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Hall da Fama volta a reduzir tempo de “espera” para elegibilidade

Ex-atletas passam a poder entrar no templo máximo do basquete após três anos de aposentados

A espera pela imortalidade vai diminuir para grandes jogadores, técnicos e árbitros da história recente do basquete. O Hall da Fama confirmou nesta terça-feira que o tempo de aguardo para ser elegível ao templo máximo da modalidade foi reduzido de quatro para três anos pós-aposentadoria. A regra passa a valer imediatamente, impactando a classe de finalistas de 2018 que deverá ser revelada amanhã.

“Ao permitir que atletas, treinadores e juízes sejam elegíveis após três temporadas de aposentadoria, o Naismith Memorial vai ser capaz de celebrar os melhores do esporte em um período oportuno para os fãs que apoiaram essas lendas ao longo de suas carreiras dentro de quadra”, justificou John L. Doleva, presidente do Hall da Fama, através de comunicado oficial.

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Essa é a segunda vez em apenas três anos que o tempo de espera para ser elegível é diminuído, “criando” uma classe imediata de possíveis candidatos mais “robusta”. A mudança, por exemplo, vai transformar os ex-armadores Steve Nash e Chauncey Billups, além do ala-armador Ray Allen e o ala-pivô Jermaine O’Neal, em nomes indicados para votação já neste ano.

 Outra alteração aprovada foi a obrigatoriedade de 25 anos de trabalho e mínimo de 60 anos de idade para que técnicos sejam elegíveis ao Hall da Fama, que vai impactar especialmente os treinadores universitários a partir de 2020. “O comitê entende que essa será uma forma melhor de avaliar um corpo de trabalho mais completo desses profissionais”, afirmou o CEO do Naismith Memorial, Jerry Colangelo.

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