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Minas bate Bauru e chega à sua primeira final do NBB

Time de Belo Horizonte vai enfrenta Flamengo ou Franca na decisão

minas bauru final nbb
Hedgard Moraes / MTC

Em uma noite histórica, o Minas superou todos os obstáculos e garantiu, pela primeira vez, um lugar na grande final do NBB ao superar o Bauru por 70 a 65, nesta quarta-feira (28). Assim, coroou uma campanha memorável e fechou a série melhor de cinco pela semifinal em 3 a 0. A equipe mineira chega à decisão sem saber o que é perder nos playoffs. Agora é esperar o adversário, que sairá do confronto entre Flamengo e Sesi Franca, que estão empatados em 1 a 1.

O armador Franco Baralle foi o principal nome do triunfo do Minas. O argentino surgiu no clutch time para resolver uma partida que se tornou dramática depois de o Bauru Basket tirar uma desvantagem de 15 pontos no segundo tempo. Ele terminou o jogo com 15 pontos, sendo nove no último período, além de cinco assistências e duas recuperações de bola para 18 de eficiência.

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“Momento muito importante para o clube. Dá muita satisfação ver o trabalho que fizemos o ano todo. Mas só conseguimos chegar na final. Ainda temos mais três jogos para ganhar. Temos de ficar um pouco afastados da ansiedade de fora e focar no nosso trabalho”, afirmou o Baralle.

Pela Bauru Basket, Brite liberou uma reação absurda e terminou o confronto com 26 pontos, oito rebotes e três assistências para 27 de eficiência. Andrezão alcançou um duplo-duplo, com 14 pontos e 12 rebotes, para 22 de eficiência. Já Alex Garcia, que ultrapassou Larry Taylor como o jogador com mais jogos na história do NBB (585), fechou com seis pontos, nove rebotes e sete assistências.

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“Encerramos nossa temporada em um playoff de 3 a 0, mas acredito que em um playoff com uma condição muito melhor do que na temporada passada (derrota para o Flamengo por 3 a 0). Afinal ,chegamos a mais uma semifinal e conseguimos fazer um playoff duro com o Minas, com três jogos abertos. Foi uma temporada dura, com muito trabalho, onde tivemos alguns problemas e conseguimos nos ajustar. A equipe está de parabéns. Tenho de parabenizar também o nosso torcedor. Não era isso que eles esperavam, mas é o que nós pudemos fazer. Eles se sentem representados quando uma equipe luta, briga e deixa tudo em quadra”, afirmou o técnico Paulo Jaú.

O jogo

As tentativas do perímetro foram o caminho encontrado pelo Bauru Basket no primeiro período para tentar surpreender o Minas, mas o baixo aproveitamento (12,5%) comprometeu o ritmo ofensivo da equipe. O Dragão acertou apenas um dos oito arremessos de longa distância. Além disso, foram seis erros do time bauruense no quarto. A Tempestade tirou proveito da situação, foi um pouco mais assertiva nas bolas triplas, com 33,3% (3/9), e fez melhores escolhas no ataque para fazer 18 a 11 na parcial inicial.

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O segundo período foi quase uma repetição do primeiro. As duas equipes insistiram muito nos arremessos do perímetro e o aproveitamento continuou abaixo do habitual. Quando o Bauru Basket entendeu que era mais fácil entrar no garrafão para pontuar, o jogo ficou mais equilibrado. O cenário mudou após um pedido de tempo do técnico Léo Costa, que realinhou sua estratégia, e o Minas anotou uma corrida de 11 a 2 na parte final da parcial para abrir sua maior vantagem na partida (15 pontos) antes do intervalo: 42 a 27.

Segundo tempo

A postura do Bauru Basket no terceiro período refletiu uma equipe determinada, intensa e com uma leitura correta do jogo. Com uma defesa agressiva, o time bauruense se aproximou no placar com uma corrida inicial de 11 a 0. O Minas ficou sem pontuar por mais de seis minutos até que Arengo anotou dois pontos em uma bandeja. A equipe mineira aumentou o ritmo para reduzir o ímpeto do Dragão, que era comandado por Brite, diminuiu o prejuízo (20 a 9 na parcial) e segurou em quatro pontos sua vantagem antes dos 10 minutos derradeiros: 51 a 47.

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Não tinha torcida do Bauru Basket na Arena UniBH para gritar MVP! MVP! MVP!, mas Brite atendeu um pedido imaginário para comandar uma reação do time bauruense no último período. O americano virou o placar (59 a 57) em uma bola tripla. A atmosfera de tensão tomou conta do ginásio. Léo Costa pediu tempo e cobrou uma defesa mais agressiva. Deu resultado. A equipe mineira forçou erros do adversário e, no ataque, viu Baralle ser decisivo no clutch time. Por fim, a Tempestade ganhou o jogo e se garantiu na final do NBB pela primeira vez na história.

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