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Draft 2018 – Steals em potencial

Analistas apontam quais são os melhores prospectos fora do radar

O Draft 2018 é elogiado por causa do grande número de prospectos de elite na loteria. No entanto, segundo os analistas do recrutamento, as boas opções começam a ficar escassas depois da 14ª escolha.

Por isso, especialmente neste ano, os times precisam ter atenção redobrada na hora de garimpar e encontrar um jogador potencialmente útil no fim da primeira ou na segunda rodada.

Com relação ao último recrutamento, os steals mais destacados foram aqueles selecionados pelo Los Angeles Lakers: o ala-pivô Kyle Kuzma (#27) e o ala-armador Josh Hart (#30). Além deles, vale mencionar o pivô Jarrett Allen (#22), o ala OG Anunoby (#23), o ala-pivô Jordan Bell (#38) e o ala Dillon Brooks (#45).

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Ok, mas quais seriam essas opções interessantes? Nós fomos atrás de opiniões diversas para tentar descobrir.

Hoje, reunimos os dois analistas do Jumper Brasil na cobertura do recrutamento – Gustavo Lima e Ricardo Stabolito Jr. – e os convidados especiais Gabriel Andrade, colunista de scouting do Jumper Brasil, e Vitor Camargo, do blog Two Minute Warning, para ir atrás de respostas:

Baseado no mais recente Mock Draft da ESPN, os quatro consultados foram perguntados sobre steals em três categorias: um jogador na segunda metade da primeira rodada, outro projetado na segunda rodada e um prospecto que não está entre os 60 selecionados do site. Aqui estão suas respostas:

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1- Quem você considera um steal em potencial que, atualmente, está projetado para ser escolhido na segunda metade da primeira rodada?

Gustavo Lima: Keita Bates-Diop e Jacob Evans. Ambos estão prontos para contribuir de imediato na NBA e podem encaixar-se em qualquer time por serem versáteis, grandes defensores e possuírem arremesso consistente de longa distância. Destaco ainda Kevin Huerter, grande arremessador e criador de jogadas.
Ricardo Stabolito Jr.: Kevin Huerter (foto). Eu não sei se ele é um astro em potencial ou coisa do tipo, mas possui uma série de características que são visadas na liga atualmente: arremessa em movimento, inicia o ataque, oferece alguma versatilidade defensiva, lê o jogo e encontra passes que outros alas não veem.  
Gabriel Andrade: Keita Bates-Diop. Em um draft fraco em opções de alas-pivôs espaçadores, ele possui o físico, defesa e arremesso para ser uma ótima opção nos dois lados da quadra para a posição – podendo, inclusive, atuar até como pivô em formações de cinco abertos.
Vitor Camargo: De’Anthony Melton. Ele provavelmente estaria mais alto nessa lista se não fossem os problemas de elegibilidade associados à investigação do FBI, mas sua combinação de ótima defesa, arremesso emergente e QI de basquete fazem-no o jogador de backcourt perfeito para o jogo moderno, de combo guards versáteis.

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2- Quem você considera steal em potencial que, atualmente, está projetado na segunda rodada?

Gustavo Lima: Melvin Frazier (foto). Possui atributos atléticos de elite e foi um dos melhores defensores do basquete universitário na última temporada (especialmente no um contra um). É o protótipo de 3-and-D tão em alta na NBA, com o bônus de conseguir criar para os companheiros. Tem tudo para estabelecer uma carreira sólida como role player na liga. Vale mencionar ainda o armador Landry Shamet e o ala-armador Khyri Thomas como potenciais steals.

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Ricardo Stabolito Jr.: Landry Shamet. Sua capacidade defensiva limita vê-lo em um papel muito proeminente, mas trata-se de um dos armadores mais altos e arremessadores mais dinâmicos do recrutamento. Em uma liga onde times escalam múltiplos criadores, um atleta de armação inteligente que pode atuar sem a bola nas mãos é uma peça interessante. Melvin Frazier e Jevon Carter merecem menção.
Gabriel Andrade: Issuf Sanon é meu favorito. É incomum achar combo guards atléticos com arremesso e potencial como pontuador na segunda rodada. O ucraniano, que arrebentou no EuroBasket sub-18 e Global Camp, é um talento raro para se escolher na segunda rodada. Também gosto bastante de Jevon Carter (armador muito tenaz na defesa com chute o suficiente para se valer de opção para banco) e alas versáteis, como Rodions Kurucs, Melvin Frazier e Kevin Hervey.
Vitor Camargo: Bruce Brown. Ele chegou a ser cotado como escolha de loteria antes de uma lesão ter encerrado prematuramente sua temporada e, somando-se a isso, fez um ano um pouco abaixo do esperado que derrubou-o em projeções. Mas sua versatilidade, defesa e jogo all-around são o que os times buscam na NBA atual. E as habilidades que fizeram dele um prospecto tão bem cotado um ano atrás ainda estão lá, para explodirem na equipe certa.

 

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3- Quem você considera um steal em potencial que, atualmente, não está projetado para ser escolhido no recrutamento?

Gustavo Lima: Gary Clark. Apesar da idade “avançada” (23 anos), o combo forward foi um dos melhores defensores da última temporada universitária (líder em eficiência defensiva). Jogador versátil, com o corpo pronto para encarar o basquete profissional, que marca bem tanto longe quanto perto da cesta, e ainda ajuda com chutes do perímetro. Acho que merece uma vaga na NBA.

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Ricardo Stabolito Jr.: Devon Hall. Mais uma vez, tudo gira em torno do que a NBA está procurando. Ele não tem alto potencial, mas é um ala com quatro anos de experiência universitária que pode defender múltiplas posições, sólido passador e que converteu 43.2% dos arremessos para três pontos por um dos melhores times da NCAA na última temporada (Virginia).

Gabriel Andrade: Gary Clark (foto). Ele é relativamente velho para um prospecto, mas seu conjunto de dureza na defesa, chute sólido e versatilidade podem sair como um bom role player na ala como 3-and-D.

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Vitor Camargo: Sviatoslav Mykhailiuk. Praticamente saiu do radar da NBA no seu quarto ano de NCAA, mas o ucraniano ainda é mais novo do que a grande maioria de jogadores com sua experiência (20 anos). Sua combinação de bons passes e arremessos lhe dão uma chance de conquistar um lugar na NBA – que valoriza cada vez mais esses atributos.

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