NBA: Dez movimentos para o Boston Celtics fazer na offseason
Time de Boston abriu mão de “ano sabático” por cair na primeira rodada dos playoffs
Por Gustavo Freitas

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Era uma vez? Após o Boston Celtics não partir para ano sabático, o time competiu e acabou sendo eliminado na primeira rodada dos playoffs. E agora? Vai partir para trocas? O que ainda pode oferecer? Como o mercado vai receber, sabendo que Boston não possui tantos atrativos como antes? Clique nas setas para ver.
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MANTER JOE MAZZULLA (?) - Gênio ou bem longe disso? Favorito a receber o prêmio de melhor técnico da NBA, Mazzulla foi incrível ao fazer o time competir e ficar em segundo no Leste. Mas a escalação no jogo 7, em casa, contra um Philadelphia 76ers embalado, foi um desastre. Tem crédito por conta do título, mas ao não ter um Plano B em seu estilo de jogo e a escalação "pardal" em uma partida decisiva pesam muito contra. Se a bola de três não cai, o Celtics tem sérios problemas. Mas o crédito o deixa em boa situação. Então, não mexer nele, por enquanto, é o mais correto a se fazer.
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NÃO TROCAR JAYLEN BROWN (NEM POR GIANNIS ANTETOKOUNPO) - Claro que Giannis é mais jogador. Ninguém discute isso. O problema é o preço a se pagar. Se o Celtics já não possui muitas peças para trocas, imagine mandando Jaylen Brown e várias escolhas de primeira rodada para o Milwaukee Bucks. E como é que Antetokounmpo se encaixaria? E o arremesso de três (28.5% na carreira)? Os rumores, no entanto, estão crescendo. E se for trocar Brown, que seja por alguns jogadores, especialmente alguém da armação.
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NÃO TROCAR A ESCOLHA DE DRAFT - Pense no seguinte: se o Celtics tivesse ido para o ano sabático, o time teria o sucessor de Jayson Tatum e Jaylen Brown, podendo ser AJ Dybantsa, Darryn Peterson ou Cam Boozer. Agora, vai fazer sua escolha lá no fim da primeira rodada. Com Tatum e Brown ganhando US$115 milhões juntos em 2026/27, o time precisa de jogadores baratos. E nada melhor que um jovem talento vindo do Draft. E podia ser Dybantsa...
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NÃO TROCAR DERRICK WHITE - Claro que ele teve um ano abaixo, mas vale lembrar que sem Jrue Holiday, a armação do Celtics passou muito por White. Isso prejudicou seu arremesso, pois teve de ser, muitas vezes, o organizador primário. Ele é um ala-armador que ajuda na função. O Celtics precisa de alguém para colocar a bola debaixo do braço e pensar, isso sim.
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ESTENDER (LOGO) COM NEEMIAS QUETA - É o que é. O pivô foi titular durante toda a temporada e, como resultado, teve o melhor ano da carreira. De forma totalmente inexplicável, veio do banco no jogo 7 dos playoffs. Queta é sinônimo de garra e rebotes para uma posição que o Celtics ignorou até a trade deadline.
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NÃO ESTENDER COM NIKOLA VUCEVIC - Claro que ele não foi bem. Vooch não se encaixou no Celtics desde o primeiro minuto em quadra. Pontua, pega rebote, arremessa de três, mas não defende. Sequer saiu do banco no sétimo jogo contra o Sixers. Foi uma experiência ruim para os dois lados.
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ASSINAR COM MARCUS SMART - Claro, presumindo que ele abra mão de sua opção no Los Angeles Lakers. Ele já conhece o time, os jogadores, o ginásio, a cidade, o prefeito, o porteiro, o roupeiro... Smart chegaria por um valor baixo e o Celtics poderia bancar. Ele precisa abrir mão da opção e cairia como uma luva.
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FECHAR COM RUSSELL WESTBROOK (SE NÃO VIER SMART)- Vamos lá. Quase não tem armador barato disponível no mercado. Ele comete turnovers, mas segue sendo ótimo organizador. Não tem arremesso de três (exceto o do canto da quadra), mas tem muita garra e vem defendendo muito desde que saiu do Los Angeles Lakers. Claro que não é o ideal, mas na ausência de um armador bom e barato no mercado, Westbrook ajudaria muito mais do que atrapalharia.
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DAR MINUTOS A JORDAN WALSH - Joe Mazzulla precisa entender que Walsh é só benefício para o Celtics: defende muito, arremessa bem, pega rebotes, briga por cada posse de bola e tem carisma. Por que ele não joga? É impressionante como Walsh não tem minutos em Boston. Seria sexto homem em vários times da NBA, mas no Celtics, de alguma forma, passa períodos sem jogar por opção técnica.
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PAYTON PRITCHARD VINDO DO BANCO - Claro que ele foi a coisa mais próxima de um armador que o Celtics teve na temporada, mas Pritchard foi muito mais eficiente saindo do banco. Afinal, seu aproveitamento de três subiu de 34.8% como titular para 42.9% na reserva. Além disso, ele não errou nenhum dos 32 lances livres que tentou desde a trade deadline. Jogou quase o mesmo tempo e teve índices muito melhores vindo do banco.
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