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Prêmios da temporada – Reserva do ano

Jumper Brasil discute quem foram os melhores reservas da temporada Os playoffs estão chegando e é hora da NBA anunciar os vencedores dos prêmios individuais e times ideais da temporada. Os ganhadores costumam ser revelados durante a primeira rodada do mata-mata e, por isso, o Jumper Brasil aproveita a última semana de jogos regulares para […]

Jumper Brasil discute quem foram os melhores reservas da temporada

Os playoffs estão chegando e é hora da NBA anunciar os vencedores dos prêmios individuais e times ideais da temporada. Os ganhadores costumam ser revelados durante a primeira rodada do mata-mata e, por isso, o Jumper Brasil aproveita a última semana de jogos regulares para reunir sua equipe e discutir quem deveriam ser os atletas agraciados com as honrarias.

Durante esta semana, cinco integrantes de nossa equipe de colaboradores vão, diariamente, socializar suas impressões sobre a temporada e os principais destaques do ano. Todos os prêmios vão ser discutidos. Sinta-se a vontade para concordar ou discordar de nossas visões, deixe suas opiniões nos comentários.

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Hoje é dia de discutirmos o prêmio de melhor reserva da temporada:


1 – Quem foi o melhor reserva da temporada e por quê?

Lucas Colisse: Ao meu ver, o melhor reserva da temporada foi James Harden, do Oklahoma City Thunder. Além dos bons números (16.4 pontos, 4.1 rebotes, 48% de aproveitamento nos arremessos), o trabalho do ala-armador é fundamental para colocar o time entre os grandes favoritos ao título. Ele sempre entra em quadra para aliviar o lado ofensivo da equipe, que é dependente de Russell Westbrook e Kevin Durant.

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Gustavo Lima: James Harden, ala-armador do Thunder. Barbada – me perdoem pelo trocadilho infame. Ele é o reserva que tem a maior média de pontos (16.8) e peça fundamental em um candidato ao título da temporada.

Tiago Vasconcelos: Como reserva, James Harden é um dos principais jogadores do Oklahoma City Thunder: tem médias de 16.8 pontos e 3.7 assistências em 31.4 minutos de ação. Ele esteve mais tempo em quadra do que o próprio titular da posição, Thabo Sefolosha. Assim como Manu Ginobili em 2008, Harden só é um reserva por questão de rotação e estabilidade da equipe durante a partida.

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Vinicius Donato: James Harden. É um dos melhores pontuadores da NBA na atualidade. Consegue colaborar com o segundo time do Thunder, que não tem grande poder ofensivo, com muita propriedade.

Gustavo Freitas: James Harden, sem pensar muito. Não é titular porque o Thunder joga com um dos melhores defensores da NBA na mesma posição, Thabo Sefolosha. E, mesmo vindo do banco de reservas, o ala-armador conseguiu os melhores números da carreira em 2011-12.


2 – E o que dizer sobre o ano do atual vencedor do prêmio, Lamar Odom?

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Lucas Colisse: Odom tinha tudo para, ao lado de Jason Terry, formar um dos melhores bancos da liga. No entanto, parece que seu basquete e vontade de jogar ficaram em Los Angeles. Pior para o Mavericks e o próprio ala, que devem ficar sem título esse ano.

Gustavo Lima: Desempenho patético na temporada. Ex-jogador em atividade. Está mais preocupado com o reality show com a esposa (uma das irmãs Kardashian) do que em jogar basquete. Precisa repensar ou até mesmo encerrar a carreira.

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Tiago Vasconcelos: Khloé Kardashian…

Vinicius Donato: Torço pela recuperação de Odom. Ainda tem condições de jogar em alto nível. Este ano, não existiu.

Gustavo Freitas: Se fosse islâmico, diria que Odom passou o ano no Ramadã (período em que só pode fazer certas coisas – como correr, beber e até fazer sexo – apenas enquanto o sol estiver brilhando). Mas não é o caso, né? Ele não sabe o que quer da vida. Certamente, não é no Texas. As Kardashians fazem um grande estrago na NBA.

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3 – Os ex-ganhadores do prêmio Jason Terry e Jamal Crawford poderão ser agentes livres ao fim da temporada. Qual dos dois você contrataria para seu time?

