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Ben Wallace: “Meu jogo seria perfeito para a NBA atual” 

Ídolo do Pistons ainda projeta futuro como dono de franquia na liga e admite que não acreditava em eleição para Hall da Fama

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Reprodução

Um dos maiores ídolos da história do Detroit Pistons foi o responsável por trazer sorte (e o provável reforço do talentoso Cade Cunningham) para a franquia na loteria do draft. O ex-pivô Ben Wallace representou o time do Michigan no evento que definiu a primeira escolha do recrutamento e, antes da grande vitória, explicou porque imagina que seria um encaixe perfeito para a maneira como o jogo da NBA evoluiu nos últimos anos.

“Acho que o meu jogo seria perfeito para a NBA atual. Quando estava no auge, eu era o cara fora dos padrões por conta de minha estatura. O basquete era feito para gigantes. Hoje, há muito mais liberdade para correr, movimentação e as ações ficaram bem mais rápidas. Na verdade, acho que tudo ficou um pouco soft e minha imposição física seria um diferencial”, avaliou o veterano, campeão da liga pela equipe de Detroit em 2004.

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Wallace sabe que tem um futuro envolvido com o basquete pela frente e está dando os passos iniciais rumo ao seu verdadeiro objetivo no pós-carreira. O ex-atleta é um dos sócios minoritários do Grand Rapids Drive, franquia filiada do Pistons na G-League, e também exerce o cargo de presidente de operações do time. Ser técnico na NBA não está totalmente descartado, mas a vida gerencial é o que realmente o entusiasma.

“Treinaria uma equipe na liga, mas torcendo e rezando para não ter que trabalhar com um jogador como eu. A parte mais difícil do jogo, na verdade, é encontrar atletas que você não precise treinar todos os minutos. Mas, honestamente, eu acredito que posso contribuir com mais do que isso. Eu nunca escondi que vejo a próxima fase de minha vida no esporte como dono de um time”, afirmou o ex-jogador de 46 anos.

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Embora tenha deixado as quadras há mais de nove anos, o último passo da carreira de jogador de Wallace só vai acontecer nos próximos meses: após alguns anos como um dos indicados, ele finalmente foi eleito para o Hall da Fama. É a coroação da jornada mais condecorada já vista por um atleta não-draftado, que incluiu quatro prêmios de melhor defensor da liga, quatro eleições para o Jogo das Estrelas e cinco seleções para um dos quintetos ideais da NBA.

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“Quando anunciei a minha aposentadoria, acabou. Aquela foi a minha carreira. Nunca tive sonhos de ser escolhido para o Hall da Fama quando criança. Não há jogadas que você possa executar para levá-lo até lá. E não sei se é possível preparar-se para algo assim. Não é algo que podemos controlar. Por isso, eu nunca imaginei que seria eleito até receber o telefonema deles”, admitiu Wallace, agora, oficialmente, uma lenda do basquete norte-americano.

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