NBA: Dez movimentos para o Charlotte Hornets fazer na offseason
Listamos algumas ideias para o time de North Carolina na agência livre de 2026
Por Gustavo Freitas

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Foi por pouco. O Charlotte Hornets chegou muito perto de voltar aos playoffs e deu sinais de que está no caminho certo. Agora, é ir atrás daquele próximo passo para virar um time forte no Leste de vez. Clique nas setas para ver.
Foto: Reprodução / X

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MIRAR EM ALAS-PIVÔS NO DRAFT - Yaxel Lendeborg (foto), é produto de Michigan, com muita capacidade de espaçamento de quadra, força no garrafão e nos rebotes, além de ser seguro com a bola nas mãos. É um exemplo do tipo de jogador que o Hornets pode ter no recrutamento, pois tem muito talento e está quase pronto para jogar, não precisando de muito tempo para se desenvolver.
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PRIMEIRO PASSO: ESTENDER COM COBY WHITE - Ficou nítido o que White fez pelo time desde que chegou. Ele pode ajudar na organização, mas seu forte é sair do banco para pontuar. No período em que esteve no Hornets, ele produziu menos pontos do que no Chicago Bulls, mas muito mais efetivo. Foram 15.6 pontos, acertou 46.1% dos arremessos gerais (contra 43.8 no Bulls), 39.1% de três (fazia 34.6%) e 3.0 assistências em 19 minutos por noite. Sim, isso é o que um sexto homem faz de melhor. Agora, como agente livre, ele vai tentar buscar um salário melhor que os US$12.9 milhões. Se o Hornets conseguir segurar até a casa dos US$20 milhões, é um ótimo valor para um jogador de sua função. Mais Sion James e Coby White e menos Josh Green e Tre Mann.
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ESTENDER COM MOUSSA DIABATE - Sim, ele ainda tem mais um ano sob contrato, no valor de US$2.4 milhões. No entanto, o quanto antes o Hornets prorrogar seu vínculo, melhor. Isso porque jogadores como ele são raros e caros na NBA. Ele foi o quinto em rebotes ofensivos por jogo (3.7) para quem atuou em 60 jogos ou mais. Segundas chances são como ouro na NBA atual, que vive do arremesso do perímetro. Então, com alguém ajudando assim no ataque, Charlotte pode seguir em alto nível (e pagando menos que o mercado pagaria).
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TROCAR GRANT WILLIAMS - Apesar de ser um veterano, Williams ainda tem atitudes de calouro. Não é isso que a direção do Hornets quer para o seu time nos próximos anos. Williams arremessa quase exclusivamente de três, enquanto poderia ajudar, por conta de seu físico, pontuando dentro do garrafão. Além disso, terá um expirante de US$14.3 milhões, o que deve facilitar nas trocas. Se chegar um terceiro pivô, melhor ainda.
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TROCAR JOSH GREEN - OK, ele tem talento, mas em um time que conta com Brandon Miller e Kon Knueppel, Green fica sem espaço. Tanto é, que ele teve só 16 minutos por noite, após jogar 26 na campanha anterior. Como está no último ano de contrato, sabe arremessar, o jogador pode ganhar interesse do mercado. No momento, ele não é uma peça que o Hornets confia para a rotação.
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TROCAR TRE MANN - É outro jogador talentoso, mas pouco útil no Hornets para o momento. Seu salário (US$8 milhões) é convidativo para uma troca, nem que seja apenas para abrir espaço na folha.
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IR ATRÁS DE BONS VETERANOS NA AGÊNCIA LIVRE - Harrison Barnes, por exemplo, pode ser muito útil vindo do banco. Ele sabe pontuar, defende bem e é um veterano que ajuda muito um grupo. Já foi campeão da NBA e tem um salário justo para a sua função. Seria um excelente substituto para uma saída de Grant Williams.
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SEGUIR COM O PLANO EM KON KNUEPPEL - O Hornets mostrou muita evolução nos arremessos de três de um ano para o outro e o motivo é Knueppel. Afinal, a equipe tinha o 28° aproveitamento em 2024/25 e pulou para o terceiro na atual campanha. Ou seja, bola nas mãos dele. Knueppel, além de ser ótimo arremessador e quebrar todos os recordes de calouro no quesito, também sabe passar.
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TIRAR MAIS A BOLA DAS MÃOS DE LAMELO BALL - Sim, isso foi um grande passo para que o Hornets pudesse ter um ataque mais inteligente e objetivo. Claro que Ball é excelente no controle de bola, mas ele dribla em excesso e costuma passar só perto do estouro do cronômetro. E quando não passava, vinha um arremesso todo desequilibrado e de longe. Isso atrapalhou demais o time nos últimos anos. Após uma conversa com o técnico Charles Lee, LaMelo entendeu que ele fazia parte de um time e evoluiu muito. No play-in, entretanto, voltou a querer muito volume e o ataque travou em vários momentos. Derrubou o jogo de vários de seus colegas, como fazia antes.
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BOLA NAS MÃOS DE BRANDON MILLER - Ele não é um criador de jogadas nato, mas ajuda no quesito. Quando menos a bola ficar presa em LaMelo Ball, melhor, pois o ataque fica mais dinâmico e a posse roda muito mais. Miller perdeu minutos em 2025/26, mas foi mais preciso e sua pontuação quase não mudou em relação ao ano anterior. O jogo tem de passar muito por Knueppel e ele, enquanto Ball precisa ser mais objetivo. O Hornets está muito no caminho certo, mas precisa de ajustes para dar o salto.
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