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“Não vamos simplesmente dominar as Olimpíadas”, avisa Paul George

Astro da seleção norte-americana encara dificuldades no Rio de Janeiro como algo normal

Paul George USA

A seleção norte-americana é a única invicta do torneio olímpico e fechou a primeira fase com a liderança do grupo A, mas vive em meio à crise e contestação. A equipe venceu três partidas consecutivas por dez pontos ou menos pela primeira vez sob o comando de Mike Krzyzewski, na semana passada. Os “passeios” habituais dos EUA não acontecem mais e Paul George avisa: essa é a nova realidade do basquete.

“Pessoalmente, eu cheguei pensando que seria mais fácil. Mas nós não vamos vir aqui e simplesmente dominar as Olimpíadas. Há muito talento ao redor do mundo e é o que estamos vendo em quadra aqui. O nosso trabalho agora é conseguir encontrar uma forma de sairmos vencedores”, afirmou o astro do Indiana Pacers, reforçando a explicação dada pelo francês Nicolas Batum para o equilíbrio das Olimpíadas até o momento.

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O ala Kevin Durant não fez comentários elogiosos aos adversários do Team USA, mas concordou com as palavras de George. “É óbvio que todos querem nos ver vencendo por muitos pontos, mas isso não vai acontecer desta vez. Precisamos estar preparados para jogos duros e acho que mostramos, nas últimas rodadas, que podemos ganhar partidas disputadas nesse nível”, disse.

O chaveamento olímpico deverá colocar Croácia, Argentina ou Brasil no caminho dos norte-americanos nas quartas-de-final. Como todas as outras sete equipes, a seleção de Krzyzewski não terá margem para cometer o erro que esteve bem mais próximo do que o habitual de cometer na primeira fase. Para o treinador, porém, os playoffs tornam seu trabalho mais simples: é só vencer.

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“Todas as vantagens, os números, só importam ao longo da campanha. No fim das contas, ninguém vai pedir-lhe nada além da medalha de ouro. E, para isso, eu acho que só precisamos melhorar um pouco mais nos dois lados da quadra, como já falei nos outros jogos. Esse é o meu resumo da situação”, encerrou o técnico, que deixa o comando do time nacional ao fim das Olimpíadas.

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