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NBA limita viabilidade para trocas do novo contrato de Nenê com o Rockets

Franquia assinou contrato mínimo com pivô brasileiro, mas bônus poderiam elevar salário para aproximadamente US$10 milhões anuais

O novo contrato de Nenê Hilário com o Houston Rockets gerou discussão e quase não saiu do papel. De acordo com Shams Charania, do site The Athletic, a NBA e a Associação dos Jogadores aprovaram a renovação entre as partes com restrições, nessa quinta-feira. O vínculo pagará o mínimo para veteranos (US$2.6 milhões) ao pivô, mas inclui bônus que podem elevar os rendimentos a US$10 milhões no ano.

A decisão da liga foi aprovar o salário e bônus previstos no acerto, mas os pagamentos adicionais – que estariam ligados a metas facilmente alcançáveis – foram vetados como forma de “igualar” valores em possíveis trocas. Assim, mesmo que já tenha alcançado os objetivos que “liberam” as quantias extras na temporada, o contrato sempre será considerado com salário de US$2.6 milhões para efeito de negociações.

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O veto da NBA aconteceu por julgar que tratava-se de (mais) uma forma criativa do gerente-geral Daryl Morey “burlar” regras do acordo coletivo de trabalho da liga para criar um ativo interessante. Acreditava-se que o Rockets iria trabalhar para que Nenê atingisse os bônus rapidamente e, dessa forma, passaria a tê-lo como vínculo expirante de US$10 milhões para buscar reforços via trocas.

Charania apurou que o mesmo modelo de contrato também foi oferecido ao ala-armador Iman Shumpert, mas, sabendo que só se tratava de um artifício para viabilizar futuras negociações, ele recusou a proposta e resolveu buscar outro time imediatamente.

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Um dos alvos do Rockets no mercado, assim que esses contratos passassem a ter os salários “bonificados”, seria o ala Andre Iguodala – que o Memphis Grizzlies soa não querer liberar para candidatos ao título sem receber alguma compensação. Veterano de 17 temporadas e quase 1.000 jogos disputados na liga, Nenê registra médias de 11.3 pontos e 6.0 rebotes na carreira nos EUA.

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