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Gregg Popovich e Kobe Bryant recusam noção de “vexame” dos EUA na Copa do Mundo

Buscar culpados ou falar em vergonha por sétimo lugar, para técnico e ex-jogador do Team USA, não passa de postura imatura e arrogante

A seleção norte-americana encerrou sua participação na Copa do Mundo FIBA de uma forma bem diferente do que sonhava até poucas semanas. A equipe venceu a Polônia por 87 a 74 para conquistar a sétima posição no torneio, o pior resultado do país na história dos Mundiais. O técnico Gregg Popovich sabe que os críticos estão à espera nos EUA, mas vê a possível narrativa do “vexame” como uma ignorância.

“Se você não é campeão, algumas pessoas vão buscar culpados. Elas vão falar que deveríamos estar envergonhados por não ter conquistado a medalha de ouro. Essa é uma atitude ridícula, imatura e arrogante. O indivíduo que pensa assim não tem respeito pelas outras seleções do mundo, pelos jogadores norte-americanos que vieram até aqui e pelo esporte”, afirmou o treinador, em entrevista à ESPN.

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A redenção do Team USA pode não demorar para vir: dentro de um ano, a equipe deverá contar com um elenco muito mais forte e estrelado nos Jogos Olímpicos de Tóquio. Popovich, porém, prefere não se adiantar ou fazer promessas. O treinador do San Antonio Spurs acredita que a Copa do Mundo FIBA trouxe a confirmação para os norte-americanos sobre uma nova tendência mundial no basquete.

“Há muitos grandes times ao redor do planeta. Não há nenhuma garantia de que os EUA devem ser campeões sempre. Isso é um pensamento muito antiquado. Mesmo as nossas equipes que venceram nos últimos anos tiveram partidas bem apertadas. Não poderia estar mais feliz com o grupo que treinei, pois esses caras trabalharam tanto quanto qualquer um que já treinei”, concluiu o experiente técnico.

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A impressão de Popovich é compartilhada por um dos protagonistas da equipe que recuperou a hegemonia da modalidade para os EUA, pouco mais de uma década atrás. Presente na final da competição, entre Espanha e Argentina, o ídolo Kobe Bryant mostra-se muito cético sobre a capacidade do seu país ter o domínio no cenário do esporte que já teve em um passado nem tão longínquo.

“Não é uma questão do resto do mundo estar alcançando os EUA, mas sim que já fomos alcançados há algum tempo. Coloque nossos melhores atletas em quadra hoje e ainda teremos desafios. Sempre vai ser difícil. Chegamos a um ponto em que venceremos alguns torneios e vamos perder outros mesmo. Os tempos do Dream Team terminaram”, decretou o ex-astro do Los Angeles Lakers.

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