Lucas Colisse: Não gosto do estilo de nenhum deles. Prefiro um jogo mais coletivo e acho que eles não se encaixariam no meu time. Mas, se precisasse escolher, eu acredito que contrataria Jason Terry, por ter um custo-benefício melhor e maior capacidade de liderança.

Gustavo Lima: Jason Terry. Apesar de ser mais velho, ele é mais consistente que Crawford. Seria uma ótima peça no banco de qualquer time. Terry é garantia de segurança nas bolas de três pontos. Além disso, tem “estrela” nos momentos decisivos.

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Tiago Vasconcelos: Jamal Crawford tem 32 anos e Jason Terry, 34. Escolheria Crawford por causa da idade.

Vinicius Donato: Difícil dizer, mas atualmente ficaria com Crawford.

Gustavo Freitas: Ambos não são exatamente armadores. Eles jogam mesmo na posição dois. Terry, ao menos, tem um pouco mais de criatividade – mesmo sendo três anos mais velho. Se meu time quiser alguém para liderar vindo do banco e chegar a algum lugar, iria em Terry. Até porque Crawford jogou apenas quatro séries de playoffs na carreira, enquanto o atleta do Mavericks já foi campeão.

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4 – Verdadeiro ou falso: reserva não é quem começa um jogo no banco, mas quem termina um jogo no banco.

Lucas Colisse: Verdadeiro. Muitos treinadores colocam grandes jogadores no banco para, quando entrarem, enfrentarem adversários mais cansados ou com menor nível técnico. Um exemplo clássico é Manu Ginobili, no San Antonio Spurs.

Gustavo Lima: Falso. Reserva é quem começa a partida no banco, não importando se terá mais minutos em quadra do que o titular da posição. E o fato de ser reserva não diminui em nada o valor do jogador. Os exemplos de Manu Ginobili e James Harden falam por si só. São reservas, mas que têm reconhecido talento e bola suficiente para serem titulares. É simples: por estratégia de seus técnicos, começam os jogos no banco.

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Tiago Vasconcelos: Falso. Reserva é quem não está em quadra no primeiro minuto. Mas, abraçando o ar filosófico da pergunta, é melhor ser um reserva ativo nos últimos minutos de uma partida decisiva do que um titular que fica no banco quando a equipe mais precisa.

Vinicius Donato: Falso. Estar em quadra no último minuto depende das circunstâncias da partida e das características do atleta. Quantas vezes já vimos grandes jogadores, como Shaquille O’Neal e Dwight Howard, fora da partida nos momentos de decisão por não serem bons cobradores de lances livres?

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Gustavo Freitas: Verdadeiro, mas com algumas ressalvas. No papel, claro, reserva é o que não começa uma partida. No entanto, pegue Thabo Sefolosha (Thunder) e Tony Allen (Memphis Grizzlies), por exemplo. Ambos são titulares, ótimos defensores, mas não costumam terminar um confronto em quadra. James Harden e O.J. Mayo participam dos finais, respectivamente. Só que, se o time precisa parar o adversário, pelo menos, Mayo não joga os últimos minutos. Depende de jogo a jogo. Não consigo ver Sefolosha e Allen como reservas.


5 – Qual reserva da atualidade você acredita que será titular na próxima temporada?

Lucas Colisse: Eu gostaria de ver Tyler Hansbrough, do Indiana Pacers, começando mais jogos. O titular da posição, David West, está com 32 anos e acho que é uma boa oportunidade de lançar o suplente aos poucos.

Gustavo Lima: George Hill, armador do Indiana Pacers. Na reta final desta temporada, ele já vem sendo titular, mesmo com o antigo dono da posição – Darren Collison – tendo retornado de lesão. Na minha opinião, Hill é mais jogador do que Collison e deve começar a próxima temporada no quinteto inicial.

Tiago Vasconcelos: Acho que Jan Vesely, do Washington Wizards, deverá receber mais oportunidades como titular na próxima temporada.

Vinicius Donato: Goran Dragic, do Houston Rockets, será agente livre irrestrito e deve buscar um time que permita-lhe a titularidade.

Gustavo Freitas: Eu gostaria de acreditar que Enes Kanter será titular no ano que vem. Entretanto, sei que para isso acontecer o Utah Jazz teria que trocar Al Jefferson ou Paul Millsap. Derrick Favors, na teoria, ficaria com a vaga em aberto. Então, acho que George Hill, do Indiana Pacers, seria minha escolha.

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