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DeRozan questiona e critica protocolo de saúde e segurança da NBA: “Frustrante”

Para astro do Spurs, regras restritas de convivência são hipócritas diante do contato que será permitido para que jogos possam acontecer

DeMar DeRozan estará em Orlando com a missão de conduzir o San Antonio Spurs a uma improvável vaga nos playoffs, a partir do final desse mês. Mas não espere que ele esteja satisfeito com todas as regras de convivência que a liga planeja implementar no restante da temporada. O astro revelou que tem críticas e questionamentos a parte do que já estudou do protocolo de segurança e saúde da NBA. 

“Não poder jogar pingue-pongue em dupla, sinceramente, é ridículo. Não podemos fazer isso, mas podemos jogar basquete e brigar por espaço uns contra os outros? Não faz o menor sentido para mim. Eu li umas dez páginas do protocolo e desisti, pois, às vezes, virava algo tão frustrante. A gente nunca imaginou que estaria em uma situação assim, então é difícil de processar”, contou o ala-armador, em entrevista à ESPN

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As críticas de DeRozan, porém, não param nas inconsistências do texto de um protocolo que prega o contrário de entrar em quadra. A NBA aposta em certos meios de diversão, especialmente jogos de videogame, para manter os atletas entretidos no confinamento. DeRozan sente-se excluído, de certa forma, como um veterano que possui preferências e hábitos bastante diferentes da maior parte da “ala jovem” da liga. 

“Eu não jogo videogame desde que tinha 16 anos de idade. E aí, o que eu faço? Vejo a oportunidade de estudar sobre os novos assuntos que queria aprender. Para mim, por exemplo, esse período vai servir para buscar formas de educar-me sobre algum tema lendo livros. Vou me voltar para o aprendizado para manter-me ocupado. Não sei se haverá uma biblioteca na bolha”, projetou o principal pontuador do Spurs. 

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Outro ponto importante questionado por DeRozan é a política de saúde mental que vai ser implantada para apoiar os atletas “trancados” em Orlando. O ala-armador de San Antonio é, juntamente com o astro Kevin Love, os maiores defensores dessa causa e tem sido ouvido pelo comissário Adam Silver. Em quarentena do resto do mundo, ele acredita que os jogadores precisarão mais do que nunca desse tipo de apoio.  

“Bem-estar mental é algo que todos estamos discutindo também e haverá opções para cuidarmos disso, pois, definitivamente, será um desafio. Esses atletas vão ficar meses sem estar com suas famílias, confinados em um espaço controlado e sem as diversões que aproveitamos fora do basquete em situações normais. O bem-estar mental vai ser um desafio para cada jogador que estiver lá”, alertou o veterano. 

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