A deportação de Novak Djokovic da Austrália antes do aberto de tênis do país provocou reações diversas, inclusive entre os jogadores europeus da NBA. Os atletas do leste do velho continente, sobretudo, saíram em defesa do conterrâneo na polêmica. O pivô Nikola Vucevic, por exemplo, usou as redes sociais para publicar um manifesto em favor do tenista número um do mundo.
“O que aconteceu com Novak é simplesmente mais um caso de políticos explorando seu poder para ‘aparecerem’ e, por fim, conseguirem seguidores. Não foi uma questão de COVID ou problemas de visto, mas com pessoas usando um atleta de elite para ficarem com uma imagem melhor. Fiquei muito triste, então, por ver um campeão ser tratado assim”, lamentou o jogador montenegrino do Chicago Bulls.
Compatriota de Djokovic, Boban Marjanovic foi outro atleta europeus da NBA a condenar a deportação do esportista não vacinado contra o coronavírus. Ele fez uma publicação no Instagram com uma foto do tenista acompanhada da hashtag “eu estou com Novak”. O apoio, aliás, não surpreende uma vez que o gigante do Dallas Mavericks é um fã declarado do popular “Djoko”.
Fournier se opõe
Evan Fournier, porém, tomou um caminho contrário dos colegas de liga. Ele comentou a publicação de Vucevic com um mero “não, irmão”, expressando a contrariedade com a posição do tenista abertamente negacionista. O ídolo sérvio não somente não vacinou, mas também admitiu ter dado informações falsas no relatório das últimas atividades públicas que havia realizado ao governo do próprio país e na entrada da Austrália.
O ala-armador do New York Knicks foi um atleta da NBA que fez questão de imunizar-se assim que teve a oportunidade. Ele faz parte, além disso, do grupo de jogadores da liga que já tomaram a dose de reforço na liga.
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