NBA: Dez movimentos para o Orlando Magic fazer na offseason
Após cair nos playoffs pela terceira vez seguida na primeira rodada, o time da Flórida mandou o técnico embora
Por Gustavo Freitas

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Com uma folha salarial bem engessada e sem escolha na primeira rodada do Draft, o Orlando Magic entra na offseason da NBA sem técnico. Quais mudanças podem acontecer, afinal? Clique nas setas para ver.
Foto: Reprodução / X

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ENCONTRAR UM SUBSTITUTO PARA JAMAHL MOSLEY - Em 2020, a direção do Magic resolveu passar por uma reformulação, pois pouco adiantava para o time ir aos playoffs e cair na primeira rodada. A reformulação veio, o time selecionou Paolo Banchero, Jalen Suggs, Franz Wagner e Anthony Black no Draft e o time voltou aos playoffs. No entanto, caiu na primeira rodada nos últimos três anos. Agora, é achar um técnico experiente no mercado que possa dar sequência no potencial que o elenco possui.
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TROCAR JONATHAN ISAAC - Após um bom início de carreira, ele nunca mais ficou saudável. E, quando conseguiu melhorar fisicamente, já não era mais nem sombra do jogador que foi. Ele perdeu espaço na rotação, enquanto tem contrato garantido até o fim de 2027/28. Havia uma cláusula em seu vínculo para ele garantir o último ano se fizesse 52 jogos. Ele fez exatamente 52 jogos. Não pisou em quadra nos playoffs. É difícil, mas não impossível trocar. Resta saber se a direção quer tentar.
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TROCAR JALEN SUGGS POR UM ARREMESSADOR - Suggs é ótimo. Defende muito, é versátil, pontua e ajuda em várias áreas. No entanto, não é um bom arremessador. Ele tem margem para isso. Afinal, a métrica mais usada para medir isso é a do lance livre e ele teve 85% em 2025/26. Mas depois de acertar 39.7% de três em 2023/24, ele seguiu com 31.4% e 33.9%. Muito pouco. E em um time em que a bola pouco fica com ele (Banchero e Wagner centralizam o jogo), Suggs fica perdido nessa. Sem um grande arremesso e sem a bola nas mãos, sua função no ataque despenca em relação quando defende. Portanto, um arremessador seria o ideal para conviver com os astros.
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TROCAR POR IMMANUEL QUICKLEY - Não é tão bom defensor quanto Suggs, mas é superior na qualidade do arremesso, no passe e no cuidado com a bola. Tem salário similar e capacidade para pontuar e ser um terceiro ou quarto cestinha do time.
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CUIDAR MELHOR DO DESENVOLVIMENTO DE NOAH PENDA - O francês ainda não está pronto, enquanto precisa evoluir no arremesso. Tem um teto muito alto e pode se tornar um grande jogador, mas está longe de poder contribuir no ataque de forma efetiva. Mais tempo na G League, mais treinos podem dar a ele um outro nível nos próximos anos. Não pode ter pressa, afinal o time conta com Franz Wagner e Paolo Banchero, que tomam boa parte dos minutos.
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ESTENDER CONTRATO E DAR MAIS MINUTOS A ANTHONY BLACK - Ficou clara a evolução de Black na temporada, mas ele foi muito limitado quando o time esteve "inteiro". Em um momento da campanha, o armador foi o melhor jogador do Magic. Ele precisa de mais minutos e mais consistência.
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TENTAR TROCA POR DANIEL GAFFORD - É um pivô que não arremessa de três, mas defende e ajuda muito em pick and roll. Tem a tendência de se isolar perto da cesta, longe de marcação, o que facilita na recepção do passe.
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TIRAR UM POUCO A BOLA DAS MÃOS DE PAOLO BANCHERO - Cada vez mais, o ala está ficando com a posse de bola. Muitas vezes, toma decisões erradas. Foi um dos líderes em assistências, mas teve 3.1 erros de ataque, o que dá 1.6 passe decisivo sem turnover, taxa muito baixa, mesmo não sendo armador. Além disso, ficar com a bola deteriora a qualidade de seu arremesso. É diferente de receber e arremessar do que ele geralmente faz. Para ter uma ideia, ele teve 73.3% de aproveitamento nos arremessos de receber o passe e arremessar para dois pontos. Enquanto isso, acertou só 42% quando teve mais de sete dribles (o mais comum que ele tenta). Em três pontos, despenca de 39% no catch and shoot para 25%. Alguém precisa levar a bola até ele e não o contrário.
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MANTER FRANZ WAGNER - Em termos de talento, ele não deve em nada a Paolo Banchero. É que ele vem perdendo muitos jogos nos últimos dois anos (22 e 48, respectivamente) e nunca volta em seu melhor nível. Demora a retomar de onde parou após as lesões. Se conseguir ficar saudável, ele é um dos melhores jogadores do Leste em sua posição.
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TENTAR ASSINAR COM JEREMY SOCHAN - É uma versão melhor de Jonathan Isaac, com capacidade de ocupar espaços na defesa, é forte e ainda pode ajudar nos passes. Além disso, não deve custar muito caro na agência livre.
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