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Para técnico do Jazz, Rudy Gobert merece ser eleito defensor do ano

Quin Snyder garante que sucesso da equipe acontece em torno das habilidades do pivô

Poucos prêmios da temporada ainda parecem mais em aberto a duas semanas do término da campanha regular do que defensor do ano. Atletas dos mais diversos, como Draymond Green, Paul George, Al Horford e Joel Embiid, são citados em discussões sobre a honraria. Mas, para o técnico Quin Snyder, o troféu deve ficar com um de seus comandados no Utah Jazz: o pivô Rudy Gobert.

“Para entender sua eficiência, você quase só precisa comparar o que os jogadores fazem quando Rudy está em quadra e quando não está. É outro jogo. Só vejam o que o Jazz realiza. Seria ótimo se ele desse uns dez tocos por partida, mas, se só tomarmos 90 pontos por 100 posses de bola, teremos mais chances de vencer. E isso é o que Rudy faz”, defendeu o treinador, em entrevista ao site SB Nation.

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Os números realmente apontam um impacto gigante de Gobert na defesa de Utah, uma das mais fortes da liga. O francês lidera a liga em defensive real plus-minus, possui a segunda maior média de tocos da liga e o time vem sofrendo (incríveis) 10.5 pontos a menos por 100 posses de bola desde que ele retornou de sua mais recente lesão, em 19 de janeiro.

Snyder sabe que o fato do pivô ter disputado apenas 49 jogos até o momento deve “atrapalhá-lo” na votação, mas pede que os votantes tenham bom senso. “Se Rudy tivesse jogado mais uns 20 jogos, ele seria mais considerado. Mas não há número mínimo de jogos para votar em alguém. Então, isso é subjetivo. E, se é subjetivo, peço que olhem para nosso time e o que fazemos em torno desse cara”, concluiu.

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