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Comissário da NBA estuda duelo entre EUA e resto do mundo no All-Star Game

Mudança de formato seria viável para Adam Silver, mas pode “esbarrar” em vontade de times e atletas

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Reprodução / Instagram

A NBA nem tentou esconder que o All-Star Game desse ano foi um fracasso. Analistas e público ficaram revoltados com a falta de competitividade do jogo, enquanto os atletas mostraram pouca disposição em mudar essa postura. Ninguém quer, em síntese, mais jogar à sério. Adam Silver revelou que estudar mudar o formato para um duelo entre norte-americanos e o resto do mundo. Mas a ideia esbarra em um ponto essencial.

“A minha preocupação em implementar o formato de EUA contra mundo, a princípio, é que não faça diferença. Talvez, podemos ter simplesmente passado da época em que jogadores e equipes tinham incentivo para fazer um Jogo das Estrelas competitivo no meio da temporada. No fim das contas, essa é a natureza da liga hoje”, lamentou o comissário, em entrevista à TNT.

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A NBA tentou injetar competitividade no evento com uma estratégia especial. Antes do duelo festivo, as duas equipes receberam lendas como Larry Bird nos vestiários para enfatizar a necessidade de um jogo mais “pegado”. No entanto, na prática, não teve efeito nenhum. Na verdade, a liga assistiu ao Jogo das Estrelas com a maior pontuação da história por causa do desinteresse em defender.

“Eu não acho que algum astro entrou em quadra pensando em simplesmente não se esforçar. É só uma ‘dinâmica coletiva’ que toma conta de todos assim que a partida começa. Afinal, ninguém quer comprometer ninguém. E, mesmo que sejam norte-americanos contra jogadores internacionais, a extensão da temporada e o risco de lesões não muda”, analisou o executivo.

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Entretenimento

A NBA nunca escondeu que o All-Star Game, antes de tudo, era um jogo celebratório e que prioriza a diversão. Mas, para a maior parte do público, o atrativo nos esportes está na diversão. Times e jogadores, enquanto isso, estão cada vez mais preocupados com a integridade física em longo prazo. Para Silver, é impossível não pensar nessas mudanças para reconfigurar o formato do fim de semana festivo.

“A competição de arremessos entre Stephen Curry e Sabrina Ionescu, por exemplo, foi o momento mais chamativo do último final de semana. Então, a minha reação é concluir que precisamos jogar basquete durante o All-Star Weekend. Mas, ao mesmo tempo, a gente precisa estar consciente de que tudo gira em torno de dar entretenimento”, apontou o comissário da liga.

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O dirigente-mor da NBA compreende que precisa motivar a participação mais ativa dos jogadores. Mas não se pode perder de vista o objetivo final do evento. “Certamente, o público quer ver os jogadores entregarem tudo de si dentro de quadra. Tudo tem que ser, no entanto, mais do que só um jogo de basquete. É uma diversão, no fim das contas”, reforçou.

Celebração

Transformar o All-Star Game em um confronto entre jogadores norte-americanos e internacionais da NBA é um pedido de longa data. Mas, logo depois do fracasso do evento desse ano, Silver mostrou ser mais ponderado sobre a ideia. Ele contou que estudava possíveis mudanças de formato, mas não estava tão empolgado assim com os resultados. Talvez, a questão problemática seja a mera existência do jogo.

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“Foi um ótimo fim de semana, mas não tivemos um jogo de basquete. Se não tivesse visto o que aconteceu nesse ano, eu estaria pronto para fazer um duelo entre EUA e resto do mundo. No entanto, não tenho certeza se times e atletas têm interesse em fazer uma partida competitiva. Por isso, o caminho é pensar em diferentes formatos para celebrarmos o jogo”, refletiu Silver na época.

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