NBA: Dez movimentos para o Minnesota Timberwolves fazer na offseason
Time de Anthony Edwards vem encontrando dificuldades em fases mais agudas nos playoffs
Por Gustavo Freitas

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O Minnesota Timberwolves parou no San Antonio Spurs nos playoffs da NBA, mas os sinais são claros de que algumas coisas vão mudar. O time não evoluiu em relação aos últimos anos, enquanto folha salarial está "engessada". Clique nas setas para ver.
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MANTER A ESCOLHA DE PRIMEIRA RODADA - Com uma folha salarial muito pesada, quanto mais jogadores o time tiver com contratos baixos, melhor. E nada melhor que um calouro para isso. A ideia pode ser para o time buscar um ala ou ala-armador no recrutamento, mas depende de algumas trocas que podem acontecer antes disso.
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TROCAR JULIUS RANDLE - Foi um ano muito duro para Randle, mas como terminou foi ainda pior. O ala-pivô é muito bom tecnicamente e pode ser útil em vários times da NBA, mas no Timberwolves, a coisa não anda, especialmente como foi nos playoffs. O ideal é trocar, mas seu mercado esfriou.
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ESTENDER COM MIKE CONLEY - De novo, quanto mais jogadores com salários baixos, melhor. E Conley aceitaria um contrato de um ano por um valor menor. Além disso, é um ótimo mentor para os mais jovens. Tem de ficar, mas seria melhor ainda se o time tivesse alternativas para a posição.
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ESTENDER COM AYO DOSUNMU - Ele agradou muito e merece uma boa extensão. Mas o Timberwolves pode ficar "travado". Isso porque a folha salarial já é muito pesada e o time tem de pensar bastante sobre multas. No entanto, é improvável que o time o deixe ir embora.
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TROCAR RUDY GOBERT - Ele é espetacular defendendo, mas nos playoffs, vira unidimensional. Como não dá alternativa para o arremesso, ele ocupa espaço onde Anthony Edwards ataca. O próprio Edwards já falou disso. O ideal é achar um pivô que faça os dois lados da quadra, de preferência com arremesso de três e salário menor.
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TENTAR TROCA POR GIANNIS ANTETOKOUNMPO - Claro que vai haver muita concorrência, mas ele faz muito sentido para jogar ao lado de Anthony Edwards. Giannis Antetokounmpo é o grande nome da offseason de 2026, mas o Timberwolves precisa entender o que pode oferecer. Sem desapego. Do contrário, fica sem ele.
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MAIS ESPAÇO PARA TERRENCE SHANNON - Ele não arremessou bem nos playoffs, mas mostrou que está pronto para ganhar mais tempo de quadra. Por enquanto, segue limitado a cerca de 12 minutos por noite. Mas quando ganhou mais espaço nos playoffs, fez 11.8 pontos. Nos três em que foi titular naquela fase, produziu 17.3 pontos e 5.3 rebotes.
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ESTENDER COM KYLE ANDERSON - Assim como o Mike Conley, Anderson é veterano e não seria caro. Além disso, ele ajuda em múltiplas funções e com sua experiência.
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TENTAR TROCAR DONTE DIVINCENZO - Aqui tem um problema. DiVincenzo não vai jogar a próxima temporada, então é o caso de fazer com que a troca seja apenas para o outro time ter o controle sob seu contrato, que expira ao fim de 2026/27. DiVincenzo não é um armador de fato. Até a mesma faixa de seu salário, a NBA tem Davion Mitchell (Heat), Tre Jones (Bulls) e Anthony Black (Magic).
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SE NADA DER CERTO, ESPERAR PELA IDA PARA O LESTE - O fato é que o Timberwolves está travado no Oeste e não consegue superar a final de conferência. Foram dois anos seguidos parando ali. Em 2025/26, caiu em uma fase anterior. Então, se nada melhorar em relação ao elenco, é só esperar a ida ao Leste. É o time mais provável, ao menos por enquanto, a mudar de conferência após a expansão. Até lá, são mais dois anos.
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