Derik Queen, calouro do New Orleans Pelicans, começou sua trajetória na NBA mirando duelos contra grandes nomes da liga e citou Joel Embiid. Ao falar sobre os primeiros desafios e os jogadores que mais espera enfrentar, o pivô deixou claro que o confronto contra o astro do Philadelphia 76ers é o que ele mais aguarda.
“O LeBron realmente me marcou. Eu até pontuei duas vezes em cima dele. Quem mais? Wembanyama, ele é grande para caramba. AD (Anthony Davis) e Nikola Jokic, claro. Agora, estou só esperando o Embiid, quem mais? Posso estar esquecendo alguém, mas, sim, digo o Embiid”, disse.
O confronto entre Derik Queen e Joel Embiid ainda não aconteceu, mas já desperta interesse por parte do jogador. O primeiro duelo entre os dois está marcado para o dia 31 de janeiro, quando o Pelicans enfrenta o 76ers. Ainda não se sabe se o o embate vai realmente acontecer, já que Embiid é ausência frequente nas partidas do 76ers devido a lesões.
Embora o jogador tenha conquistado apenas uma vitória em nove partidas contra os times dos atletas citados, Derik Queen vem ganhando confiança a cada jogo. Com mais minutos em quadra, o jovem pivô se sente mais ativo e, assim, mais importante dentro do sistema do Pelicans. Ele já soma, inclusive, dois triplos-duplos na temporada.
Enquanto isso, o técnico James Borrego continua observando o desenvolvimento do novato. Para ele, o rebote é um dos pontos fortes do jogo de Queen. Segundo o treinador, essa habilidade já vinha do basquete universitário, mas tem tudo para melhorar ainda mais na NBA.
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“O rebote é uma daquelas coisas que se transfere bem do jogo da faculdade para a NBA. Isso é algo que já via nele antes. Então podemos pedir mais. Por que não? Se Queen está pegando dez rebotes, por que não pedir 12? Vamos ver até onde ele chega. Acho que desafiá-lo nos rebotes é bom. Ele tem talento para isso”, disse o técnico.
Além dos rebotes, Borrego destacou outro ponto que, no entanto, surpreendeu até a comissão técnica. O impacto de Queen com a bola nas mãos tem sido maior do que o esperado. O pivô não só garante a posse, mas também inicia o ataque, acelera o jogo e cria boas chances em transição, algo raro para jogadores da sua posição.
“Acho que o principal é o que ele tem feito com a bola nas mãos. Nossos pontos por posse quando ele pega o rebote e sai em transição têm sido muito bons. Eu não esperava isso”, admitiu o técnico. “Ele puxando o contra-ataque, sendo esse criador de jogadas em transição após o rebote tem sido muito importante”, concluiu.
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Fonte: Reprodução / X

