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Coluna Baloncesto (26/06/2021)

Confira como foi a semana dos clubes do basquete espanhol e dos atletas espanhóis que atuam na NBA

Divulgação / Fuenlabrada

Está no ar a Coluna Baloncesto de 26/06/2021, enfatizando os acontecimentos envolvendo os clubes espanhóis, que formam a liga de basquete mais forte do mundo sob as regras da FIBA e cuja seleção masculina é a atual campeã mundial.

Brasileiro de contrato renovado na Liga ACB; Liga LEB Oro tem campeão definido; seleção espanhola feminina fora do Mundial.

Liga ACB

O ala brasileiro Léo Meindl renovou contrato por mais uma temporada com o Fuenlabrada. Aos 28 anos, ele teve média de 11 pontos e 5,8 rebotes em 36 jogos, na temporada 2020/21, com o Fuenla.

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O pivô Felipe Reyes, após 17 temporadas e 23 títulos com o Real Madrid, decidiu encerrar a sua carreira, aos 41 anos. Ele seguirá no clube merengue, exercendo uma espécie de ponte entre direção e elenco. Pela seleção espanhola, da qual se retirou em 2016, foram dez medalhas, sendo três olímpicas e um ouro mundial.

O armador norte-americano Pierriá Henry, de 28 anos, finalizou sua etapa como jogador do Baskonia após duas temporadas e 126 partidas.

Kartal Ozmirak anunciou ao Obradoiro a rescisão de seu contrato. O armador turco de 25 anos, em seu primeiro ano como obradoirista, teve média de 7,6 pontos, 2,6 assistências e 20,7 minutos, em 17 jogos.

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O ala francês Valentin Bigote, de 29 anos de idade e que chega procedente do Le Mans-FRA, assinou por uma temporada com o Bilbao.

 

LIGA LEB ORO

O playoff final teve seu terceiro e decisivo jogo no Palacio de los Deportes, na cidade de Granada, e o Breogán conseguiu o título e a única vaga de acesso à elite em 2021/2022, ao atropelar o Granada por 83 a 57 (29 x 12, 20 x 17, 19 x 13 e 15 x 15).

No jogo 1 da decisão, o Granada, dono da melhor campanha geral, fez 67 a 53 no Breogán (11 x 15, 29 x 14, 13 x 14 e 14 x 10).  No jogo 2, o Breogán deu o troco: 81 x 78 (24 x 19, 15 x 22, 22 x 17 e 20 x 20).

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EUROBASKET

Fazendo parte do Grupo A, no Pabellón Fuente de San Luis, em Valencia, a Espanha, que havia estreado com derrota no Eurobasket Feminino, diante da Bielorrússia (51 x 53) e vencido a Suécia (76 x 55), encerrou a primeira fase com um triunfo diante da Eslováquia, por 93 a 61 (21 x 13, 18 x 19, 25 x 13 e 29 x 16), indo muito bem nas bolas de três (dez certas em 20 convertidas) e com 17 pontos da cestinha Cristina Ouviña.

Nas oitavas de final, no mesmo local, a seleção espanhola, segunda colocada do seu grupo, passou por Montenegro, 3º de B: 78 x 51 (26 x 18, 19 x 9, 21 x 14 e 12 x 10), com 19 pontos da cestinha María Conde, sendo sete arremessos certos em sete lançados de dois pontos.

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Nas quartas de final, novamente em Valencia, a Espanha acabou batida pela Sérvia, por 71 a 64, após prorrogação (13 x 15, 10 x 12, 20 x 16, 19 x 19 e 9 x 2), ficando fora da briga por medalha pela primeira vez depois de mais de uma década. Cristina Ouviña foi a principal pontuadora, com 14 pontos, mas perdeu a chance de dar a vitória a seu país ao errar um dos dois lances livres a 1,2 segundos do fim, quando o placar mostrava 62 a 61 pras sérvias. Sonja Vasic foi a cestinha, com 19 pontos.

Por fim, no duelo que valia vaga no próximo Mundial, na Austrália em 2022, as espanholas foram derrotadas mais uma vez dentro de casa, e de virada: 74 x 78 Rússia (17 x 12, 16 x 18, 14 x 19 e 27 x 29). Muito mal nas bolas de três (apenas seis convertidos em 23), a Espanha viu Maite Cazorla terminar com 19 pontos, mas a cestinha foi a russa Raisa Musina, com 20. Fazia mais de trinta anos que a Espanha não participava de um Mundial. A última vez foi em 1990. Agora a única maneira de o selecionado comandado por Lucas Mondelo se fazer presente no Mundial seria conseguir o ouro olímpico, o que não parece nem um pouco provável.

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