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Isiah Thomas cobra pedido público de desculpas de Michael Jordan

Ídolo do Pistons e maior jogador de todos os tempos são desafetos declarados

Isiah Thomas Michael Jordan
Chris Trotman / AFP

A rivalidade entre Michael Jordan e Isiah Thomas marcou a NBA na década de 80 e início dos anos 90. Desafetos declarados, eles lideraram Detroit Pistons e Chicago Bulls, respectivamente, e se enfrentaram diversas vezes nos playoffs.

Agora, mais de três décadas depois, Thomas cobrou um pedido público de desculpas de Jordan, durante uma entrevista para o SHOWTIME Basketball.

“Eu só quero que algumas pessoas sejam honestas. Michael, você apareceu na televisão e me chamou de idiota. Depois, você disse que me odiava. Então, você disse isso na televisão. Agora, se você não quis dizer isso, vá à televisão e me peça desculpas por isso. Agora, se você quis dizer isso, então é melhor deixar tudo como está”, afirmou Thomas.

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O ex-armador de Detroit se referiu ao quarto episódio da série The Last Dance, lançada pela Netflix e exibida pela ESPN norte-americana, em 2020. O assunto, no caso, era a final da Conferência Leste de 1991, em que o Bulls varreu o Pistons, que vinha de um bicampeonato na NBA. Naquele ano, aliás, o time de Chicago conquistaria o primeiro de seus seis títulos.

Ao final da última partida do confronto, os Bad Boys de Detroit (como ficou conhecido aquele Pistons) deixaram a quadra e se recusaram a cumprimentar os adversários. Isiah, que não gostou nada de The Last Dance, falou sobre a polêmica.

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“Foi a única vez que perdi de lavada numa série de playoffs. Geralmente, eu que fazia isso. Ao final do jogo, Bill Laimbeer (ex-pivô do Pistons) me falou: olha só, não vamos apertar a mão deles. Então, não apertamos as mãos. Só saímos da quadra. Sabendo o que sabemos agora, e o que rolou depois, creio que deveríamos ter parado e dado os parabéns, como acontece agora. Só que naquela época não era assim”, disse Thomas.

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Antes mesmo de assistir à essa fala de Isiah Thomas, deixou claro o que pensava do rival.

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“Sei que é tudo conversa fiada. Não sei o que ele diz agora, mas não foi como agiu antes. Ele teve tempo para pensar nisso. Ou foi a reação do público que mudou a perspectiva dele. Pode me mostrar o que quiser, mas não vai me convencer que ele não foi babaca”, afirmou a lenda do Bulls.

O detalhe é que, nos duelos anteriores, o Pistons sempre levou vantagem. Afinal foram três vitórias seguidas nos playoffs (1988, 1989 e 1990), incluindo as duas finais do Leste em que Detroit saiu com o triunfo e, posteriormente, com o título da NBA.

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Veto de Jordan a Isiah Thomas no Dream Team

Há três anos, o repórter Jack McCallum divulgou o áudio de uma conversa realizada em 2011, onde Michael Jordan confirma ter tido influência na exclusão de Isiah Thomas do elenco do Dream Team dos EUA que conquistou a medalha de ouro nas Olimpíadas de Barcelona (1992). 

“Rod [Thorn, membro do comitê de seleção do elenco] me telefonou para fazer o convite e eu disse a ele que não jogaria se Isiah estivesse no grupo. Eu recebi uma garantia de que assim seria. Ele disse: ‘quer saber? Nem o Chuck [técnico da seleção] quer Isiah. Então, ele não fará parte da equipe’”, revelou o maior jogador de todos os tempos, em uma gravação divulgada por McCallum no podcast The Dream Team Tapes

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Michael Jordan passou os últimos anos negando veementemente envolvimento com a ausência de Thomas do Dream Team. O último capítulo dessa história foi visto em The Last Dance. Na série, o ídolo do Bulls chegou a dizer que considera que o desafeto o segundo melhor armador de todos os tempos, atrás somente de Magic Johnson.

“Eu tenho muito respeito pelo talento de Isiah. Para mim, o melhor armador de todos os tempos é Magic Johnson e, logo atrás, vem ele. Não importa quanto ódio sinta, respeito demais o seu basquete”, disse Jordan.

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Além disso, o eterno camisa 23 assegura que não foi culpado por excluir o rival da histórica equipe, mas apoia sua ausência até hoje.

“Aquele time era baseado em um ambiente de camaradagem. Era a melhor harmonia possível. Isiah teria deixado essa sensação diferente? Eu diria que sim”, finalizou.

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