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Revisão da temporada – New Orleans Hornets

New Orleans Hornets  (27 – 55) 14° na conferência Oeste Time base Greivis Vasquez Eric Gordon Robin Lopez Anthony Davis Al-Farouq Aminu Principais reservas Brian Roberts Austin Rivers Roger Mason Jr Jason Smith Ryan Anderson Lance Thomas Darius Miller Líderes Pontos: Eric Gordon – 17.0 Rebotes: Anthony Davis – 8.2 Assistências: Greivis Vasquez – 9.0 […]

New Orleans Hornets  (27 – 55) 14° na conferência Oeste

Time base

Greivis Vasquez
Eric Gordon
Robin Lopez
Anthony Davis
Al-Farouq Aminu

Principais reservas

Brian Roberts
Austin Rivers
Roger Mason Jr
Jason Smith
Ryan Anderson
Lance Thomas
Darius Miller

Líderes

Pontos: Eric Gordon – 17.0
Rebotes: Anthony Davis – 8.2
Assistências: Greivis Vasquez – 9.0
Roubadas: Anthony Davis – 1.2
Bloqueios: Anthony Davis – 1.8

Agentes livres irrestritos: Roger Mason Jr,  Al-Farouq Aminu, Havier Henry

Agentes livres (team option): Brian Roberts (renovou), Darius Miller (renovou), Lance Thomas (dispensado)


A temporada

A equipe de New Orleans fez sua ultima temporada com o nome de Hornets, já que logo no inicio foi anunciada a mudança para renomear a equipe para New Orleans Pelicans. O novo nome era um dos pedidos da torcida local da equipe, e atendido pelo novo dono para que o time tivesse mais relação com a cultura local, e resgatasse o orgulho e entusiasmo do torcedor. O pelicano é o pássaro símbolo do estado da Louisiana e presente inclusive na bandeira do estado.

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Com a equipe sem muitas pretensões,  o torcedor ja sabia que teria um ano difícil, pois a equipe continuava ainda com seu processo de reformulação e era certo que não chegaria a brigar por uma vaga nos Playoffs. A expectativa do torcedor era poder ver de perto o garoto Anthony Davis com a camisa da equipe, além de poder observar Austin Rivers e o recém contratado Ryan Anderson ex Orlando Magic.

Além do processo de reformulação e da equipe ainda frágil os Hornets sofreram bastante com lesões de seus principais jogadores, Eric Gordon o cestinha da equipe ficou de fora da primeira metade da temporada e quando voltou por ainda sentir dores no joelho e para diminuir o risco de novas lesões, o jogador foi poupado de jogos em dias sucessivos.

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Dentro de quadra a equipe teve um rendimento muito baixo, sendo um dos cinco piores times da Liga tanto no setor defensivo quanto no setor ofensivo, e com isso continuou sua jornada rumo a mais um Draft, ja que Playoffs nao era uma realidade para a equipe.


O que deu certo
Ryan Anderson.

Anderson chegou em New Orleans com desconfiança da grande parte da torcida e inclusive dos jornalistas ligados a Franquia, pois poucos acreditavam que ele teria o mesmo rendimento sem contar com a presença de Dwight Howard que sempre recebia dupla marcação e abria espaço assim no perímetro para Anderson poder executar a jogada que é sua especialidade, o arremesso de 3 pontos.

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Mas em pouco tempo, o ala-pivô mostrou que poderia alcançar o mesmo rendimento sem ter Howard atraindo a atenção  das defesas adversárias no garrafão e se tornou uma das principais peças da equipe ofensivamente, sendo o segundo maior pontuador durante a temporada, e se tornou um dos lideres perante os jogadores mais novos e um dos jogadores preferidos da torcida.

No Hornets Anderson acabou aprimorando seu jogo, e por muitas vezes foi preciso criar seu próprio arremesso, ou também em muitas vezes acabou entrando no garrafão e definindo as jogadas, coisas que raramente fez em Orlando.
A boa temporada de Ryan foi premiada com a convocação para a participação aos treinos da seleção americana de basquete.

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O que deu errado
A defesa.
A equipe de New Orleans foi terrível na defesa, foi um dos cinco piores times em varias estatísticas defensivas nessa temporada, e a incapacidade de diminuir o aproveitamento nos arremessos de quadra em geral da equipe adversária e principalmente diminuir o aproveitamento dos arremessos de 3 pontos custaram muitas e muitas derrotas para a equipe.

A defesa de garrafão ainda conseguiu um rendimento ao menos aceitável, pois Anthony Davis chegou já causando impacto dentro de quadra, e contou com a ajuda de Al-Farouq Aminu e Robin Lopez para diminuir os danos sofridos pela equipe.

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Aminu é um ala que ajuda bastante na defesa do garrafão, mas acaba deixando o perímetro mais aberto e exposto, e com a presença de Vasquez naquela região a equipe acabou sendo batida facilmente em muitas oportunidades por ver seus adversários sempre com bastante espaço para criar e definir as jogadas.

Lopez fez pela primeira vez na carreira uma temporada completa, participou de todas as partidas da equipe, e apesar de ajudar a defesa dentro do garrafão, mostrou uma grande dificuldade na defesa das jogadas de pick and roll; quando se unia a dupla Lopez e Vasquez na defesa dessa jogada o Hornets faltalmente seria vazado, pois Vasquez foi o maior problema defensivo da equipe, provavelmente o pior armador titular defendendo de toda a Liga,  um jogador alto e lento que não conseguia ter sucesso a segurar os seus oponentes e com isso acabou deixando sempre a defesa aberta.

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O futuro
O torcedor de New Orleans nunca esteve tão empolgado e esperançoso como nesse momento. Além da esperada evolução física e técnica de Anthony Davis, a equipe conseguiu boas adições no período de negociações como Jrue Holiday e Tyreke Evans. Com a chegada de Holiday e Evans a equipe deve melhorar bastante dois de seus maiores problemas,  a defesa do perímetro e a agressividade ofensiva. Holiday é um dos melhores armadores da NBA, e muito bom defensivamente, além disso tanto ele quanto Evans podem criar seu próprio arremesso oferecendo assim maiores alternativas ofensivas a equipe.
O sucesso da equipe depende muito da evolução de Anthony Davis e se Eric Gordon consegue fazer uma temporada completa ou próxima disso. Com Gordon saudável e Davis mostrando mais do que mostrou na temporada de estreia o agora New Orleans Pelicans tem chances de chegar nos Playoffs já no primeiro ano de sua existência.

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