Donovan Mitchell nunca escondeu que LeBron James é um dos seus ídolos no basquete. Então, por ironia do destino, o astro pode fazer parte da turnê de despedida de um dos melhores jogadores da história. Os rumores de que o ala teria planos de jogar a última temporada da carreira pelo Cleveland Cavaliers aumentam. O ala-armador admite que seria incrível, mas prefere não falar muito sobre isso.
“Enquanto um fã, ter a chance de ser companheiro de LeBron seria especial. Não tenha dúvida. Afinal, ele é o ‘cara’. Mas é algo que não está em meu controle. Os boatos vão estar por aí sempre, mas o meu trabalho é competir com quem está aqui. Buscar mais um título para a nossa cidade. Eu vou atrás de vencermos agora, enquanto o futuro a Deus pertence”, desconversou o líder do Cavaliers.
A saída de LeBron James do Los Angeles Lakers, a princípio, é bem factível. Ele vai ser agente livre irrestrito em julho, depois das partes não terem acertado uma extensão de contrato prévia. O craque tem que aceitar um corte de salário, mas o caminho está livre para a sua terceira passagem em Ohio. No entanto, Donovan Mitchell ressalta que a equipe não pode simplesmente parar e esperar a volta do ídolo.
“Eu acredito muito que nós devemos nos focar naquilo que podemos controlar. É claro que estamos falando de LeBron, então vai causar barulho. Mas não depende de mim, dos nossos atletas ou do vestiário. Por isso, eu digo que isso não pode ser o foco aqui. Temos que pensar em James Harden, Dennis Schroder e Keon Ellis. Os jogadores que chegaram para nos ajudar no presente”, completou o ala-armador.
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Idolatria
O discurso de Donovan Mitchell sobre LeBron James pode parecer, à primeira vista, um tanto frio. Mas reflete a postura que se espera de um jogador profissional e líder de um elenco. Vários times, além disso, limitam o que atletas podem comentar sobre rumores por regras internas. Prova disso é que o pontuador falou com bastante empolgação da lenda do Cavaliers antes da partida contra o Lakers, no fim de janeiro.
“Nós estamos tentando replicar o que LeBron fez aqui: ser campeão. Queremos trazer um título para essa cidade, assim como ele fez. Todas as vezes em que o homem vem aqui é um espetáculo. Ele recebe tudo o que merece. Enquanto isso, só aproveitamos. Nunca sabemos quando vai ser o seu último jogo em Cleveland, então é sempre um evento. Tem que ser assim”, disse o atleta de 29 anos.
Mitchell, no entanto, sempre alertou que a reverência não pode entrar em quadra. Pelo contrário: um adversário como LeBron exige e merece o melhor dos seus oponentes. “Todas as visitas de LeBron são instantes em que nos permitimos voltar a ser crianças com o nosso ídolo. Mas, ao mesmo tempo, temos que entender que o melhor jeito de homenageá-lo é competir com o nosso máximo”, concluiu.
Rosto da liga
E não é só Mitchell quem deixou a sua idolatria clara por James no último encontro entre os times. Evan Mobley, por exemplo, também não poupou elogios ao astro do Lakers. Afinal, é um jogador de 24 anos falando de um atleta que está em seu 23o ano na NBA. Para alguém ainda tão garoto, os feitos e impacto do ala em quadra se confundem com a própria definição de basquete.
“LeBron é o rosto da nossa liga desde que me conheço por gente, para começar. Então, todas as vezes em que volta para Cleveland precisa ser algo grandioso mesmo. Deve ser um evento porque é o seu tamanho para a nossa franquia. Mas temos que focar e fazer o nosso trabalho: conquistar a vitória, independentemente da festa”, cravou o jovem ala-pivô.
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Fonte: Reprodução / X

