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Os maiores erros de jogadores em contratos da NBA

Lista conta com atletas que tiveram uma chance de receberem grandes salários na liga

erros jogadores contratos NBA
Reprodução / X

Muitos jogadores chegam em momentos na NBA com chances de receberem bons contratos, mas alguns deles cometem erros básicos. Entre eles, a aposta neles mesmos. Hoje, listamos atletas que perderam dinheiro em momentos de extensões.

Claro que eles poderiam ganhar mais em outros momentos de suas carreiras, mas boa parte aqui acabou sem o dinheiro desejado. E o que veio depois não foi nada parecido na NBA.

Latrell Sprewell

Foi excelente jogador na NBA, All-Star, finalista com o New York Knicks, mas teve vários problemas. Entre eles, após discussão com o então técnico PJ Carlesimo, do Golden State Warriors, Spree o pegou pelo pescoço. Foi suspenso pelo resto do ano e trocado na temporada seguinte para o Knicks.

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Depois, deixou a liga após não aceitar extensão do Minnesota Timberwolves por três anos (US$21 milhões), o que daria a ele o 70° maior salário em 2004. Segundo ele, não dava para alimentar sua família. Com todos os erros, Latrell Sprewell ficou sem time aos 34 anos e nunca mais jogou na NBA.

Dennis Schroder

Em 2021, Dennis Schroder tinha a chance de receber um acordo com o Los Angeles Lakers no valor de US$84 milhões por quatro anos. Ele não quis, acreditando que poderia ganhar bem mais do que os US$22 milhões anuais. Então, testou o mercado da agência livre.

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Entretanto, havia uma grande concorrência. A cada instante daquela offseason, jogadores foram fechando contratos e ele seguia sem vínculo. Até os rumores sobre ele desapareceram na época.

Resumo rápido

  • Listamos seis jogadores que deixaram de ganhar grandes salários na NBA.
  • Em geral, por apostas que ganhariam contratos melhores, eles rejeitaram ofertas de seus times.
  • Boa parte jamais ganhou o salário imaginado.

Mas Schroder é talentoso o bastante para estar na NBA e ele conseguiu. Só que por US$5.9 milhões, com o Boston Celtics. Ele jamais obteve tais valores, enquanto teve a chance de voltar ao Lakers. E, claro, ele ganhou US$1.8 milhão em 2023. Eventualmente, voltou a ter um salário maior, ainda que bem longe dos US$22 milhões que teve “em mãos”.

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Jonathan Kuminga

Claro, ele é talentoso. Mas quando Jonathan Kuminga deixou de receber US$46.8 milhões por dois anos, algo aconteceu. O ala apostou em si mesmo e, claro, deu muito errado.

Na agência livre de 2025, ele demorou, mas aceitou um vínculo de US$24.3 milhões garantidos para 2025/26, com opção de US$26.1 milhões em 2026/27. Só que Kuminga foi em troca do Golden State Warriors para o Atlanta Hawks e a opção era do time. O Hawks não quis manter tal valor e ele virou agente livre.

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Então, ao invés de ter mais de US$20 milhões na próxima campanha, ele aceitou jogar no Minnesota Timberwolves por US$6.1 milhões. Ainda é jovem, mas já teve erros por conta de contratos que não aceitou.

Bobby Portis

Escolhas são escolhas, mas nem todas são 100% ruins. Bobby Portis, por exemplo, tinha um contrato de US$15 milhões em 2019/20 no New York Knicks e vinha crescendo de produção na NBA. No entanto, aquele ano em particular não foi bom o bastante. Ele era uma das melhores opções para o banco de reservas da liga, então recebeu proposta para jogar em um Milwaukee Bucks que montava um elenco bem forte. O problema, entretanto, é que ele aceitou um contrato de US$3.6 milhões.

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Foi uma aposta pessoal que deu certo, pois o Bucks foi campeão em seu primeiro ano por lá. Só que para ficar ali, ele aceitou ganhar US$4.3 milhões na campanha seguinte. Vencer um título não é nada fácil na NBA, mas quando jogadores atingem o prestígio da conquista, contratos assim podem não ser considerados erros por si só.

Mas Portis nunca mais foi campeão e aquele vínculo o limitou quando poderia atingir seu auge financeiro, ele jamais recuperou financeiramente sua aposta. Claro, foi campeão, e isso importa muito. Mas em termos de salários, o ala-pivô só terá a chance de bater aquele valor do Knicks em 2027/28, com US$15.6 milhões. Isso, se ele seguir no contrato.

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Nerlens Noel

Algumas decisões sobre contratos de jogadores podem se tornar grandes erros na NBA. Mas Nerlens Noel se superou. Em 2017, o pivô teve a chance de receber US$70 milhões por quatro anos, mas ele queria o valor máximo com o Dallas Mavericks.

Assim que Noel pediu tais valores, o Mavs jamais ofereceu algo perto daquilo. O time até ficou com ele no ano seguinte, mas pela oferta qualificatória (US$4.2 milhões). Só que aquele ano foi de muitas lesões e o jogador perdeu tempo de quadra. Como resultado, Dallas não fez mais propostas e ele saiu como agente livre.

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Assinou com o Oklahoma City Thunder por US$3.8 milhões e nunca conseguiu ganhar grandes contratos. Lembra do valor que ele poderia receber só naquela extensão? Pois é. Noel ficou nove anos na liga e somou pouco mais de US$45 milhões no total.

James Harden

James Harden, certa vez, não quis extensão prévia com o Brooklyn Nets por US$161 milhões, acreditando que poderia ter US$227 milhões por quatro anos ao fim da temporada. Pouco depois, foi em troca para o Philadelphia 76ers e aceitou US$68.6 milhões por dois anos, bem abaixo do que teria direito. Só que ele esperava que Daryl Morey cumprisse sua parte no acordo verbal.

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Não aconteceu.

Sem aquele que seria um de seus maiores contratos na NBA, Harden acabou aceitando US$70 milhões por dois anos no Los Angeles Clippers. Vale lembrar que ele poderia ganhar valores bem maiores. Não só no Clippers. Mas, por conta de sua carreira ser longa o bastante (17 temporadas até aqui), entrou na lista de jogadores com mais de US$500 milhões em salários. Os outros: LeBron James, Stephen Curry e Kevin Durant.

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