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NBA: Com Derik Queen, Pelicans parece dar sinais de vida

Time de New Orleans melhora com a presença do jovem como titular

NBA Derik Queen Pelicans
Reprodução / X

Ainda é cedo para dizer, mas Derik Queen vem dando ao New Orleans Pelicans algo que não tinha nos últimos tempos na NBA: competitividade. O pivô, que chegou ao time no último Draft, joga e faz jogar. E o resultado disso é uma equipe muito mais equilibrada.

Claro que as quatro vitórias em 26 jogos não animam nem o torcedor mais fanático, mas Derik Queen dá sinais de muita qualidade, especialmente no ataque. O time possui boas peças e pode pensar em vitórias em breve, só que depende de alguns detalhes bem relevantes para a franquia.

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O Pelicans passou os últimos anos na NBA como chacota por conta das derrotas. E foi o que a diretoria ofereceu mesmo. Apesar de contar com vários nomes, o time não engrena.

Poderia ser o antigo técnico? Bem, Willie Green não ajudava mesmo, mas é só parte de todo o processo. O maior do Pelicans problema tem nome, sobrenome e está mais magro.

Sim, Zion Williamson resolveu ser profissional uma vez na vida, mas a que custo, não é mesmo? Depois de passar seis anos (pelo menos) muito acima do peso, agora ele está bem mais leve. Só que ele já jogou tanto tempo muito assim que seu corpo é de um jogador de 40 anos.

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Zion não consegue ficar saudável, mesmo estando visualmente bem mais magro. E que desperdício de talento, né? Agora, aos 25 anos, quando era para começar a atingir o seu melhor nível na NBA, ele só prejudica o Pelicans com suas inúmeras ausências.

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Por outro lado, Derik Queen parece ser uma luz no fim do túnel para o Pelicans, após virar piada no último Draft da NBA. Afinal, para quem não lembra, o time de New Orleans avançou em troca com o Atlanta Hawks e deu uma escolha de primeira rodada para selecionar o jovem. O problema é que Atlanta não queria o jogador e mirava Asa Newell desde sempre. No fim das contas, o Hawks ficou mesmo com Newell e uma pick muito valiosa.

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É fato que a direção do Pelicans fez algo pouco feliz, mas ganhou um jogador que pode ser de elite. Vale lembrar, óbvio, que ele é muito jovem e depende de muita coisa para virar um grande nome na NBA. Mas, até aqui, o saldo é positivo.

Desde que virou titular no Pelicans (14 jogos), Queen faz médias de 15.1 pontos, 6.6 rebotes e 5.4 assistências. Para um calouro, de sua posição, é algo muito bom.

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E se o Pelicans decidir fazer trocas de Jordan Poole e Zion, o time vai ganhar escolhas de Draft, além de talentos jovens. De preferência, picks para 2026.

Com Trey Murphy, Herb Jones, Jeremiah Fears e Derik Queen, o Pelicans ainda pode ter Dejounte Murray, que se recupera de lesão. É uma base boa, enquanto reforçaria várias posições no banco. Agora, imagine se consegue uma escolha no próximo Draft.

Pelicans segue mal, mas compete

Não é por perder quase sempre que a gente pode chamar o Pelicans de lixo na NBA, principalmente quando tem um jovem do nível de Derik Queen. Existem boas peças, como citamos.

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Nos últimos 12 jogos, o time perdeu dez, é verdade. Mas em cinco deles, foi por sete pontos ou menos. Ou seja, está competindo como pode. E com as voltas de caras como Trey Murphy e Herb Jones, tudo fica menos difícil, digamos.

Ainda não está na hora em que o Pelicans vai vencer jogos em sequência, mas é possível ver algumas vitórias ali no futuro.

E por falar em futuro, os contratos de Murphy, Jones, Fears, Murray e Queen são excelentes e batem na casa de US$81 milhões juntos. Caso New Orleans troque Zion e Poole (somam US$71.2 milhões), estamos falando de um time que pode equilibrar as finanças e contratar bons jogadores na próxima offseason, desde que as negociações sejam por expirantes.

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Basta a diretoria trabalhar de forma correta e fazer o que precisa ser feito.

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