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Brandon Ingram admite frustração com papel e rendimento na seleção dos EUA

Titular, ala do Pelicans anotou só sete pontos na soma dos dois primeiros jogos da equipe no Mundial FIBA

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Stephen Gosling / AFP

Brandon Ingram é um dos jogadores mais provados dentro da jovem seleção dos EUA que disputa a Copa do Mundo FIBA. Quem não acompanha a NBA, no entanto, não imaginaria isso vendo os dois primeiros jogos do time no torneio. O ala é um dos titulares do técnico Steve Kerr, mas faz atuações bem tímidas. Ele reconheceu que está frustrado com a baixa minutagem e os problemas de adaptação.

“Isso é totalmente diferente do que estou acostumado. O nosso time está vencendo os jogos, então não posso ser egoísta. Eu não posso pensar só em mim quando nós estamos atrás de algo maior. Estou tentando descobrir formas de ser eficiente. Mas é uma situação um pouco frustrante, certamente”, admitiu o astro do New Orleans Pelicans, em entrevista ao site The Athletic.

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Ingram, para começar, é o quarto atleta com menos minutos de quadra na equipe até agora. Aliás, menos tempo de quadra do que reservas como Austin Reaves e Josh Hart. Marcou só sete pontos, como resultado, na soma das duas vitórias da seleção. O pivô Walker Kessler, estadunidense com menos minutos jogados na competição, é o único jogador com menor pontuação combinada no elenco.

O baixo desempenho do ala, no entanto, pode estar ligado a uma outra razão. Os titulares do Team USA, como um todo, têm um desempenho abaixo do esperado. Na vitória contra a Grécia, por exemplo, o quinteto inicial ganhou os minutos em que esteve junto em quadra por só dois pontos de diferença. Formações só com reservas, por sua vez, venceram os gregos por 11 pontos.

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Confiança

A reação natural do comando técnico com um titular de desempenho tão fraco seria considerar colocá-lo no banco. Mas Kerr garante que isso não vai ser cogitado. Pelo contrário. Com a seleção invicta na competição, antes de tudo, o técnico não pensa em alterações no time. Ele reconhece que Ingram não está bem, mas crava que a volta por cima do astro está próxima de acontecer.

“As coisas ainda não deram certo para Brandon. Ele não teve tantas oportunidades, mas tenho certeza de que isso vai mudar. Acho que a sua hora está chegando. Eu não poderia prever que Paolo [Banchero] seria o cestinha na nossa estreia, por exemplo. Mas essa seleção é assim. Os 12 atletas são tão talentosos que qualquer um pode brilhar a qualquer momento”, avaliou o treinador.

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Mas Kerr não para por aí. Ele coloca todas as suas fichas que Ingram ainda vai ser o destaque de uma vitória dos EUA na competição. “Brandon só precisa continuar trabalhando. Eu aprendi que, no basquete FIBA, cada partida tem um protagonista diferente. Então, espero que a grande noite dele ainda está por vir”, apostou.

Preparado

Há times que não gostam de ceder os seus jogadores para as federações nacionais. O desgaste físico e lesões, afinal, sempre são uma possibilidade. Mas a presença de Brandon Ingram na seleção dos EUA parece agradar bastante o Pelicans. Até mais do que o normal. O vice-presidente da franquia, David Griffin, vê uma oportunidade valiosa de receber o seu jogador já em condição de jogo na pré-temporada.

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“Nós acreditamos que o melhor ainda está por vir para Brandon. A sua presença na Copa do Mundo é um bom início porque vai reapresentar-se em ótimas condições e ritmo. Ele precisou fortalecer o físico no início da carreira e, por isso, ainda está em adaptação a um novo corpo. Estamos animados, então, para ver o que apresentará em uma pré-temporada em que já chega embalado”, afirmou o executivo.

 

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