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Prospecto do Draft 2016 – Gary Payton II

Ex-armador de Oregon State deverá ser uma escolha de segunda rodada no recrutamento

Gary Payton II

Idade: 23 anos
País: Estados Unidos
Universidade: Oregon State
Experiência: Senior
Posição: armador/ala-armador
Altura: 6’3’’ (1.90m)

Médias na temporada 2015-16: 16.0 pontos, 7.8 rebotes, 5.0 assistências, 2.5 roubo de bola, 0.3 toco, 2.3 erros de ataque, 48.6% de aproveitamento nos arremessos de quadra, 31.4% de aproveitamento nas bolas de três pontos, 64.2% de conversão nos lances livres, 34.3 minutos em quadra

Pontos fortes: dotado de atributos físico-atléticos de elite (atleticismo, altura, envergadura, força física e impulsão), o filho do ex-armador Gary Payton é um dos melhores defensores de perímetro da classe deste ano. Incansável em quadra, ele é um combo-guard que utiliza bem suas ferramentas físicas para pressionar o adversário com a bola, antecipar linhas de passe, contestar e bloquear arremessos. Payton II também é um ótimo reboteiro para um jogador de sua posição graças ao seu senso de posicionamento, agilidade, antecipação, impulsão, mãos grandes e instintos. Capaz de atuar consistentemente com e sem a bola nas mãos, ele adora atacar a cesta. Seu primeiro passo é muito rápido, ele absorve bem o contato físico no garrafão, é muito explosivo e tem a habilidade de pegar a bola e finalizar bem com uma ou as duas mãos. Sua ética de trabalho e entrega em quadra são elogiáveis. Como organizador de jogadas, o canhoto Payton II mostrou que é um sólido passador, com boa visão de quadra, especialmente quando opera em transição.

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Pontos fracos: é um dos prospectos mais velhos deste ano, o que acaba limitando seu potencial. A impressão dos scouts é a de que ele já atingiu o teto como jogador, e por isso, suas projeções no recrutamento não são das melhores, mesmo com as médias espetaculares angariadas no último ano de basquete universitário. O calcanhar de Aquiles no jogo de Payton II é o arremesso. Seus chutes de média e longa distância são inconsistentes e sua seleção de arremessos não evoluiu ao longo de quatro anos na NCAA, o que é preocupante. Sua capacidade como playmaker também é questionável (força demais as infiltrações no garrafão ou os arremessos no início da posse de bola ao invés de procurar o companheiro melhor colocado). Além disso, seu controle de bola deveria ser mais apurado para um armador. Devido a essas limitações, a tendência é que Payton não seja o ballhandler principal de sua equipe entre os profissionais.

Comparações: Avery Bradley sem arremesso (Boston Celtics) e Norman Powell (Toronto Raptors)

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Projeção: entre as escolhas 33 e 48

Confira alguns lances de Gary Payton II

Legenda
– Senior (quarto ano universitário)

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