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“Adoraria encerrar minha carreira no Clippers”, revela Blake Griffin

Chegada do astro a Los Angeles foi fundamental para ascensão da equipe nesta década

O Clippers sempre foi visto como o “primo pobre” de uma Los Angeles comandada pelo Lakers. Mas, nos últimos anos, a história mudou um pouco: os 16 vezes campeões da liga amargam as últimas posições da classificação do Oeste, enquanto o rival costumeiramente sem brilho surge como um dos principais candidatos ao título. E a sorte começou a virar quando, com a primeira escolha do draft de 2009, selecionou um futuro astro no ala-pivô Blake Griffin.

“O Lakers teve tanto sucesso no passado que a cidade é deles. Mas o engraçado para mim é que, durante meu primeiro ano na NBA, a gente ia enfrentá-los e a torcida nem nos vaiava. A coisa mudou agora: quando vamos nos aquecer, todo mundo vaia e você sente a hostilidade. Acho que é porque temos um time que pode competir e vencê-los hoje. Isso é ótimo para a cidade, o basquete e para nós”, lembrou o craque, em entrevista ao site Basketball Insiders.

A escolha de Griffin começou uma virada na imagem do Clippers, que seria consolidada dois anos mais tarde com a aquisição do craque Chris Paul junto ao então New Orleans Hornets. Por coincidência, o Lakers também esteve em negociações para contar com os serviços do armador e chegou a um acordo com a franquia da Louisiana antes. A transação só não foi fechada porque a NBA – dona do Hornets na ocasião – vetou (de forma polêmica) a troca.

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Escolher o ala-pivô no recrutamento universitário foi o primeiro passo para o “primo pobre” de Los Angeles sair – nem que seja um pouco – da sombra do campeão da cidade. O Clippers abraçou o titular desde seu primeiro dia na NBA e ele também abraçou a franquia. Assim como sua primeira partida como profissional, ele gostaria que todas as outras e seu último jogo também fossem pelo time angelino.

“Los Angeles é a minha casa agora. O Clippers me draftou e estou aqui desde o início. Passei alguns momentos ruins com a franquia no passado e você se sente parte da mudança quando realiza uma virada como a nossa nos últimos anos. Eu estou feliz, amo essa cidade, e adoraria encerrar minha carreira aqui”, finalizou o craque, que pensa alto, no título, e acredita que pode ter o elenco mais qualificado da carreira ao seu lado na próxima temporada.

Griffin, de 26 anos, foi convocado para o Jogo das Estrelas nas cinco temporadas que disputou na NBA e eleito para um dos quintetos ideais da liga em quatro oportunidades. Ele registra médias de 21.5 pontos, 9.7 rebotes e 4.0 assistências em 375 jogos realizados com a camisa do Clippers. Desde que jogou o primeiro confronto na NBA, a franquia acumula 241 vitórias e 153 derrotas.

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