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Para Michael Jordan, formação de supertimes é nociva a futuro da NBA

Dono do Hornets acredita em inevitável desvalorização de várias franquias com polarização

Os supertimes são bons para a NBA? Se a polarização da liga não parece incomodar o comissário Adam Silver, o considerado melhor jogador de todos os tempos vê a situação com bem mais cautela. Michael Jordan, que também é dono do Charlotte Hornets, abordou a reunião de astros em algumas poucas equipes com um olhar mais preocupado do que o normal.  

“Acho que isso será nocivo ao aspecto geral da liga, do ponto de vista competitivo. Você terá um ou dois times que serão ótimos e outras 28 franquias que vão ser um lixo – ou enfrentam problemas tecnicamente, ou terão dificuldades para sobreviver como negócios”, alertou o hexacampeão pelo Chicago Bulls, em entrevista para a revista Cigar Aficionado.

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A NBA vive uma polarização de forças, evidenciada pela primeira vez na história em que dois mesmos times (Golden State Warriors e Cleveland Cavaliers) fizeram as finais da liga por três anos seguidos. Para “combatê-los”, equipes como Boston Celtics, Houston Rockets e Oklahoma City Thunder agora possuem múltiplos all-stars no elenco.

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