NBA: Dez movimentos para o Sacramento Kings fazer na offseason
Time californiano mudou para pior no último ano e teve desempenho pífio
Por Gustavo Freitas

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Não perca a conta: o Sacramento Kings foi aos playoffs da NBA apenas uma vez nos últimos 20 anos. O time precisa de jovens jogadores com talento, sem pressa para reconstruir. No entanto, alguns veteranos podem ficar na ajuda como mentores. Clique nas setas para ver.
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KINGSTON FLEMINGS SEM PENSAR DUAS VEZES SE NÃO FICAR COM ESCOLHA TOP 4 - Ótimo na infiltração, Flemings sabe arremessar em vários níveis, passa bem, tem grande atleticismo, bom controle corporal e... defende muito bem. É o tipo de armador que viraria favorito do torcedor no primeiro dia. Flemings tem muito potencial e pode se tornar um astro na NBA.
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MANTER DEMAR DEROZAN - Seu salário é bom para nível de basquete que ainda tem, na casa dos US$25 milhões. Mas mais do que isso, ele vai para o último ano de contrato e pode colaborar muito na formação dos novos atletas do time. DeRozan é um excelente jogador e faz parte de um grupo que quase não existe mais: arremessadores de média distância.
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TROCAR ZACH LAVINE - Ele tem opção de US$49 milhões em seu contrato. LaVine está em baixa (de novo) e não vai arriscar perder dinheiro no mercado. Então, o Kings precisa tentar capitalizar em cima disso e arrumar uma troca o mais rápido possível. Como será expirante, ele pode atrair interessados em abrir espaço em suas folhas, como Milwaukee Bucks, Chicago Bulls (estou brincando, calma), ou em um time que precise de alguém para colocar a bola na cesta, como o Detroit Pistons. Não só ele, mas Malik Monk também poderia ser trocado.
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TROCAR DOMANTAS SABONIS - Claro que ele é ótimo, mas o Kings precisa ficar mais jovem e dar espaço a Maxime Raynaud para ontem. Sabonis será muito mais útil em times querendo ir aos playoffs do que no Kings, que vai na contramão disso. Seu estilo de jogo beneficia qualquer um no ataque. Vai receber US$45.4 milhões, enquanto tem vínculo até 2027/28.
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ESTENDER COM RUSSELL WESTBROOK POR UM ANO - Ele ainda entrega muito basquete e é um companheiro de time que os jovens gostam e se espelham pela grande carreira. Por mais um ano, servindo como mentor, Westbrook ainda tem "lenha para queimar".
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MAXIME RAYNAUD COMO TITULAR - O Kings fez uma excelente escolha no francês na segunda rodada do Draft do ano passado. Nos últimos 26 jogos, após a parada para o All-Star Game, ele produziu 17.3 pontos, 9.2 rebotes e acertou 39.4% nas bolas de três. Titular já!
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MANTER PRECIOUS ACHIUWA - O ala-pivô é sinônimo de raça e determinação. Mas mais do que isso, ajuda muito nos rebotes. Apesar de ser baixo para jogar de pivô, o nigeriano teve 6.7 rebotes em cerca de 24 minutos de ação. É um número bastante razoável para um time que sofreu no quesito. E tem mais: Achiuwa só está com 26 anos.
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MAIS MINUTOS PARA NIQUE CLIFFORD - Veja como são as coisas. Enquanto Achiuwa completou sua sexta temporada na NBA, aos 26 anos, Nique Clifford fez a sua primeira e está com 24. Clifford chegou pronto do basquete universitário, então é mais uma questão de dar minutos a ele. Teve média de 13.2 pontos, 5.2 rebotes e 4.0 assistências nos últimos 23 jogos, enquanto seu arremesso de três, um dos maiores problemas ao longo da campanha, ficou acima dos 35% no período.
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DAR MINUTOS A DEVIN CARTER - Após passar boa parte de seu primeiro ano machucado, Carter custou a ganhar espaço no Kings em 2025/26. Mas quando teve chance, mostrou raça, produziu nos dois lados da quadra, embora não tenha arremesso de três. Tem talento para ficar e ganhar espaço, enquanto trabalha o arremesso.
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"REPATRIAR" MARVIN BAGLEY - Apesar de nunca ter sido um jogador para sair no Draft antes de Luka Doncic, Marvin Bagley é um bom jogador. Claro que ele saiu do Kings após problemas internos, quando Bagley ainda achava que era um futuro All-Star, mas isso já passou. Hoje, ele é um atleta que consegue entregar um bom basquete e é esforçado. Assim, ele pode dividir seus minutos com Raynaud e Achiuwa.
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