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Angola: a potência do basquete africano quer mais

Angola é a maior seleção de basquete de África e sonha com mais

basquete angola
Reprodução / AfroBasket

Agosto de 2025: Angola x Mali na final do FIBA AfroBasket 2025. Quem leu o título já sabe quem venceu. Os Palancas Negras são uma das equipes que mais cresceu no cenário africano, e quem ainda não os conhece bem vai ouvir falar cada vez mais. Este foi o 12º título da seleção angolana, e muitos outros devem vir, especialmente com jogadores como Childe Dundão em grande destaque.

Com 12 títulos no Afrobasket, a seleção angolana tem mais do dobro da segunda equipa com mais títulos continentais: Senegal e Egito têm 5. Angola pretende hoje ir mais além, para cimentar seu estatuto à escala planetária, com o Mundial de 2027 no horizonte. Mas primeiro, teremos as eliminatórias africanas.

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Os angolanos estão no Grupo D juntamente com Uganda (jogo a 26 de fevereiro), Egito (jogo a 28 de fevereiro) e Mali (jogo a 1 de março). E segundo as casas de apostas africanas, a Angola é claramente favorita para ser primeira colocada. Os torcedores angolanos terão todo o gosto em se beneficiar do código promocional Bantubet Angola para apostar na vitória da sua seleção.

12 anos de reestruturação dando frutos

Entre 1989 e 2013, os Palancas Negras conquistaram 11 títulos e consolidaram a hegemonia do basquete em África. Depois de 2013, vieram 12 anos de reformulação — uma fase marcada por apostas em talentos jovens e mudanças estratégicas no modelo de treino e competição. Em 2025, o trabalho deu resultado.

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Foi uma campanha dominante: 6 vitórias em 6 jogos, com a final contra o Mali terminando em 70-43. Uma diferença de 27 pontos que não deixou margem para dúvidas. Para o jogo de qualificação africana de 26 de fevereiro para a FIBA Basketball World Cup 2027, ainda dá tempo de aproveitar.

Heróis do título: as estrelas que brilharam

Um dos principais protagonistas desta conquista foi Childe Dundão. O armador angolano foi eleito o MVP do AfroBasket 2025, graças à sua liderança em quadra e às estatísticas impressionantes ao longo da competição — números que mostram não só qualidade ofensiva, mas também visão de jogo e criatividade.

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Ao lado dele, Bruno Fernando também teve papel importante. Com experiência internacional — incluindo passagens pela NBA e pela liga espanhola —, Fernando trouxe presença física, domínio sob as cestas e a maturidade de quem já jogou em palcos de alto nível.

Esses nomes representam bem a nova geração de talentos angolanos: coletivamente sólidos e individualmente capazes de competir no mais alto nível. Para quem acompanha o basquete africano, a combinação de juventude e experiência promete muito.

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Uma história de hegemonia e renovação

Angola não chegou ao título de 2025 por acaso. A seleção tem uma história rica no AfroBasket, com conquistas desde os anos 1980. Entre 1989 e 2013, os Palancas Negras dominaram quase todas as edições, impondo um padrão elevado de consistência no basquete africano.

O período pós-2013 foi de transição e reajuste — 12 anos de reconstrução, com novas apostas em talentos jovens e mudanças no modelo de jogo. O triunfo em 2025 não é um ponto isolado, mas o resultado de investimento, paciência e trabalho sustentado ao longo de anos.

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Os clubes angolanos também elevam o nível

Enquanto a seleção nacional acumula títulos no plano continental, os clubes angolanos também têm deixado marca no basquete africano de clubes. O Petro de Luanda, em 2024, se tornou o primeiro clube da África Subsaariana a vencer a Basketball Africa League (BAL), a principal competição de clubes do continente.

Esse título não só elevou o basquete de clubes angolano a um novo patamar, como também abriu portas para que jogadores angolanos testem seu talento em competições internacionais, incluindo o FIBA Intercontinental Cup, onde o Petro de Luanda representou a África diante de equipes de todo o mundo.

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2027 já está no horizonte: FIBA Basketball World Cup

Com o AfroBasket 2025 conquistado, Angola reafirmou sua posição como potência africana e sinalizou que o melhor pode estar ainda por vir. Jogadores como Childe Dundão e Bruno Fernando têm capacidade de continuar elevando o nível da seleção, tanto em África quanto em competições internacionais.
A próxima janela de qualificação para a FIBA Basketball World Cup 2027 é o próximo passo dessa jornada. A aposta em talentos jovens, combinada com a experiência acumulada ao longo dos anos, posiciona Angola como uma força a ser levada a sério não só em África, mas no cenário global do basquete.

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