O que derruba Lakers, Heat e Magic na NBA?

Inconstantes, times deveriam estar em melhores posições na atual campanha da liga

NBA Lakers Heat Magic Fonte: Reprodução / X

A temporada 2025/26 vem tendo um festival de times inconstantes. Los Angeles Lakers, Miami Heat e Orlando Magic, por exemplo, pareciam ser equipes que subiriam de patamar na atual campanha da NBA. No entanto, algo acontece com os três, que não conseguem ter grandes sequências.

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Claro que outros times passam por problemas, mas são muito mais por lesões ou uma falta total e absoluta de jogadores de posições importantes. Um deles é o Minnesota Timberwolves, que tentou maquiar a falta de um armador titular com Donte DiVincenzo no lugar de Mike Conley.

Mas o time que chegou às finais do Oeste nos últimos dois anos conseguiu criar uma “gordura” nos primeiros 30, 35 jogos da NBA e chegou a ameaçar os melhores do Oeste. No entanto, Anthony Edwards não quer ser armador e tudo vem caindo nas mãos de Julius Randle para organizar o ataque. E o que era bom, virou um grande problema. Agora, são cinco derrotas consecutivas e caiu para a zona de play-in.

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Só que se tem uma equipe que está jogando em nível de play-in hoje na NBA é o Lakers. Enquanto o técnico JJ Redick parece descobrir a roda (não usar Deandre Ayton no fim dos jogos), o time dá sinais estranhos o tempo todo.

Em alguns momentos, Los Angeles faz as jogadas certas, a defesa funciona e Luka Doncic e LeBron James fazem coisas incríveis em quadra. Parece um time vencedor, que vai disputar os playoffs em grande nível.

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Mas, em outras fases dentro do mesmo jogo, o Lakers parece ser um amontoado de jogadores. Foi o que aconteceu contra o Dallas Mavericks, quando abriu mais de dez pontos, levou a virada por 15 e, ainda assim, venceu.

Claro que tem tudo a ver com os atletas que estão em quadra, mas ainda com a postura. Ayton alterna partidas sonolentas com dominantes, o que não dá para entender. Talento, ele nunca deixou de ter, mas não consegue ser constante. Lento, fora de sintonia, o pivô chegou como um upgrade ao que tinha na última temporada. Hoje, o torcedor já não o suporta mais.

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E mesmo Doncic e James passam por fases bem diferentes ao longo dos jogos. Enquanto o esoloveno faz grandes inícios, LeBron cuida do fim, o que é estranho um jogador de 41 anos ser obrigado a resolver partidas nos últimos minutos. E detalhe: nos dois lados da quadra, como contra o Mavs.

Só que a classificação mostra o Lakers na zona de playoffs, enquanto faz jogos de time de play-in.

Heat e Magic muito abaixo do que deveriam estar

Assim como o Lakers, Heat e Magic não produzem o que poderiam ou deveriam na NBA. E nem sempre é só lesão, pois isso, com mais de 40 jogos na temporada, é um problema para absolutamente todos os times.

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Tem muito a ver com peças que deveriam produzir mais e não tanto com os técnicos.

Pense no seguinte: o Magic era para estar entre os quatro, cinco melhores times do Leste, certo? Com as possíveis evoluções de Paolo Banchero e Franz Wagner, além da troca por Desmond Bane, todo mundo via Orlando brigando pelo topo.

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Mas está muito longe disso. Por mais que Wagner tenha problemas com lesões, Banchero não deu o salto que era esperado. Quem vem salvando é Anthony Black.

Enquanto isso, o Heat deixou de usar Kel’el Ware como uma de suas principais opções. Ele é ótimo, mas vem jogando muito mal, mesmo quando recebe mais minutos.

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Miami venceu o Oklahoma City Thunder há pouco mais de uma semana. Poucos dias depois, perdeu para o Portland Trail Blazers por quase 20. Entende isso? Zero consistência.

Trade deadline pode salvar

Claro que não é uma ciência exata, mas times costumam melhorar depois da trade deadline da NBA, o que pode ajudar muito a equipes como Lakers, Heat e Magic. Mas antes de tudo, é preciso entender o que o mercado oferece, as opções que os próprios times possuem e o futuro.

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Primeiro, o Lakers pode não fazer grandes movimentos agora. Talvez, uma troca envolvendo Rui Hachimura. Não pode abrir mão de Jarred Vanderbilt, pois ele é o oposto de Ayton. Apesar de não ser tão alto para a posição, é dele a maior entrega na defesa.

Nomes como Dalton Knecht, Gabe Vincent e Maxi Kleber podem ser envolvidos em trocas, mas quem no mercado quer eles? Vincent e Kleber possuem expirantes, então o negócio é ir atrás de quem quer jogadores assim. Por outro lado, Knecht pode ser útil se tiver tempo de quadra.

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O Heat tem um ataque muito veloz para encobrir o quanto é pouco eficiente, mas a defesa é muito boa. Com um encaixe certo, eventualmente com um Ja Morant por Tyler Herro e mais algumas coisas, pode funcionar bem.

Por fim, o Magic segue sem o arremesso de três e isso complica tudo. Aliás, quem não precisa de mais eficiência nisso, né?

Mas Orlando não tem volume ou aproveitamento. De resto, é apenas mediano em toda a NBA, seja lá qual for o quesito.

Trocas podem salvar Heat, Lakers e Magic, mas ninguém na NBA quer dar um “passo maior que a perna” agora. Tudo porque um dos maiores talentos da liga, Giannis Antetokounmpo, pode ficar disponível a qualquer momento. Vão gastar suas fichas e ficar sem poder de barganha pelo grego?

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É a pergunta da trade deadline.

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