NBA: Dez movimentos para o Detroit Pistons fazer na offseason
Time de Michigan liderou o Leste com alguma folga, mas caiu na semifinal e terá uma agência livre decisiva
Por Gustavo Freitas

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Se você chegasse para o Detroit Pistons e perguntasse se uma semifnal de conferência estava bom antes da temporada começar, muitos torcedores aceitariam na hora. O problema é que o Pistons deu um salto e liderou o Leste com alguma folga. Então, a queda antes da final do Leste teve um gosto amargo. Será mesmo? Clique nas setas para ver.
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AVALIAR SITUAÇÃO DE TOBIAS HARRIS - O veterano é agente livre e não é tão barato assim. Claro que ajuda mais do que atrapalha, mas o Pistons está em condições de ir atrás de algo melhor. O que fazer em uma situação assim? Bem, Harris recebeu US$26.6 milhões em 2025/26. Na mesma faixa salarial, tem John Collins, Kristaps Porzingis e Andrew Wiggins (se não aceitar a opção por mais um ano no Miami Heat).
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TROCAR ISAIAH STEWART - Ele é queridinho da torcida e muitos times da NBA fariam esforços para contar com os seus serviços. Mas quando Jalen Duren vai mal nos playoffs e Stewart não passa de 12 minutos por jogo, é sinal de que algo está errado. Uma troca por um cestinha, nem que seja para sair do banco, já funcionaria muito. Se quiser, o time pode tentar pegar alguém como PJ Washington, hoje no Dallas Mavericks, para ser o titular no lugar de Harris em eventual saída. E/ou, ainda, Buddy Hield. Ele não vai defender nada, mas é um arremessador de três para ajudar da reserva. Fora o carisma.
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DEIXAR KEVIN HUERTER IR EMBORA - Nada mais que isso. É só deixar ir. Ele é agente livre e o Pistons abre quase US$18 milhões sem ele.
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ESTENDER COM JAVONTE GREEN - Ótimo defensor, Green também ajuda no arremesso de três. Para o banco, como um eventual titular em alguns jogos que precisar, ele pode ajudar e não deve custar caro.
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NÃO FAZER LOUCURAS POR JALEN DUREN - Ele vinha tão bem na temporada... mas os playoffs deixaram uma grande dúvida: quanto Duren realmente vale? Porque leão de temporada regular e gatinho nos playoffs não ajuda muita coisa na hora H. Como é restrito, tem a chance de alguns times tentarem inflacionar seu valor para o Pistons cobrir. E, dependendo do que alguém quiser pagar, o time pode partir para outros tipos de negócios. Vale lembrar que Josh Giddey, Jonathan Kuminga, Cam Thomas e Quentin Grimes sofreram com isso na offseason passada. Mas Duren, depois de ser All-Star, foi bem burocrático nos playoffs.
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ESTENDER PREVIAMENTE COM DANISS JENKINS - Claro que ele não é um astro, mas vale assegurar que ele não vai embora daqui um ano. Então, uma extensão, começando em 2027/28, já ajudaria muito o Pistons em seu elenco para os próximos anos.
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SE PUDER, PISTONS TENTAR TROCAR POR KEVIN DURANT - Como o time estará (muito) abaixo do teto, é possível enviar Isaiah Stewart e Caris LeVert em uma troca pelo astro. Tudo o que Cade Cunningham precisa é de um cestinha ao seu lado, com capacidade de ajudar na organização e arremessar de média e longa distância. Durant é o jogador ideal para isso. Como Detroit possui suas escolhas para o futuro, é um movimento possível se o Houston Rockets quiser se livrar do ala.
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BUSCAR UM PIVÔ NO DRAFT - Todo mundo sabe que o Draft de 2026 é muito bom, mas no fim da primeira rodada deve sobrar pivô de qualidade. Até ala-pivô já ajudaria muito na questão do Pistons, pois nomes como Hannes Steinbach, Jayden Quaintance, Allen Graves e Koa Peat podem sobrar. Detroit pode até fazer um "reach" e ir em Henri Veesaar ou Tarris Reed, dois pivôs que podem cair para a segunda rodada. É um Draft de muitos talentos.
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SE SOBRAR DINHEIRO, TENTAR FECHAR COM JOHN COLLINS - Claro que não é a melhor das opções, mas Collins é um jogador que pode ser pivô em formações baixas, faz espaçamento em quadra e pega rebotes. Nunca foi o All-Star que projetava ser, mas é um bom jogador.
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DAR A CADE CUNNINGHAM CONDIÇÕES DE VENCER - A diretoria do Pistons vem trabalhando bem nos últimos anos. Após temporadas terríveis, o time contratou as peças certas e começou a vencer. Mas com Duren e Harris como agentes livres, a direção precisa ser criativa na offseason da NBA. Claro que a meta é não perder Duren de graça, mas não pode pagar um salário inflacionado por ser agente livre restrito. É um time que pode ficar no topo do Leste se achar os caras certos.
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