NBA: Dez movimentos para o Portland Trail Blazers fazer na offseason
Time do Oregon voltou aos playoffs após cinco anos e mostrou muita evolução
Por Gustavo Freitas

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O Portland Trail Blazers voltou aos playoffs pela primeira vez desde 2021. Caiu na primeira rodada, mas para um dos melhores times da NBA, o San Antonio Spurs. O Blazers tem tudo para melhorar ainda mais, mas faltam pequenos ajustes. Clique nas setas para ver.
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TROCAR JERAMI GRANT - O ala é excelente defensor, arremessador e alérgico a rebotes. Mas seu contrato começa a ficar bom a partir de agora. Afinal, só tem mais um ano garantido e o time podem usar o valor, cerca de US$34 milhões, para atrair interessados. Vive nos rumores de troca e ainda pode ser muito útil em equipes com chances de playoffs. Para o Blazers, no entanto, pode ser usado para melhorar o elenco.
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NÃO TROCAR JRUE HOLIDAY - É um armador de muito talento nos dois lados da quadra e que ajuda, ainda, dentro do vestiário. Holiday é seguro e é encaixe em qualquer time da NBA, mas o Blazers tem a sorte (pela segunda vez) de ter alguém de tal nível. Agora, não vai abrir mão.
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ESTENDER COM ROBERT WILLIAMS - Primeiro, Hansen Yang não está pronto. Depois, o Blazers precisa de Williams para ter um jogador de estilo mais aguerrido que Donovan Clingan. Por fim, ele vem desenvolvendo um arremesso seguro de três e que pode render frutos. Ficou saudável em boa parte da campanha e foi poupado para quando o time mais precisou.
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GARANTIR CONTRATO DE SIDY CISSOKO - Já parou para ver como ele defende? Subestimado até o fim, o ala levs muita energia à quadra, marca vários tipos de jogadores e vem tentando desenvolver o arremesso, seu grande problema até aqui. Seu contrato é não garantido para a próxima temporada.
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DEIXAR MATISSE THYBULLE IR EMBORA - É um ótimo defensor, dos melhores. No entanto, Thybulle pouco fica saudável e fez só 45 jogos nas últimas duas temporadas. Se quiser ficar, o Blazers tem de dar a ele um contrato barato, pois o time possui outras opções mais confiáveis em termos de presença em quadra.
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DEIXAR DAMIAN LILLARD JOGAR LIVRE - Claro que Lillard é um excelente armador, mas com a presença de Jrue Holiday, o time pode deixar Lillard mais solto em quadra, não necessariamente "orquestrando" todas as jogadas. Ótimo arremessador e passador, Lillard volta ao Blazers em outra condição, mas tem tudo para ser muito útil.
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TIRAR A BOLA DE DENI AVDIJA - Ele é ótimo, não entenda errado. A questão é que o ala comete muitos erros de ataque e, para 2026/27, o Blazers terá Lillard e Holiday. Ou seja, Avdija pode ser um organizador secundário, apenas para tirar a pressão dos outros armadores. Vem de seu melhor ano na NBA e tem tudo para evoluir ainda mais se souber dividir a bola.
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DAR CONTRATO A CALEB LOVE - O cestinha teve um contrato two-way em 2025/26 e mostrou muito serviço. Claro que seu arremesso teve problemas, mas é um tipo de jogador que todo time deve ter: o cara para "botar fogo" no jogo. Vindo do banco, Love fez 10.4 pontos em cerca de 20 minutos por noite.
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SEGUIR COM TIAGO SPLITTER - Ficou claro que o brasileiro merece uma extensão. Pegou um time que vinha evoluindo aos poucos, mas que não ia aos playoffs desde 2021. Chegou e implementou seu estilo de jogo. O resultado foi imediato e os jogadores compraram a ideia. O time precisa de arremessadores mais confiáveis, mas só a presença de Lillard já começa a mudar o papo. Com Splitter, o Blazers pode atingir grandes coisas no futuro (desde que o novo dono colabore).
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