NBA: Dez movimentos para o Chicago Bulls fazer na offseason
Listamos algumas ideias para a equipe de Illinois na agência livre de 2026
Por Gustavo Freitas

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O Chicago Bulls teve mais um início promissor e caiu de produção ao longo da temporada, ficando fora dos playoffs mais uma vez. Mas a direção entendeu que algo deveria ser feito, apesar de muito tarde. Então, tratou de trocar jogadores na trade deadline. O problema é que não recebeu uma escolha de primeira rodada sequer e ainda queriam que o torcedor do Bulls achasse uma grande vantagem as picks de segunda. Agora, o papo é outro: reconstrução.
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TROCAR PATRICK WILLIAMS - Nem que seja para dar uma das 300 picks de segunda rodada, o Bulls precisa dar um jeito de trocar Williams. Não ajuda, não produz e tem mais três anos de contrato. Dois garantidos e um com sua opção. Em um outro lugar, talvez, ele faça o que o time precise. No Bulls, não tem mais como.
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BUSCAR ADAY MARA NO DRAFT - A posição de pivô é um grande problema na NBA hoje. Poucos conseguem fazer múltiplas coisas, como rebote ofensivo e defender em alto nível. Ou arremessar de três e pegar rebote (defensivo ou não). Mas Mara pode ajudar nos dois lados da quadra, enquanto desenvolve seu arremesso de três. Na última temporada por Michigan, ele teve 12.1 pontos, 6.8 rebotes, 2.4 assistências e 2.6 tocos. Ou seja, é alguém que, se Chicago lapidar bem, pode ser muito útil no futuro próximo.
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MIRAR EM PIVÔ DEFENSIVO NA AGÊNCIA LIVRE - É óbvio que o Bulls precisa de algum pivô para a próxima temporada. Por enquanto, o time só tem Jalen Smith sob contrato. Então, alguém com capacidade de defender na posição, é o ideal. Usamos Robert Williams, hoje no Portland Trail Blazers, como exemplo. Como a ideia do Bulls não é competir agora, uma presença veterana pode ajudar o grupo. Em um elenco de jovens, Williams, aos 28 anos, é um "tio". E seu salário não seria nada absurdo, também, o que casa com a ideia da direção. Mesmo se vier um pivô do Draft, Williams seria importante.
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ESTENDER COM COLLIN SEXTON - Claro que o Bulls, com tanto espaço em sua folha salarial para a próxima temporada, pode ir atrás de várias opções no mercado. Mas é bom lembrar que a direção não gosta de pagar altos salários e Sexton vive um momento de baixa na carreira. Um jogador de tal nível pode render bem, mesmo que a bola fique mais nas mãos de Josh Giddey. No entanto, para sair do banco e produzir, Sexton pode ter um salário dentro dos padrões da franquia.
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TRANSFORMAR MATAS BUZELIS EM PRIMEIRA OPÇÃO - Se o Bulls quiser fazer de Matas Buzelis uma boa opção ofensiva, tem que começar a trabalhar em cima disso agora. Ele quase dobrou sua pontuação em 2025/26, enquanto o arremesso de três ainda pode evoluir. É um projeto de jogador de altíssimo nível, mas que precisa ser mais acionado. Depois da trade deadline, produziu 19.0 pontos, 6.9 rebotes e 1.6 toco em cerca de 31 minutos.
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DAR MINUTOS A ROB DILLINGHAM - O Bulls não vai aos playoffs, certo? Então, se tem um momento em que o time pode fazer testes, é agora. Rob Dillingham chegou ao Bulls desacreditado por uma passagem ruim no Minnesota Timberwolves. No entanto, ele foi bem em vários jogos, especialmente quando ficou mais em quadra. Foi uma amostra pequena, mas em abril, com cerca de 25 minutos vindo do banco, ele produziu 13.9 pontos, 4.4 rebotes e acertou 35.5% de três. É um bom índice para quem pouco fazia no antigo time.
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DAR A JOSH GIDDEY UM ARMADOR AO SEU LADO - Tudo bem que foi em um ano de transição, mas Tre Jones ajudou muito a tirar a pressão de Josh Giddey. Pode até ser Jones de novo ou com uma mudança para Rob Dillingham, mas o ideal é tentar colocar um armador que tenha mais impacto na defesa. Não necessariamente Collin Sexton.
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TENTAR TROCA POR ZION WILLIAMSON - Por que não? Tudo bem, ele tem problema com o peso, lesões, confiabilidade, mas Zion chegaria para jogar ao lado de Josh Giddey, um ótimo passador. Aliás, ambos são. Mas o fato é que Williamson faria o torcedor do Bulls mais feliz, pois é só ver o histórico recente: se um jogador não rende o que prometia no New Orleans Pelicans, ele vai bem no próximo time. Seu salário é alto, mas vende camisa, ingresso, é uma atração. E ninguém mais sabe o que o Pelicans vai querer fazer com ele. Afinal, já são tantos anos nisso... e ele ainda não tem nenhum jogo de playoffs na carreira.
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TROCA POR LU DORT - De novo, por que não? Ele vai para o último ano de contrato, o Oklahoma City Thunder já fez uma troca recente com o Bulls (Josh Giddey por Alex Caruso) e os atuais campeões da NBA vão precisar aliviar a folha. Com Cason Wallace por lá, Dort pode ser "trocável". Aqui, só se o Bulls quiser começar a querer competir, claro. De nada adianta fazer uma troca por Dort se não vai tentar vencer.
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SE O BLAZERS DEMITIR TIAGO SPLITTER... Claro que não é tão simples, pois o Portland Trail Blazers não ia aos playoffs há seis anos. E, de cara, chegou a deixar a série contra o San Antonio Spurs em boa situação. Mas o ponto é que Splitter é visto pela liga como um ótimo treinador jovem e que pode fazer a diferença em um grupo como o do Bulls.
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