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”Não tenho medo de nada em quadra”, avisa Ja Morant

Revelação do Grizzlies alcança marcas históricas em jogos de estreia nos playoffs e sua atitude ganha respeito de atletas do Jazz

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Alex Goodlett/AFP

Ja Morant está impressionando o mundo da NBA em seus jogos de estreia nos playoffs. Após liderar o Memphis Grizzlies à conquista da vaga na pós-temporada pelo play-in, o jovem armador protagonizou duas grandes atuações para começar a série melhor-de-sete contra o Utah Jazz, conseguindo um triunfo fora de casa. Foram performances tão incríveis que nem o toco desmoralizante de Rudy Gobert na segunda partida foi capaz de diminuí-las. Foi a prova de que Morant e o Grizzlies jogam sem medo em quadra.

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“Eu não tenho medo de nada dentro de quadra. Proteger o aro e bloquear arremessos é o trabalho de Rudy, certo? E o meu trabalho, por outro lado, é atacar a cesta e finalizar próximo da cesta. Obviamente, ele conseguiu um toco fantástico em mim. Todos viram. Mas, logo em seguida, já estava dentro do garrafão mais uma vez tentando fazer o que sempre fiz. É assim que funciona comigo”, explicou o jovem astro, depois de anotar 47 pontos no segundo embate da série quartas-de-final do Oeste.

Esses 47 pontos anotados por Morant, por sinal, representaram uma série de recordes e marcas importantes. Para começar, essa é a maior pontuação de um atleta do Grizzlies em uma partida de playoffs. Foi ainda a maior pontuação da história da liga por jogador de menos de 22 anos de idade na pós-temporada. O somatório de 73 pontos marcados nos dois jogos contra o Jazz é a segunda maior marca de um atleta em suas primeiras atuações em playoffs, apenas atrás dos 75 anotados pelo lendário George Mikan.

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“Sinceramente, eu não estou nem um pouco surpreso com o desempenho de Ja. Trata-se de um jogador natural, que entra em quadra e sempre compete em alto nível. Hoje, ele foi agressivo do primeiro ao último lance. O que tem feito nessa série, mesmo com tão pouca idade, é definitivamente especial. Isso é algo que eu respeito em seu jogo e, indo além, em si mesmo. Esse garoto simplesmente nunca desiste”, exaltou Donovan Mitchell, que retornou de lesão marcando 25 pontos nessa quarta-feira.

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Mas Morant, no final das contas, não “romantiza” as suas atuações e sabe muito bem o que significa cada uma delas nos playoffs. Seus 47 pontos na segunda partida da série mereceram esses vários elogios ao redor da liga, o que não muda o fato de que o Jazz saiu com a vitória ao término da noite. “Nós perdemos o jogo, então todas as marcas simbolizam muito pouco para mim. Significam, quando as luzes se apagaram, que não foi o bastante”, lamentou um dos principais jovens talentos da liga.

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