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Polêmico, Draymond Green nega arrependimento por agressão a Rudy Gobert

NBA suspendeu astro do Warriors de cinco partidas após dar um “mata-leão” em quadra no pivô francês

draymond green rudy gobert
Jason Miller / AFP

O Golden State Warriors vai ter o retorno de um jogador importante nessa terça-feira, quando a equipe enfrenta o Sacramento Kings. Mas, para quem espera que a ausência tenha sido um aprendizado, reveja as suas expectativas. A suspensão de cinco partidas afinal, não fez o astro Draymond Green arrepender-se de dar um “mata-leão” em Rudy Gobert. O ídolo da franquia garante que, se necessário, faria tudo outra vez.

“Eu não me arrependo do que já fiz porque não vivo a minha vida com arrependimentos. Além disso, vou defender os meus companheiros sempre que estiver em condições. Não me importo com o que vocês pensam de mim, mas com o que as pessoas com quem eu me importo pensam. Tudo o que passa pela minha cabeça em momentos assim é como os meus atos impactam quem gosto”, cravou o polêmico ala-pivô.

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Green sugeriu que a reação desproporcional contra o adversário, antes de tudo, foi um impulso natural no calor do jogo. Muita gente, no entanto, não acredita que tenha sido bem assim. Houve quem visse o “mata-leão” como algo planejado contra um desafeto de longa data. É muita coincidência, por exemplo, que a agressão do ícone do Warriors tenha acontecido contra alguém com quem troca provocações há anos.

“As pessoas podem interpretar o que aconteceu da forma como quiserem. Eu não estou aqui para julgar ou mudar a visão dos outros, mas não teve absolutamente nada a ver. Sempre vou defender os meus colegas, pois esse é quem sou. Então, o que ocorreu foi isso. Se estou certo ou errado para você, isso é indiferente para mim. Olhe para o lado e, certamente, vou estar lá”, avisou o especialista defensivo.

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Seja você mesmo

Assim que a NBA oficializou a suspensão de Green, o técnico Steve Kerr chamou o ato hostil do comandado de “indefensável”. Mas, convenhamos, não foi nenhuma surpresa. O ala-pivô acumula um longo histórico de problemas, polêmicas e “abordagens físicas questionáveis” contra oponentes. Esperava-se, por isso, que o time finalmente fosse cobrar uma mudança do jogador. No entanto, parece que não foi bem assim.

“O consenso entre todos aqui é que, não importa o que aconteça, eu serei o Draymond. Em síntese, isso não vai mudar. Isso é o que sou como companheiro de time e amigo. Mas, ao mesmo tempo, eu reconheço que sempre existe uma forma mais adequada de reagir. O meu trabalho, então, é encontrar essa melhor forma. Esse é o consenso que chegamos entre nós”, minimizou o veterano.

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A liga indicou que a decisão pelo afastamento de cinco jogos passou pelo histórico de Green. Portanto, no fim das contas, ele consegue enxergar-se como um injustiçado. “Seguir monitorando o que faço por causa do passado é injusto, pois já paguei pelos meus erros do passado. Fui suspenso de um quinto jogo de finais da NBA, cara. Não podem seguir me tratando diferente”, criticou.

Sem salvação

A agressão de Draymond Green a Rudy Gobert custou caro ao Warriors. A equipe perdeu quatro dos cinco jogos sem o ala-pivô e, com isso, despencou na conferência Oeste. São oito reveses nas últimas 11 partidas. Com isso, se a temporada terminasse hoje, o time do técnico Steve Kerr mal chegaria ao play-in. O astro assegura que pode ajudar na recuperação, mas não possui soluções mágicas para o momento ruim.

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“Posso ajudar, acima de tudo, exigindo que a nossa comunicação seja melhor nos dois lados da quadra. Mas o meu retorno não vai mudar tudo por aqui. Não sou o salvador da pátria, pois um time da NBA não funciona assim. Não existem ‘salvadores’ nessa liga. O que vou fazer, no entanto, é cobrar que todos façam o seu trabalho para voltarmos a vencer jogos regularmente”, concluiu o experiente atleta.

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