duas temporadas.

Continua após a publicidade

Zeca Oliveira: Joe Dumars se esforçou muito para tentar levar esse “prêmio” ao escolher Darko Milicic na segunda escolha do draft de 2003 e dar contratos absurdos para Ben Gordon e Charlie Villanueva, mas acho que Otis Smith (Orlando Magic) é o que vem fazendo mais besteiras ultimamente. Eu até admiro sua ousadia, mas quando o melhor companheiro que você consegue arrumar para Dwight Howard é Jason Richardson, as coisas não estão legais. E, poxa, Brandon Bass por Glen Davis? Sério?

Lucas Colisse: Ernie Grunfeld, do Washington Wizards. Mesmo tendo jovens muito talentosos na equipe, como John Wall, ele não consegue montar um time competitivo – muito pelo contrário. A culpa não é só do dirigente, mas ele poderia ter desempenhado um papel melhor.

Continua após a publicidade


3 – Que executivo você não vê iniciando a próxima temporada no cargo?

Ricardo Stabolito Jr.: Otis Smith, do Orlando Magic. Não o acho tão ruim quanto a maioria, mas não existem mais condições de mantê-lo na franquia. Por mais que veja a lógica de seus movimentos (e concorde com muitos deles), seu trabalho passou longe de dar certo nos últimos dois anos.

Vinicius Donato: Rod Higgins, do Charlotte Bobcats.

Gustavo Lima: Larry Riley, do Golden State Warriors. Fez um trabalho medíocre nesta temporada.

Continua após a publicidade

Zeca Oliveira: Acho que Rod Higgins (Bobcats), já que o time de Charlotte está passando por uma reformulação e ele ainda não provou ser bom quando trabalhando com uma mentalidade a longo prazo.

Lucas Colisse: Acho que Grunfeld, do Wizards, e Rod Higgins, do Bobcats. São disparadas as duas piores franquias da liga e têm que se reestruturar urgentemente.


4 – Qual é o GM que terá mais trabalho nesta temporada?

Ricardo Stabolito Jr.: Rich Cho, do Charlotte Bobcats. Diferente do circo que a imprensa faz, eu não acho que o Bobcats esteja realmente preocupado com o fato de ser a pior equipe da história da NBA. O Thunder também foi um dos piores há três ou quatro anos e hoje briga pelo título. Esse é o objetivo de Cho – remontar como Oklahoma fez. O trabalho é gigantesco.

Continua após a publicidade

Vinicius Donato: Rich Cho, do Bobcats.

Gustavo Lima: Rich Cho, do Bobcats. Vai ter um trabalho enorme para montar um elenco decente para a próxima temporada.

Zeca Oliveira: Daryl Morey, do Houston Rockets. São três temporadas seguidas “batendo na trave” por uma vaga nos playoffs. Isso é muito pior do que qualquer campanha de sete vitórias e 59 derrotas e parece estar virando um círculo vicioso. Então, eu espero algo mais radical por parte de Morey e isso nunca é algo simples de se arquitetar.

Continua após a publicidade

Lucas Colisse: Danny Ainge, do Boston Celtics. Com o elenco envelhecido, ele terá a missão de começar a dura missão de renovar a equipe a montando para jogar em torno de Rondo. O famoso “Big Three” (Ray Allen, Paul Pierce e Kevin Garnett) terá que ser desfeito em troca de jogadores jovens, escolhas de draft e etc.


5 – Você está iniciando uma franquia hoje e pode contratar qualquer GM em atividade na NBA. Quem seria e por quê?

Continua após a publicidade

Ricardo Stabolito Jr.: Sam Presti, do Oklahoma City Thunder. Seu trabalho pela franquia nos últimos cinco anos é o exemplo perfeito de como se montar um time na NBA. Excelente recrutador, sempre leva a melhor nas trocas e sabe lidar com as nuances salariais da liga. Hoje, ele é o mais próximo que existe do dirigente ideal.

Vinicius Donato: Sam Presti. Só ver todo o processo de construção do elenco do Thunder.

Gustavo Lima: Sam Presti. Fez um trabalho de se tirar o chapéu no Thunder. Em três anos, por meio de escolhas de draft, ele levou o time de coadjuvante a concorrente ao título. E trouxe nomes como Thabo Sefolosha e Kendrick Perkins para completar o jovem e talentoso elenco.

Zeca Oliveira: R.C. Buford, se possível acompanhado de todos os scouts do San Antonio Spurs. A franquia está indo ao seu 15º playoff seguido sem estar em um grande centro ou fazendo movimentos radicais. Essa “Era Vencedora” está durando tanto tempo porque as apostas do GM – tanto no draft, quando em agentes livres – são geniais. Lembremos que qualquer uma das outras 29 equipes da NBA tiveram a chances de selecionar Tony Parker, Manu Ginobili e Tiago Splitter no recrutamento, mas quem o fez foi o Spurs (mesmo sem nunca estar no topo do draft).

Lucas Colisse: Eu contrataria R.C. Buford, do San Antonio Spurs. Ele faz um ótimo trabalho há anos e sempre consegue montar times competitivos. Por mais que a base do time seja a mesma há pelo menos sete ou oito anos, as peças de reposição e do banco que chegaram à equipe sempre deram certo.

comentários