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Dono do Mavericks, Mark Cuban projeta retorno das atividades da NBA já em maio

Empresário mantém projeções otimistas, desejando que basquete seja uma fonte de entusiasmo e entretenimento do público em tempos de crise

A NBA não tem data para retornar às atividades, mas muitos analistas projetam que a suspensão da temporada deverá durar mínimo de três meses. Mark Cuban, porém, está otimista em uma reação positiva e espera que a paralisação seja bem menor. Em entrevista a uma filial da rede ABC, o dono do Dallas Mavericks contou que trabalha com a previsão de que a liga não fique muito mais do que um mês em recesso por conta do coronavírus

“Eu espero que, no meio de maio, estejamos começando a retomar o ritmo normal e disputando as primeiras partidas – provavelmente, ainda sem público. Nós precisamos voltar porque os esportes cumprem um papel importante nesse momento. As pessoas querem algo para torcer, envolver-se e ficarem empolgadas. Basquete é o que precisamos agora. Acho que a NBA está pronta para exercer esse papel de distração”, afirmou o empresário. 

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A NBA suspendeu suas atividades há duas semanas, assim que Rudy Gobert foi confirmado como o primeiro caso de COVID-19 entre os jogadores da liga. Cuban assistia uma partida do Mavericks in loco quando a notícia foi divulgada e a sua perplexidade chamou a atenção de quem via o jogo. Ele não tem dúvidas de que o comissário Adam Silver foi rápido e, acima de tudo, certeiro na ação de suspensão imediata dos jogos. 

“Eu estou orgulhoso da proatividade de Adam. Estou orgulhoso pela forma como a NBA reagiu. Acho que lideramos pelo exemplo agindo de forma ligeira e espero que também lideremos todos rumo ao fim das paralisações. Não há informações infalíveis nesse momento e todas as decisões são difíceis, mas sinto que acertamos. E, com a data de 1o de julho como base, acredito que vamos retornar às quadras mais cedo”, previu o experiente mandatário. 

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Mas, no fim das contas, o que a NBA precisa ver no mundo para voltar? Cuban tem um resumo dos requisitos – e não vê essa realidade tão longe assim. “Precisamos que os cientistas cheguem a uma terapia que minimize o impacto do vírus e possamos atender pessoas com a rapidez necessária para que não haja risco às vidas. Não precisa nem ser a cura em si. Uma vez que tivermos isso, o caminho para voltarmos pavimenta-se. Sinto que estamos cada vez mais perto disso”, explicou. 

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