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Mãozinha detalha passagem pelo Grizzlies e projeta futuro na NBA

Ala-pivô brasileiro disputou sete partidas durante dois contratos de dez dias com equipe de Memphis

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Reprodução / Instagram

A reta final da temporada regular reservou uma ótima surpresa para os fãs brasileiros de basquete. O país, afinal, conheceu o seu 20o representante na história da liga. Mãozinha Pereira teve a chance de atuar pelo Memphis Grizzlies e, com isso, trilhar os primeiros passos em um futuro na NBA. Foram sete partidas pela equipe do Tennessee, depois de destacar-se pelo Capitanes da Cidade do México (G League).

“Desde que cheguei à liga de desenvolvimento, o meu papel foi ser esse jogador atlético que troca na defesa e marca qualquer posição. Mas também agrego nos rebotes e com essa condição atlética no ataque. Ser alguém, em síntese, bem versátil. E, em Memphis, pediram exatamente isso. Continuar com o que fazia bem, enquanto davam dicas sobre o estilo de jogo da NBA”, contou o ala-pivô, em entrevista à TV Brasil.

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Mãozinha teve amplas chances de atuar pelo Grizzlies, pois a franquia não possuía mais nenhuma pretensão competitiva. E pode-se dizer que agarrou a chance. Anotou médias de 6,9 pontos e 5,3 rebotes em sete partidas. Além disso, converteu mais de 51% dos arremessos de quadra e 38% das tentativas de longa distância. Ele não esconde que o seu desejo é seguir na liga, mas não mede o seu sucesso por isso.

“Eu quero ser o melhor jogador que puder, antes de tudo. E, se isso significar só 20 dias na NBA, vou tirar o máximo disso. Se for jogar anos na Euroliga, por exemplo, abraçarei a chance e vou ser o melhor que posso por lá. É lógico que o sonho seria seguir na NBA muitos anos e até me aposentar aqui. Mas eu acredito que, independentemente disso, o esforço vai levar à minha melhor versão”, cravou o atleta de 23 anos.

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Oportunidade

A NBA estabelece que um jogador só pode assinar dois contratos de dez dias com uma franquia. Por isso, depois do segundo período, o Grizzlies decidiu não manter Mãozinha no elenco. O time, provavelmente, preferiu utilizar o resto da temporada para observar outros atletas. O jovem ala-pivô vê isso com naturalidade, em particular, por causa dos elogios que recebeu internamente ao longo dos 20 dias.

“Ele é dinâmico e versátil. Consegue atuar como ala e pivô, arremessa, passa, defende e tem agilidade. Além disso, é capaz de fazer jogadas nos dois lados da quadra. Essas são coisas que apreciamos aqui, em particular, quando se joga com a sua vontade. Faz tudo da forma certa, do jeito Grizzlies, e está conseguindo mostrar o seu talento. Mas não para por aí, pois tem grandes planos para si”, exaltou o técnico Taylor Jenkins.

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Dez dias pode parecer pouco tempo na NBA. São quatro a cinco partidas, para resumir. O treinador, no entanto, acredita que Mãozinha extraiu o máximo desse curto intervalo. “É preciso aproveitar as oportunidades quando você assina um vínculo assim. E eu acho que Mãozinha fez isso não só dentro, mas fora de quadra. Eu amo a sua personalidade, pois mostra que quer aproveitar a chance”, completou o treinador.

Crescimento

É um debate constante no meio do basquete brasileiro sobre a importância de talentos saírem do país. Muitos defendem que os nossos jovens jogadores precisam jogar em centros maiores do basquete assim que possível. Mãozinha não está nessa discussão, mas credita a chegada ao Grizzlies e possível futuro na NBA ao movimento de saída. Afinal, entende que evoluiu demais desde que desembarcou nos EUA.

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“Diria que o meu senso e leitura de jogo melhoraram muito desde que vim para cá. Mas não só isso. O meu aproveitamento nos arremessos de três pontos subiu. E a confiança aumentou porque algumas partes do meu jogo foram trabalhadas. Eu só melhorei tanto nos últimos tempos por causa do apoio do Capitanes e da estrutura que forneceram”, reconheceu o ala-pivô brasileiro.

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