Quando os norte-americanos fizeram 49 pontos apenas no primeiro quarto, todos sabiam que uma atuação para ser lembrada por muito tempo estava a caminho. A seleção dos Estados Unidos atropelou a Nigéria ao vencer por 156×73 – diferença absurda de 83 pontos – e entrou para a história das Olimpíadas.
Esse foi o maior número de pontos já feitos por uma equipe no torneio, superando os 138 pontos feitos pelo Brasil contra o Egito em 1988. Carmelo Anthony, com 37 pontos, se tornou o maior cestinha da seleção em Jogos Olímpicos, superando os 31 pontos de Stephon Marbury em 2004. Ele também se tornou o recordista em bolas de 3 pontos, com 10 acertos. Os EUA tiveram um aproveitamento de 63% do perímetro.
Os norte-americanos venceram a partida com parciais de 49×25, 29×20, 41×17 e 37×11. Jogaram sério durante toda a partida, e pareciam determinados a superar o recorde de pontos em um só jogo. Superaram não só esse, mas também o de maior diferença de pontos (83), o de acertos em três pontos (29), o de tentativas de arremessos do perímetro (46) e o de porcentagem de acertos em arremesso (incríveis 71.1%).
Detalhe: o jogador que mais atuou pelos Estados Unidos, Kevin Love, ficou em quadra por apenas 23 minutos.
Destaques:
EUA
Carmelo Anthony: 37 pontos, 10-12 de três pontos (14 minutos)
Russell Westbrook: 21 pontos, 7-8 arremessos (14 minutos)
Kobe Bryant: 16 pontos, 6-8 arremessos (10 minutos)
Deron Williams: 13 pontos, 11 assistências, 5-6 arremessos (18 minutos)
Nigéria
Ike Diogu: 27 pontos, sete rebotes
Chamberlain Oguchi: 11 pontos